Um espetador, supostamente com um controle remoto da TV, conseguiu trocar em todos os ecrãs do estádio de Ashton Gate e em todas as TVs do fã-clube e colocou o canal Babestation, mostrando raparigas despedias. O incidente aconteceu durante o intervalo da partida da Carabao Cup entre o Bristol Rovers e o Crawley Town.
Não houve tempo para mostrar nada realmente picante, porque assim que o segundo tempo começou, o "hacker" da TV mudou todos os canais de para o desafio.
Ainda assim, o incidente deixou os organizadores do jogo insatisfeitos e prometeram encontrar a pessoa responsável pelo "hack".
Por outro lado, os fãs de ambas as equipes compartilharam risadas e vibrações positivas do acontecido no Twitter.
Fonte//SputnickNews
sexta-feira, 17 de agosto de 2018
É preciso largar os telemóveis. Na Alemanha, já morreram 20 crianças afogadas
É imperativo: é necessário largar os telemóveis e prestar mais atenção nas crianças. O apelo é da Associação Alemã de Salva-Vidas (DLRG), que estabeleceu uma ligação entre o número de crianças em risco na água e a distração dos pais com os smartphones.
Os nadadores salvadores alertam para o perigo de se estar a olhar para um ecrã, quando as crianças estão a nada. Só este ano, já morreram 300 pessoas afogadas na Alemanha, 20 das quais eram crianças, revela o The Guardian.
“Muito poucos pais e avós acolheram o nosso conselho: quando os vossos filhos e netos estão na água, deixem o smartphone de lado”, recomenda a associação, a maior organização do género no mundo, que agrega 40 mil salva-vidas voluntários em praias, lagos e costa da Alemanha.
“Vemos diariamente que as pessoas vão para as piscinas como se estas fossem parques infantis e, simplesmente não prestam atenção” às crianças, disse o porta-voz da associação aos média alemães, citados pelo jornal britânico.
“Antes, pais e avós passavam mais tempo com as crianças na piscina, mas há um número crescente de pais que está fixado no ecrã do seu telemóvel e não está a olhar para a direita e para a esquerda, deixando as crianças sem atenção”, disse Achim Wise.
“É pena que, nos dias que correm, os pais se comportem de maneira tão negligente”, acrescentou o porta-voz.
A DLRG lamenta que a natação não seja uma disciplina obrigatória nas escolas e que os pais não consigam coordenar os seus horários de trabalho com aulas de natação para os filhos.
Fonte//ZapAeiou
Os nadadores salvadores alertam para o perigo de se estar a olhar para um ecrã, quando as crianças estão a nada. Só este ano, já morreram 300 pessoas afogadas na Alemanha, 20 das quais eram crianças, revela o The Guardian.
“Muito poucos pais e avós acolheram o nosso conselho: quando os vossos filhos e netos estão na água, deixem o smartphone de lado”, recomenda a associação, a maior organização do género no mundo, que agrega 40 mil salva-vidas voluntários em praias, lagos e costa da Alemanha.
“Vemos diariamente que as pessoas vão para as piscinas como se estas fossem parques infantis e, simplesmente não prestam atenção” às crianças, disse o porta-voz da associação aos média alemães, citados pelo jornal britânico.
“Antes, pais e avós passavam mais tempo com as crianças na piscina, mas há um número crescente de pais que está fixado no ecrã do seu telemóvel e não está a olhar para a direita e para a esquerda, deixando as crianças sem atenção”, disse Achim Wise.
“É pena que, nos dias que correm, os pais se comportem de maneira tão negligente”, acrescentou o porta-voz.
A DLRG lamenta que a natação não seja uma disciplina obrigatória nas escolas e que os pais não consigam coordenar os seus horários de trabalho com aulas de natação para os filhos.
Fonte//ZapAeiou
Funcionários da Google em protesto contra motor de busca censurado para a China
Mais de mil funcionários do gigante da Internet Google assinaram uma petição em protesto contra o plano secreto da empresa para criar um motor de busca que vai cumprir com as exigências da censura chinesa.
O baixo assinado pede aos executivos mais transparência na empresa, para que possam compreender as implicações éticas do seu trabalho, segundo o jornal norte-americano The New York Times, que teve aceso à carta.
A mesma nota afirma que o projeto, designado Dragonfly, e a aparente disposição do Google em compactuar com a censura chinesa “levantam questões morais e éticas urgentes”.
“Neste momento, não temos informação necessária para tomar decisões eticamente esclarecidas sobre o nosso trabalho, projetos e emprego”, lê-se na carta, que afirma que a maioria do pessoal só soube do projeto através da imprensa. No total, a carta foi assinada por 1.400 funcionários, segundo o NYT.
O Google saiu da China em 2010, em protesto contra a censura e ciberataques perpetuados pelo Governo chinês. O número de chineses ligados à Internet ultrapassou já os 770 milhões, mas redes sociais e ferramentas online como o Facebook, Twitter, Google, Youtube ou Dropbox estão banidas no país.
A carta é também um outro exemplo de como a pressão dos funcionários tem pressionado a estratégia do Google.
Em abril passado, os funcionários protestaram contra o projeto Maven, desenvolvido em conjunto com o exército dos Estados Unidos, e que prevê o uso de inteligência artificial para aperfeiçoar armamento, levando a empresa a não renovar o contrato com o Pentágono.
Fonte//ZapAeiou
O baixo assinado pede aos executivos mais transparência na empresa, para que possam compreender as implicações éticas do seu trabalho, segundo o jornal norte-americano The New York Times, que teve aceso à carta.
A mesma nota afirma que o projeto, designado Dragonfly, e a aparente disposição do Google em compactuar com a censura chinesa “levantam questões morais e éticas urgentes”.
“Neste momento, não temos informação necessária para tomar decisões eticamente esclarecidas sobre o nosso trabalho, projetos e emprego”, lê-se na carta, que afirma que a maioria do pessoal só soube do projeto através da imprensa. No total, a carta foi assinada por 1.400 funcionários, segundo o NYT.
O Google saiu da China em 2010, em protesto contra a censura e ciberataques perpetuados pelo Governo chinês. O número de chineses ligados à Internet ultrapassou já os 770 milhões, mas redes sociais e ferramentas online como o Facebook, Twitter, Google, Youtube ou Dropbox estão banidas no país.
A carta é também um outro exemplo de como a pressão dos funcionários tem pressionado a estratégia do Google.
Em abril passado, os funcionários protestaram contra o projeto Maven, desenvolvido em conjunto com o exército dos Estados Unidos, e que prevê o uso de inteligência artificial para aperfeiçoar armamento, levando a empresa a não renovar o contrato com o Pentágono.
Fonte//ZapAeiou
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