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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Motor HET promete revolucionar indústria dos carros elétricos


A Linear Labs terá reinventado os motores elétricos, sendo que os novos motores elétricos têm binário muito maior e mais potência, sendo assim mais eficientes que os atuais motores de veículos elétricos no mercado.
 Desde que se conhecem, que os motores elétricos pouco ou nada evoluíram. Mas, o motor apresentado pela Linear Labs é um grande avanço na indústria.



Com este novo motor elétrico HET (Hunstable Eletric Turbine), a empresa garante que é dispensável a caixa de redução, pois o motor garante muito mais binário nas baixas rotações, bem como mais potência nas rotações mais elevadas, vindo assim contrariar os atuais motores elétricos, que estão associados a uma caixa de redução, que permite uma maior rotação de saída para os automóveis elétricos, mantendo o mesmo número de rotações na gama de maior eficiência.





A Linear Labs espera estrear o seu novo motor HET numa scooter em 2020, e num carro protótipo em 2021
A Linear Labs recorreu ao uso de 4 rotores em conjunto com uma bobina. Bobina que tem um formato inovador, que lhe permite alterar os campos magnéticos consoante as necessidades do veículo elétrico em andamento. Assim, com este sistema, será possível que os motores elétricos funcionem suavemente a baixas rotações, como também a rotações mais elevadas; sem terem que recorrer à caixa de redução mecânica.



No fundo isto traduz-se num menor peso, custos mais baixos e menor complexidade no motor elétrico.
A Linear Labs garante que este novo motor é 20% mais eficiente que os atuais motores elétricos convencionais.

Toyota com plano para veículos elétricos, híbridos e a hidrogênio


O camião elétrico e autônomo da Volvo Trucks, 'Vera' já tem trabalho


Fonte//Portal  Energia










sexta-feira, 26 de julho de 2019

Japão e Austrália fazem acordo para exportação de hidrogénio

O Japão e a Austrália deram seus primeiros passos para criar uma nova indústria de exportação que converterá o combustível mais poluente do mundo, o carvão, no mais limpo, o hidrogênio, e o enviará na forma líquida da Austrália para o Japão.
A experiencia de US $ 350 milhões vai utilizar uma gigantesca reserva de carvão de baixo teor em Victoria, que foi durante décadas a principal fonte de eletricidade do estado do sul, até que a maioria das centrais foram fechadas devido à poluição que causavam.



Camião Toyota movido a hidrogénio Photo Automonitor

Grande avanço na produção de hidrogênio "verde"

O processo de transformação de carvão para hidrogênio tem os seus pontos negativos, porque exige a extração de carvão e a separação de dióxido de carbono produzido e que passa a ser um subproduto.
Mas se funcionar, pode ser o começo de uma grande indústria nova que substituirá parte do carvão que a Austrália exporta atualmente com hidrogênio, um combustível que ganha terreno como fonte de energia para veículos e para a indústria.
Um consórcio de empresas japonesas, liderado pela Kawasaki Heavy Industries e incluindo Marubeni, Iwatani e J-Power, tem sido fundamental, com a ajuda do governo japonês, na criação da Hydrogen Energy Supply Chain..






O governo australiano e o governo estadual de Victoria também assinaram um processo que começará com a produção de hidrogênio numa antiga mina no Latrobe Valley, rica em carvão, pressurizando o hidrogénio, para reduzir seu volume e transporta-lo em de camiões para um porto, onde passará para uma instalação, onde será refrigerado a -253 graus Celsius e, de seguida, enviado para o Japão.
As primeiras exportações de hidrogênio australiano para o Japão devem acontecer no segundo semestre do próximo ano, um pouco antes dos Jogos Olímpicos de Tóquio.
Há muito conhecido como combustível limpo, o único subproduto do hidrogênio quando queimado é a água, mas a energia gerada pelo hidrogênio é muito menor que a de outros combustíveis, tornando-o menos atraente do que o petróleo ou gás natural, que também pode ser usado para produzir hidrogénio.
O número de projetos de produção de hidrogênio cerce em todo o mundo à medida que a busca por um combustível mais limpo se acelera. Também estão a ser instaladas uma série de estações experimentais de reabastecimento de hidrogênio, embora a procura ainda seja reduzida.






A fabrica australiana transformadora de carvão em hidrogênio começa com a produção de gás sintético gerado pela queima de carvão sob alta pressão, convertendo o monóxido de carbono gerado em dióxido de carbono em vapor e separando o hidrogênio.
Para cada 160 toneladas de carvão consumido, são produzidas três toneladas de hidrogênio juntamente com 100 toneladas de dióxido de carbono. O ministro de Recursos da Austrália, Matt Canavan, disse que o projeto pode ser um passo importante na criação de uma nova indústria que pode valer US $ 2 mil milhões por ano se  for bem-sucedido.



Photo Portal energia

Grande avanço na produção de hidrogênio "verde"



Internacionalmente, a indústria de hidrogênio está prevista para se tornar uma indústria de US $ 2 triliões até 2020, de acordo com um grupo de lobby da indústria, o Conselho de Hidrogênio.
Os fabricantes de carros estão particularmente interessados ​​em ver o desenvolvimento do hidrogênio como combustível, sendo já considerável a evolução das células de combustível de hidrogênio que se combinam com o oxigênio para produzir um combustível que impulsiona o motor de um carro elétrico.
O que é diferente no projeto australiano de carvão para hidrogênio é que ele tem o potencial de resolver um dos problemas mais complicados da Austrália, como o de reduzir a dependencia dos combustíveis fósseis mais poluentes, ao mesmo tempo em que cria uma nova indústria de exportação que atende a uma procura crescente no Japão, densamente povoado, e onde vigoram as leis rigorosas de controlo de poluição.

Grande avanço na produção de hidrogênio "verde"


Os carros vão mudar mais na próxima década do que no ultimo século



Fonte//Forbes






quarta-feira, 17 de julho de 2019

Carros elétricos da Ford usarão a plataforma MEB da Volkswagen


A aliança entre a VW e a Ford tem mais novidades. Além da confirmação das novas gerações das pick up Ranger e Amarok para 2022, a construtora americana anunciou que utilizará a plataforma MEB da Volkswagen para seus próximos carros elétricos. O desenvolvimento deste projeto está sob a responsabilidade do centro de pesquisas da Ford em Merkenich, na Alemanha, e deverá ser concluído em 2023.



Photo VW Divulgaçao

Lightyear One, o carro solar que todos vão desejar


Com a aliança VW-Ford, aparecerão 27 novidades até 2023, por meio de 4 marcas. O objetivo é vender 600 mil elétricos nos primeiros 6 anos de mercado
Segundo o CEO responsável pela aliança VW-Ford , Herbert Diess,  a arquitetura EV da Volkswagen trará benefícios para os  clientes e para o meio ambiente.
Além da novidade, já foi anunciado por ambas as construtoras que, entretanto, também vão desenvolver outro elétrico com a plataforma MEB , mas para a Europa e para os EUA, planeiam a pick up  elétrica F-150 EV e o futuro SUV inspirado no Mustang.







Outro ponto importante diz respeito à Argo AI, empresa responsável por desenvolver tecnologias de condução autônoma. Com foco nos novos carros elétricos, tanto a Ford quanto a VW possuem participação conjunta nas ações, que quando somadas, detém a porção maioritária. A Argo está avaliada em US$ 7 mil milhões e, após o acordo, receberá pelo menos US$ 1 mil milhões em investimentos.


Photo VW divulgaçao

Toyota com plano para veículos elétricos, híbridos e a hidrogênio



 O Grupo Volkswagen espera produzir 10 milhões de veículos na plataforma MEB logo na primeira fase. Por enquanto, há poucas informações sobre a plataforma, tal como o tamanho do carro, ou a distancia entre eixos. Outra grande expectativa são os detalhes dos modelos que receberão a nova plataforma, mas garantiu que, até 2023, 27 deles e 4 marcas diferentes (Ford, Volks e mais duas) usarão a MEB.




Photo VW Divulgaçao


Segundo a Volkswagen, os novos modelos também virão com baterias mais eficientes. Com carregadores rápidos, uma recarga de 80% vai demorar cerca de 30 minutos, algo que já existe em alguns elétricos atuais e, na maioria dos casos, garantirá uma autonomia entre 400, 500 e até 600 km. Já foram investidos o equivalente a R$ 5,3 mil milhões, para o desenvolvimento das novas tecnologias. Com isso, vai se tornar a maior plataforma de desenvolvimento de carros elétricos de toda a Europa

O camião elétrico e autônomo da Volvo Trucks, 'Vera' já tem trabalho

Paris quer tráfego nos Jogos Olímpicos com táxis voadores

Fonte//Carros










quinta-feira, 27 de junho de 2019

Toyota com plano para veículos elétricos, híbridos e a hidrogênio


A Toyota, líder mundial do setor automóvel, acaba de anunciar um ousado plano para os carros elétricos. A proposta é vender 5,5 milhões de veículos com essa tecnologia nos próximos cinco anos. A empresa prevê 10 novos modelos elétricos até 2025 numa ofensiva para tornar este tipo de veículo popular.

Photo Toyota

Grandes camiões da Nikola Motor movidos a hidrogénio



Já em 2020, durante os Jogos Olímpicos de Tóquio, deve lançar um ultracompacto EV, projetado para a mobilidade urbana e viagens de curta distância, algo que favorece muito o universo dos carros elétricos. O modelo, chamado i-Road, tem dois lugares e permite uma velocidade máxima de 60 km/h e autonomia de 100 km com carga única.
Haverá ainda um outro superprojeto da Toyota, a bateria em estado sólido. Para adiantar, pode-se dizer que trata-se de uma nova tecnologia que amplia a capacidade de produção de energia e tem maior rapidez de recarga.



Ultracompacto, i-Road Photo Toyota


Tesla lança táxis sem condutor já no próximo ano



A Toyota também anunciou parcerias com outras marcas japonesas na área dos elétricos, que inclui um carro compacto desenvolvido em conjunto com a Suzuki e um SUV médio feito com a Subaru.
Segundo o vice-presidente executivo da Toyota, Shigeki Terashi, as novidades não significam que a empresa irá abandonar projetos anteriores, como os híbridos. “Fomos pioneiros com o Prius”, ressalta. Nesse sentido, além dos puros elétricos, estão previstos novos carros híbridos, híbridos plug-in e ainda será dada ênfase ao veículo de células de combustível a hidrogênio.







Outro Toyota é o Mirai, com células de combustível a hidrogênio, que já é vendido na Califórnia
Este ano, no Salão de Nova York, realizado em abril, a Toyota já havia mostrado os avanços do modelo Mirai, movido a hidrogênio, destacando este combustível como seguro, não-tóxico e livre de emissões de gás carbônico. O Mirai (que significa futuro) funciona apenas com hidrogênio e suas únicas emissões pelo tubo de escape são de água.
A Toyota espera que a tecnologia esteja plenamente desenvolvida e operacional até a metade da próxima década. Hoje, o Mirai é vendido experimentalmente na Califórnia, onde existe infraestruturas para o abastecimento com hidrogênio.


Mirai Photo Toyota

Os carros vão mudar mais na próxima década do que no ultimo século




A autonomia atual do modelo é de cerca de 500 quilômetros. O reabastecimento leva cinco minutos e o custo do combustível é incluído nos primeiros três anos de propriedade. A parte mecânica tem garantia de oito anos ou 160 mil quilômetros.
Modelos como o Corolla Hybrid plug-in, que chega este ano, pode ter a nova bateria em estado sólido
A chamada superbateria, nova aposta dos smartphones de última geração, chegará também aos automóveis da Toyota. Menor, mais leve e menos agressiva em relação às tradicionais de íons de lítio com materiais líquidos, a bateria em estado sólido pode representar um avanço na popularização de veículos elétricos e híbridos plug-in.


Toyota corolla Hybrid Photo Toyota

Pneus furados vão pertencer ao passado



Na prática, ela tem um carregamento mais rápido, maior densidade de energia, ciclo de vida de até 10 anos e componentes não inflamáveis. Ou seja, mais eficiência, garante maior economia e melhor segurança para os utilizadores dos carros elétricos e híbridos.


Paris quer tráfego nos Jogos Olímpicos com táxis voadores


A Uber apresenta o interior do seu táxi voador


Fonte//Carros

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Paris quer tráfego nos Jogos Olímpicos com táxis voadores


O objetivo de Paris é oferecer aos visitantes dos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024, um bom começo, disponibilizando táxis aéreos para locais de torneio direto do aeroporto.
Atualmente, demora cerca de uma hora, de comboio ou autocarro, a percorrer a distância entre o aeroporto Charles de Gaulle e a cidade.


Um protótipo do táxi aéreo "CityAirbus" Photo Phys

Boeing fez voo teste com o seu carro voador


As empresas Aeroports de Paris (ADP), a Airbus e o RATP pretendem transportar os seus passageiros, logo após a chegada ao aeroporto, num táxi urbano voador auto pilotado.
As empresas usaram o Paris Air Show da semana passada para dizer que os Jogos Olímpicos ofereciam a oportunidade perfeita para opera estas máquinas futuristas de decolagem e aterrissagem vertical (VTOL, na sigla em inglês) e que lançariam um estudo de viabilidade.
"Em 2010, pela primeira vez, mais da metade da humanidade vivia em zonas urbanas e achamos que superaremos 60% até 2030", disse o CEO da Airbus, Guillaume Faury.
"Se tivermos a convicção de que nos próximos cinco, 10, 15, 20 ou 30 anos a baixa altitude é um espaço a ser conquistado, temos que colocar em prática as condições atuais", disse o diretor-geral executivo do ADP Group, Edward Arkwright.

Os aparelhos de VTOL já estão aparecendo, à medida que o mundo procura ir além, ou melhor, voando por cima das autoestradas congestionadas e das crescentes preocupações ambientais.
Existe também a possibilidade do comboio de alta velocidade expresso, projetado para reduzir o congestionamento e o tempo de viagem entre o aeroporto Charles de Gaulle e o centro da cidade, e poderá sufocar esta opção para os Jogos Olímpicos de 2024.
Para o fabricante de aviões Airbus, o gerente de aeroportos ADP e RATP, que administra os serviços de transporte público parisiense, os Jogos são uma oportunidade de mostrar o savoir-faire francês na mobilidade urbana.





A ADP tem até o final do ano para escolher um local para um "Vertiport" capaz de acomodar os táxis aéreos, de um dos 10 aeródromos da região perto de Paris.
A ideia é ter o local pronto em 18 meses, exigindo investimento em infraestrutura de cerca de dez milhões de euros diz Arkwright. Ele acrescenta que o projeto testará o percurso "através de um corredor de helicóptero existente".
O Vahana é o protótipo de assento único da Airbus, totalmente elétrico, para oferecer serviços de mobilidade pessoal em áreas urbanas. O veículo é apresentado na exposição estática da Airbus no International Paris Air Show em 18 de junho de 2019 no Aeroporto Le Bourget, perto de Paris.
A fim de tornar a VTOL uma realidade em 2024, a ADP está trabalhando com a Airbus, que há alguns anos está envolvida em esquemas de mobilidade urbana com propulsão elétrica completa.


 
O Vahana é o protótipo de assento único da Airbus, totalmente elétrico Photo Phys

Táxi aéreo elétrico de cinco lugares fez voo inaugural em Munique




 O fabricante já tem dois modelos de protótipo, o monoposto "Vahana" e a variante de quatro lugares "CityAirbus". Faury explicou que "os dois projetos convergirão para um veículo que responderá aos primeiros casos de uso", e que "esta parceria é uma oportunidade única para desenvolver soluções tecnológicas, um produto, um marco regulatório, um modelo econômico”
"Este projeto reduz as restrições não apenas em termos de infraestruturas, mas também em relação ao tráfego aéreo, pois envolve a experimentação em um corredor específico (aéreo), sendo um lançamento em larga escala que será complicado", disse Jean-Louis Rassineux, chefe de questões de aeronáutica e defesa da Deloitte.
Ainda é necessário desenvolver a autonomia da bateria e a deteção anti colisão, havendo ainda restrições quanto à compatibilidade e à regulamentação do tráfego.






Rassineux advertiu que é necessário haver "níveis de segurança tão rigorosos como os do tráfego aéreo", bem como "valor real agregado aos sistemas de transporte existentes".
A Deloitte estima que o tamanho do mercado de táxis aerotransportados seja de cerca de 17 mil milhões de dólares só nos Estados Unidos até 2040.
No entanto, "ainda há algum caminho a ser percorrido antes que um veículo voador se integre ao transporte urbano", alertou a ministra dos transportes da França, Elisabeth Borne.
Borne, no entanto, vê os movimentos em direção à criação de um serviço embrionário a tempo para os jogos de 2024 como "uma das etapas importantes" para "o surgimento de uma oferta de transporte completa" que seria "integrada e que respeite o meio ambiente".

Aviões eletricos próximos de se tornar realidade


A Uber apresenta o interior do seu táxi voador




Fonte//Phys







domingo, 16 de junho de 2019

O camião elétrico e autônomo da Volvo Trucks, 'Vera' já tem trabalho


Volvo Trucks, uma empresa do setor automóvel da Suécia, anunciou na quinta-feira que seu camião elétrico autônomo acaba de receber sua primeira tarefa.
A empresa fez uma parceria com a gigante de logística e ferris DFDS para usar seu mais recente caminhão autônomo, “Vera”, para transportar mercadorias num terminal portuário em Gotemburgo, na Suécia.


Photo Volvo Trucks

Os carros vão mudar mais na próxima década do que no ultimo século


Em setembro de 2018, a Volvo Trucks apresentou sua primeira solução elétrica, ligada remotamente e autônoma, projetada para tarefas repetitivas em centros logísticos, fábricas e portos. O “Vera” é adequado para curtas distâncias, transportando grandes volumes de mercadorias com alta precisão.
Enquanto seus veículos autônomos anteriores se parecem com camiões normais, o caminhão “Vera” tem um design impressionantemente futurista, que leva os esforços de direção autônoma da Volvo a um nível totalmente novo. É principalmente um cérebro, alguns motores, baterias e sem lugar para um motorista. É um pouco estranho, mas isso não impediu que ele conseguisse lugar para trabalhar na cidade natal da Volvo, Gotemburgo.





O “Vera” é alimentado pelo mesmo sistema de força e baterias dos camiões elétricos da Volvo. Comunicando-se uns com os outros através de um centro de controlo em nuvem, o que pode otimizar o fluxo de tráfego, manter as operações sem problemas alem de minimizar os tempos de espera.
Embora as movimentadas estradas da cidade ainda apresentem vários desafios para os carros autônomos, a tecnologia autônoma já está avançada o suficiente para ser implantada da maneira como a Volvo a utiliza. Em suma, eles podem seguir rotas pré-definidas em locais relativamente tranquilos, com poucos obstáculos inesperados.


Photo Volvo Trucks

O veículo autônomo navegará por uma rota pré-definida, parte da qual utiliza estradas públicas, transportando contentores de transporte a uma distância relativamente curta entre um centro logístico da DFDS e o terminal portuário. O objetivo é criar um sistema que ofereça um fluxo eficiente e contínuo de mercadorias.
A experiencia piloto é uma colaboração com a empresa de logística DFDS. “Agora temos a oportunidade de implementar o “Vera” num cenário ideal e desenvolver ainda mais seu potencial para outras operações semelhantes ”, disse Mikael Karlsson, vice-presidente de soluções autônomas da Volvo Trucks, num comunicado.


Os transportes autônomos com baixos níveis de ruído e zero emissões de escape têm um papel importante a desempenhar no futuro da logística e beneficiarão os negócios e a sociedade. Vemos essa colaboração como um começo importante e queremos impulsionar o progresso nessa área. O “Vera” pode ter um limite de velocidade, mas nós não. Os testes já começaram e pretendemos implementar a solução nos próximos anos ”, acrescenta Mikael Karlsson.




Tesla lança táxis sem condutor já no próximo ano








quinta-feira, 13 de junho de 2019

A Uber apresenta o interior do seu táxi voador


A Uber tem trabalhado com a empresa aeroespacial francesa Safran para projetar um interior á medida para os seus táxis aéreos Uber, que espera estar a operar em pleno até 2023 . Na terça-feira, a Uber revelou a primeira maquete em escala real de uma dessas cabines na sua conferência Uber Elevate, dando-nos nossa primeira visão interna do futuro do transporte aéreo pessoal.

     Crédito de imagem: Uber / Safran


Pneus furados vão pertencer ao passado



A cabine sumptuosa apresenta uma abundância de couro preto e branco, com duas filas de assentos de passageiros acomodando um total de quatro pessoas. Há espaço para bagagem atrás da segunda fila de assentos e luzes azuis dão ao interior uma sensação de festa





"Através do processo com o Uber, tivemos seis modelos em escala real, com várias iterações em cada um, olhando para os assentos, revestimentos e posicionamento de janelas", disse o vice-presidente executivo da Safran Cabin, Scott Savian, numa conferencia de imprensa.




Os carros vão mudar mais na próxima década do que no ultimo século



"Não queremos excesso de peso ou custo, mas a missão também exige segurança, uma experiência de conforto para o utilizador e uma integração perfeita de todas as interações do passageiro", continuou ele. "Então, enquanto a cabine pode não ser perfeita em alguns aspectos, é foi concebida de propósito para esta missão


Tesla lança táxis sem condutor já no próximo ano





Fonte//Futurism




terça-feira, 11 de junho de 2019

Pneus furados vão pertencer ao passado


A Michelin, em parceria com a General Motors (GM), revelou o protótipo do Uptis, um pneu sem ar que será testado num veículo comercial muito em breve.
Essa não é a primeira vez que é desenvolvida uma tecnologia idêntica, mas as opções anteriores funcionavam apenas a baixas velocidades.
No novo pneu, a camada do meio é feita uma mistura composta de borracha e fibra de vidro embebida em resina, permite que o carro circule a velocidades normais de estrada.



Photo General Motors


É um pneu com um visual menos atraente que pneus convencionais, mas a Michelin afirma que é tão confortável como eles. Alem disso é muito mais barato, seguro e ambientalmente viável
O Uptis deve ter benefícios financeiros e de segurança imediatos. Embora não seja completamente invulnerável, os pneus furados e desgaste irregular se tornarão coisas do passado.



Photo General Motors

Os pneus furados têm sido uma grande dor de cabeça dos motoristas. Em 2016, uma pesquisa conduzida pela Associação Automobilística Americana estimou que assistiu a 450.000 motoristas com reparação de pneus furados. Perda de pressão ou simplesmente passar por cima de um objeto perfurante pode estourar um pneu, causando atrasos e acidentes.
Além disso, as empresas acreditam que o Uptis poderá durar mais do que um pneu normal, porque não pode ser desgastado por ter pouca ou demasiada pressão.





A tecnologia sem ar ainda elimina a necessidade de um pneu sobressalente (estepe), que acrescenta peso e diminui a economia de combustível.
Por fim, torna a produção de pneus mais eficiente. Sua existência deve reduzir o número de pneus jogados fora devido a danos, segundo a Michelin, 200 milhões de pneus são atirados fora por ano.
A GM começará a testar o Uptis em Michigan, nos EUA, no final de 2019 numa frota de carros elétricos Chevrolet Bolt.






Se tudo correr bem, a versão final deve chegar a produção regular de carros em 2024. A montadora não indicou se e quais modelos específicos usarão os novos pneus.
Também ainda não está claro se a Michelin venderia os pneus separadamente ou se os veículos precisariam de algum tipo de jante modificada para usa-los.


Fonte//Engadget

sábado, 25 de maio de 2019

Os carros vão mudar mais na próxima década do que no ultimo século


Embora pensemos que os nossos carros mudaram nos últimos 100 anos,  a verdade é que evoluiram mas a maneira como os conduzimos pouco mudou.
 Mas a mudança radical está chegando. Na próxima década, não apenas a energia motriz mas todo o conceito automóvel mudará completamente, e deixaremos de ser condutores.



Photo Pixabay

Hidrogénio, vantagens e desvantagens


Alguns carros já têm recursos básicos de automatização, mas os experiencias automóveis que atualmente estão sendo realizados por empresas como Uber e Google compõem uma pequena percentagem dos veículos que circulam nas nossas estradas. Até 2030, o carro padrão evoluirá de ajudas o motorista para assumir o controlo total de todos os aspetos da condução na maioria das condições de trânsito.





Essa automatização generalizada, juntamente com a eletrificação e o aumento da interligação tanto do carro quanto da sociedade, devem mudar a indústria automóvel de uma forma significativa, afetando tudo, desde a aparência dos carros até a maneira como passamos o tempo dentro deles, e principalmente como nos transportam do ponto A para o ponto B.
A primeira grande diferença que vamos notar entre os carros de hoje e os de 2030 são seus nomes. Assim como a Apple e a Samsung assumiram um mercado de telefonia móvel que a Nokia e a Blackberry dominaram, Tesla, Apple, Dyson e Google poderiam se tornar as marcas automóvel mais reconhecidas do futuro.





Eles provavelmente vão parecer muito diferentes também. Vistos de fora, as grandes entradas de ar e as grades frontais que refrigeram nossos motores de combustão não serão mais necessárias, enquanto os espelhos retrovisores serão substituídos por câmaras e sensores. As janelas podem ser maiores para permitir que os passageiros, que não precisam conduzir, aproveitem a vista ou quase não exijam privacidade. O Mercedes-Benz Vision URBANETIC demonstra estes novos visuais radicais com um veículo modular que pode mudar de corpo para movimentar cargas ou pessoas.
O interior dos carros será muito mais flexível, alguns permitindo a personalização de cor, luz, privacidade e layout com o toque de um botão. O recente carro conceito 360c da Volvo prevê um espaço multifuncional que pode se transformar numa sala, num escritório e até num quarto.






Os para-sol tornar-se-ão coisa do passado, com vidro inteligente que nos permite controlar a quantidade de luz do dia que entra ao toque de um botão. As portas do carro conceito Mercedes F015 possuem telas extras que podem funcionar como janelas ou sistemas de entretenimento.
Muitos carros serão equipados com sistemas de realidade aumentada, que irão sobrepor visuais gerados por computador no para-brisas ou noutras áreas de exibição adequadas, para aliviar o stress do passageiro.





Os motoristas poderão comunicar com os seus carros por meio de comandos verbais ou gestuais. Em modelos de ponta, podemos até ver algumas versões antigas de interfaces cérebro-computador, que associariam padrões de atividade cerebral a comandos para controlar o carro ou entreter os ocupantes. Tecnologia semelhante já foi usada para controlar membros protéticos e cadeiras de rodas.
A Internet sempre crescente em tudo tornar-se-á fundamental para a forma como nossos carros integrados nos transportam e comunicam-se com o mundo. Sensores projetados para reconhecer e se comunicar com sinais de trânsito atualizados, marcações, redes de câmaras, pedestres e outros veículos permitirão que os carros sincronizem seus movimentos, minimizando o consumo de combustível e melhorando o fluxo de tráfego. Os carros também poderão ajudar as autoridades a manter as infraestruturas rodoviárias, por exemplo, com sensores de pneus que os notificam sobre a deterioração das condições da estrada.




Quando os humanos escolhem conduzir, a tecnologia alerta os motoristas sobre colisões iminentes com outros veículos tenta evitá-los. É provável que as melhorias na tecnologia de sensores térmicos permitam que os carros vejam além da faixa de iluminação dos faróis dos carros. Se suficientemente padronizado e legislado para, essas tecnologias devem reduzir substancialmente o número de acidentes rodoviários, embora provavelmente após um pico inicial.
Embora os motoristas rurais provavelmente ainda possuam os seus carros, nas cidades não serão proprietários de automóveis e usarão veículos no género da Uber mas num patamar mais elevado. Em Moscovo, já são feitas diariamente 9 milhões desses trajetos, mais de 30 vezes mais do que no início de 2018.



Vários países e cidades anunciaram proibições da venda de novos carros a gasolina e diesel num futuro próximo, muitos até 2030. Os veículos mais antigos ainda estarão na estrada, portanto é improvável que os postos de gasolina desapareçam até essa data. No entanto, os fabricantes de automóveis já estão cada vez mais interessados em veículos que suportarão os combustíveis do futuro.


Precisamente como será esse futuro, não se sabe. A incerteza sobre se os carros híbridos atualmente populares serão incluídos na proibição de veículos pode desencorajar empresas e consumidores de investir muito nesse caminho. Os veículos totalmente elétricos representam apenas 2% do mercado global no momento, mas como seu preço cairá abaixo dos carros a gasolina até meados dos anos 2020 , sua participação de mercado certamente aumentará.






Depende também ainda da autonomia e tempo de carregamento, e neste momento os governos investem em redes de carregamento elétrico. Esperamos que os veículos totalmente elétricos sejam pelo menos uma opção viável para uma ampla gama de motoristas até 2030, mas avanços tecnológicos inovadores imprevisíveis poderiam facilmente mudar o futuro do combustível para veículos. Por exemplo, os cientistas estão trabalhando duro para resolver as dificuldades de produção e armazenamento que atualmente limitam o potencial de veículos movidos a hidrogênio limpos, de rápido abastecimento e de longo alcance.
O ano de 2030 pode não parecer muito distante, mas uma década é muito tempo para a tecnologia mudar. Em 2008, o primeiro iPhone acabara de ser lançado, e a mudança climática era uma questão de fundo para os governos e a comunicação social. Agora, a tecnologia e o discurso ambiental estão mudando a um ritmo sem precedentes. Portanto, não se surpreenda se olhar para os carros de hoje dentro de uma década e se perguntar: Como é que conseguimos mudar tanto??.


Grandes camiões da Nikola Motor movidos a hidrogénio




Fonte//The Conversation