segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Em busca da arca perdida. Será que existe mesmo?

Desde sempre, os caçadores de tesouros e historiadores andam fascinados com a descoberta da Arca da Aliança, que se acredita ter desaparecido por volta de 587 aC, quando Jerusalém foi destruída pelas forças invasoras da Babilônia.


A lenda bíblica descreveu a Arca como uma caixa de madeira coberta de ouro contendo as duas tábuas de pedra dos Dez Mandamentos que foram dadas a Moisés por Deus.

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Existem teorias sobre o seu possível paradeiro, umas indicam que está escondido sob o Monte do Templo, outras que esta na posse de uma tribo na África, e mesmo que está no poder dos  EUA.

O Daily Star Online pesquisou os locais prováveis do seu paradeiro, e chegou a conclusão que o mais óbvio é que a Arca da Aliança ainda permanece escondida nas profundezas do Monte do Templo em Jerusalém.

A mais de 76 milhas de distância há outra localização possível da Arca, no Lago Tiberíades, mais conhecido como o Mar da Galileia, que alguns teóricos acreditam que é o lugar onde a arca pode estar no fundo das aguas.

No outro lado da fronteira, a Jordânia também é considerada uma possível localização da Arca, com trechos dos antigos textos cristãos sugerindo que ela estava escondida no Monte Nebo.

Até mesmo a Grã-Bretanha afirma que tem suas próprias localizações de arca, assim como a França, com uma teoria afirmando que os Cavaleiros Templários esconderam a caixa sagrada na Catedral de Nossa Senhora de Chartres.

Para não ficar para trás, os cristãos etíopes, também, afirmam ser os atuais detentores da Arca da Aliança, dizendo que é mantida sob guarda na Igreja de Nossa Senhora Maria de Sião depois de ter sido trazida para este país africano num navio em cerca de 1.000 aC pelo filho do rei Salomão, Menelik.

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Outros dois locais possíveis são a Itália e o Egito. No último caso, os caçadores de arca afirmam que o baú foi realmente encontrado quando Howard Carter descobriu o túmulo do rei Tut em 1922.

Fotos de dentro do túmulo revelaram um objeto suspeito parecido com uma Arca com uma estátua de Anúbis no topo.

E por último, mas certamente não menos importante, algumas teorias afirmam que a Arca pode estar realmente nos Estados Unidos, tendo sido levada para lá em 1914 para protegê-la da Primeira Guerra Mundial.

Com a ausência de qualquer prova histórica sobre o que aconteceu com a Arca, alguns questionam se tal objeto alguma vez existiu.



Fonte//SputnikNews

Fundador do WikiLeaks revela ameaça á humanidade

Antes de lhe terem cortado quase todos os meios de comunicação com o mundo exterior em Março, o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, que permanece na Embaixada do Equador em Londres, compartilhou sua visão sobre as ameaças que a humanidade enfrenta em relação ao desenvolvimento de IA e proteção de dados.

Photo Reuters


Um dos mais famosos denunciantes dos “podres” do mundo atual, Julian Assange, procurado pelos EUA por divulgar documentos confidenciais através de seu site WikiLeaks ,na guerra do Iraque durante quase uma década, previu um cenário sombrio e muito instável em relação à civilização tecnológica, alegando que o mesmo não se prolongará por muito tempo por causa da competição muito rápida no mundo da informação.

“Pode-se produzir inteligências artificiais muito robustas e que podem ser usadas pelos vários países. Isso pode ver-se nos Estados Unidos e na China. Essas duas forças vão conquistar todo o mercado. A rápida concorrência entre eles com o apoio dos países associados a exacerbação da competição comercial através da competição geopolítica levará a um desejo incontrolável de crescimento da capacidade de inteligência artificial, podendo causar a um  grave conflito. Sendo essa é a nossa maior ameaça ”, disse ele no vídeo, gravado antes de quase ficar incomunicável, e divulgado pelos organizadores do World Ethical Data Forum em Barcelona.

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De acordo com o fundador do WikiLeaks, "a competição geopolítica das maiores empresas de inteligência artificial" está preparada para "acelerar um processo que os seres humanos perderão o controlo". “As instituições só progridem devido á concorrência, e vão crescendo em tamanho e dominando o mercado, competindo com as rivais, e aproveitam qualquer vantagem para de distanciar nessa concorrência.





Tudo o que eles produzem tem esse DNA. É para onde caminhamos, e essa é a grave ameaça para os seres humanos em geral e todos seus os negócios. Talvez a resposta para essa ameaça seja que ensinar as pessoas muito sobre a segurança no uso do computador e internet.

A capacidade emergente de grandes entidades e empresas privadas de fazer recolha de dados em massa sobre pessoas, em combinação com a aplicação da Inteligência Artificial (IA), desempenhou um papel significativo. Com o Google, Baidu, Tencent, Amazon e Facebook “basicamente recolhendo informação sobre as pessoas, quando trocamos qualquer tipo de comunicação”, esse modelo clássico, chamado “capitalismo de vigilância”, mudou .



“É uma mudança econômica realmente muito importante e severa. Que é tomar o modelo do capitalismo de vigilância e transformá-lo em um modelo que ainda não tem nome, um "modelo de IA(inteligência artificial)", ou seja usar esta vasta fonte de informaçao para treinar Inteligências Artificiais de diferentes tipos. Isso substituiria não apenas os setores intermediários, a maioria das coisas que fazemos na internet é, de certo modo, uma intermediação mais eficiente”, afirmou.


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É preciso muito cuidado contra a crescente vulnerabilidade dos dados pessoais, que são cada vez mais alvo e roubados por criminosos

“Esta geração que está nascendo agora… é a última geração livre”.  A partir daí um ser humano nasce e, imediatamente ou dentro de um ano, é conhecido mundialmente. A sua identidade de uma forma ou de outra, fica conhecida como resultado de seus pais colocando seu nome e fotos em todo o Facebook ou como resultado de aplicações de seguro ou solicitações de documentos de identificação, passa a ser conhecida por todas as principais potências mundiais. Essa é uma situação muito diferente da que antes costumava ser ”, afirmou ele no vídeo.

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, reside  na Embaixada do Reino Unido no Equador desde 2012, temendo que o Reino Unido possa extraditá-lo para os EUA, onde ele poderá ser acusado pela publicação do WikiLeaks de documentos militares e diplomáticos postados. Recentemente, o presidente equatoriano, Lenin Moreno, abordou a hipótese de expulsar Assange da embaixada, mas observou que o Reino Unido deve primeiro garantir a segurança do ativista. As suas declarações fizeram a comunicação social acreditar de que o Equador poderia revogar o asilo de Assange e que ela poderia sair voluntariamente devido ao agravamento do seu estado de saúde.



Fonte// SputnikNews

Descoberto altar Maia com 1500 anos

Um grupo de arqueólogos descobriu um altar de pedra esculpida com quase 1.500 anos na antiga cidade maia de La Corona, no interior do norte da Guatemala.

A descoberta, anunciada em 12 de Setembro no Museu Nacional de Arqueologia e Etnologia da Cidade da Guatemala, é o mais antigo monumento encontrado no sítio La Corona do período Maia , que durou de 250 a 900 dC.

 

"A descoberta deste altar permite-nos identificar um rei inteiramente novo de La Corona que aparentemente tinha estreitos laços políticos com a capital do reino Kaanul, Dzibanche, e com a cidade vizinha de El Peru-Waka",  segundo afirmações de Marcello Canuto, diretor de O Instituto de Pesquisa da América Central da Universidade de Tulane e co-diretor do Projeto Arqueológico Regional La Corona (PRALC).

 

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O altar, esculpido numa grande laje de calcário, representa o rei anteriormente desconhecido - Chak Took Ich'aak ,carregando uma serpente de duas cabeças. Este animal não é uma coincidência, os governantes da dinastia Kaanul também eram conhecidos como os "reis da cobra", de acordo com a National Geographic .

Ao lado dessa escultura, há uma coluna de hieróglifos que mostra o final do período de meio katun no calendário maia de contagem longa , em que um katun é uma unidade de tempo, indicando uma data que corresponde a 12 de maio de 544.

 

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"Durante vários séculos, os reis Kaanul dominaram grande parte das planícies maias", disse Tomas Barrientos, co-diretor do projeto e diretor do Centro de Pesquisa Arqueológica e Antropológica da Universidade do Vale da Guatemala. "Este altar contém informações sobre suas primeiras estratégias de expansão, demonstrando que a Corona desempenhou um papel importante no processo desde o início."

Canuto e Barrientos estudam La Corona desde 2008, dirigindo escavações, traduzindo hieróglifos e pesquisando a área com uma tecnologia que usa bilhões de feixes de luz para mapear a topografia do terreno, tendo feito também análises químicas e materiais.

 

Fonte// LivesCiense