sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Brexit pode prejudicar companhias aéreas europeias

Negociações fracassadas entre Londres e Bruxelas nos termos da retirada do Reino Unido da União Europeia pode ter um efeito negativo nas companhias aéreas europeias, apontava um relatório da Moody's Investors Service na  ultima quinta-feira.





"Um Brexit não negociado poderia ser significativamente negativo para as companhias aéreas europeias. Poderia dar a capacidade de uma companhia aérea em aumentar a produtividade, e gerar eficiências de custo no que ainda é um ambiente de mercado competitivo que é a Europa. Disse a vice-presidente da Moody's, Jeanine Arnold, autora do relatório.



A Moody's acredita que o Reino Unido e a União Europeia chegarão a um acordo sobre os acordos de aviação existentes após o Brexit,  o que significa que o impacto nos perfis das empresas e nas métricas financeiras das companhias aéreas da UE será minimizado, bem como os riscos que as companhias aéreas podem enfrentar.

Veja Tambem Filmagem mostra estranho objeto nos céus de El Paso


"Se os riscos se materializarem, as implicações financeiras poderão ser graves a curto prazo, mas modestas no longo prazo, porque mais tempo deve permitir que acordos abrangentes sejam alcançados e as companhias aéreas ajustem suas operações", informou a Moody's

Em junho de 2016, o Reino Unido votou em um referendo para abandonar a União Europeia e deverá fazê-lo até 29 de março de 2019. No entanto, Londres e Bruxelas estão preocupadas com um possível cenário de não conseguir negociar no Brexit , principalmente  em questões melindrosas como as aduaneiras.



Fonte//SputnikNews

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Foca a lutar com polvo atinge caiaque

Esta foi a recente experiência do aventureiro Kyle Mulinder, que estava no seu caiaque com alguns amigos na costa de Kaikoura, na Nova Zelândia, quando uma foca saltou das águas, numa batalha com um polvo, dando um valente encontrão no canonista.




"Não tenho certeza de quem ficou mais surpreendido, a foca, o polvo ou eu" , escreveu ele no Instagram, onde postou imagens do bofetão monumental.


Veja Tambem Mergulhadores encontram lula gigante numa praia da Nova Zelândia


O vídeo foi publicado pela primeira vez pelo amigo de Mulinder, Taiyo Masuda , sendo ambos os criadores de conteúdo para a marca GoPro, e estavam precisamente num excursão de caiaque para testar as câmaras mais recentes da empresa.

Nas filmagens, ouvimos gritos de adrenalina logo após o encontrão, com Mulinder repetidamente gritando "Há um polvo no meu barco!"


Como se constata, o cefalópode agarrou-se ao caiaque após o encontro com o predador, que desistiu da refeição e provavelmente nadou até algumas águas mais calmas para retomar a caça.

Parece que na costa de Kaikoura tais batalhas entre focas e polvos são bastante comuns, já que no ano passado aconteceu um outro caso, capturado pelo guia de caiaque Conner Stapley.

Veja Tambem Russia cria “Parque Jurassico” para clonar animais extintos


"Este polvo não tinha hipótese. As focas adoram comê-los e comem até 7 kg de polvo por dia, por aqui é uma parte importante de sua dieta", disse Stapley na ocasião, descrevendo como o animal foi rasgado,  chegando pedaços a em caiaques próximos.



Pelo menos desta vez, o cefalópode teve sorte.

Fonte //SienceAlert

O clima poderá fazer EUA perderem biliões de dólares.

Os EUA sofrerão mais do que todos com o aquecimento global, com o aumento do nível do mar e com outras consequências da mudança climática, que irão "devorar" anualmente uns 250 biliões de dólares da economia americana, concluíram cientistas em artigo publicado na revista Nature Climate Change.




"Nós descobrimos uma falsidade absoluta muito popular hoje em dia de que no Acordo de Paris os EUA se beneficiam menos do que a China e outros países. Centenas de diferentes cenários mostram que os EUA mais fortemente sentirão as consequências do aquecimento, mesmo que sejam comparados a outras grandes economias", declarou Kate Ricke da Universidade da Califórnia, EUA.

Para evitar esses cenários, os países assinaram em Dezembro de 2015 o primeiro Acordo de Paris para combater o aquecimento global, comprometendo-se a reduzir consideravelmente a emissão de gases nas próximas décadas.

Veja Tambem As mudanças climáticas podem alterar todo o mundo


Hoje não há dúvidas de que o aquecimento global existe e que está mudando radicalmente a aparência do planeta.

Até a saída de Washington do acordo, muitos meteorologistas avaliaram as hipóteses do acordo ser cumprido. Isso por diferentes razões, como por exemplo, acordo de compromisso, no qual há muitas concessões aos países de terceiro mundo, ou obrigações impraticáveis nalguns países, como os EUA.




Ricke e seus colegas conferiram a verdade sobre a saída dos EUA do Acordo de Paris, utilizando como justificativa a economia, assim como ponto de vista climático, sobre o que declarou repetidamente o presidente Donald Trump. Para isso, os cientistas reuniram numa lista todas as possibilidades económicas e sociais, relacionadas com o aquecimento global, e mensuraram o "impacto" na economia de acordo com cada factor, mostrando como resultado, que o aquecimento global será absolutamente diferente em cada país.


Veja Tambem Mudanças climáticas fazem aumentar número de mortes


Os cientistas citam como exemplo que os países do Hemisfério Norte, como a Rússia, o Canadá e os da União Europeia, não serão atingidos, pelo contrário, a vida nesses lugares será melhor devido à temperatura.



Já muitos países do Hemisfério Sul serão atingidos fortemente, porém as nações que sofrerão as maiores consequências do aquecimento global serão os EUA e a Índia, com perda de 250 e 206 biliões de dólares, respectivamente, por ano. Além deles, no top cinco da lista, estão México, China e Brasil.



Fonte//SputnikNews