sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Há um ‘Vórtice de Extinção Perigoso’ numa das florestas mais importantes do mundo

Séculos de exploração humana na Mata Atlântica do Brasil deixaram quase “limpa”, uma das florestas mais importantes do mundo.

Mais da metade das espécies de mamíferos da floresta subtropical foram destruídas desde que os europeus colonizaram a região no século 16, de acordo com o estudo publicado na revista PLOS One na terça-feira





A floresta foi reduzida de mais de 1,1 milhões de quilômetros quadrados (420.000 milhas quadradas) para apenas 0.143 quilômetros quadrados (0,06 milhas quadradas) desde a colonização no século 16, em grande parte de atividades humanas, como exploração madeireira e agricultura.



E essas atividades prejudicaram gravemente a biodiversidade da floresta.

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"Esses habitats são agora manchas quase desertas e presas num vórtice de extinção em aberto. Esse colapso é sem precedentes tanto na história quanto na pré-história é diretamente atribuído à atividade humana", disse em comunicado Carlos Peres, um biólogo da Universidade de East Anglia e um dos principais autores do estudo.

Para entender  o impacto causado pelo homem nas populações locais de mamíferos, os investigadores compararam os inventários de mamíferos de médio e grande porte da floresta dos últimos 30 anos, com registos básicos de quando a área foi colonizada pela primeira vez por europeus no século XVI.



Analisaram espécies individuais, bem como grupos de espécies ecologicamente relacionadas, para ver quais foram as mais afetadas.

Os predadores , como jaguares e onças-pardas, bem como os herbívoros de grandes dimensões como as antas, estavam entre os mais atingidos.

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Os mamíferos desempenham um papel crítico na ecologia florestal, particularmente regulando as populações e equilibrando a cadeia alimentar, ajudando as plantas a dispersar suas sementes com seus excrementos

"A diversidade de mamíferos da outrora majestosa Mata Atlântica foi amplamente reduzida a uma sombra pálida do que já foi", afirmou  Peres.



Fonte//SienceAlert

Brexit pode prejudicar companhias aéreas europeias

Negociações fracassadas entre Londres e Bruxelas nos termos da retirada do Reino Unido da União Europeia pode ter um efeito negativo nas companhias aéreas europeias, apontava um relatório da Moody's Investors Service na  ultima quinta-feira.





"Um Brexit não negociado poderia ser significativamente negativo para as companhias aéreas europeias. Poderia dar a capacidade de uma companhia aérea em aumentar a produtividade, e gerar eficiências de custo no que ainda é um ambiente de mercado competitivo que é a Europa. Disse a vice-presidente da Moody's, Jeanine Arnold, autora do relatório.



A Moody's acredita que o Reino Unido e a União Europeia chegarão a um acordo sobre os acordos de aviação existentes após o Brexit,  o que significa que o impacto nos perfis das empresas e nas métricas financeiras das companhias aéreas da UE será minimizado, bem como os riscos que as companhias aéreas podem enfrentar.

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"Se os riscos se materializarem, as implicações financeiras poderão ser graves a curto prazo, mas modestas no longo prazo, porque mais tempo deve permitir que acordos abrangentes sejam alcançados e as companhias aéreas ajustem suas operações", informou a Moody's

Em junho de 2016, o Reino Unido votou em um referendo para abandonar a União Europeia e deverá fazê-lo até 29 de março de 2019. No entanto, Londres e Bruxelas estão preocupadas com um possível cenário de não conseguir negociar no Brexit , principalmente  em questões melindrosas como as aduaneiras.



Fonte//SputnikNews

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Foca a lutar com polvo atinge caiaque

Esta foi a recente experiência do aventureiro Kyle Mulinder, que estava no seu caiaque com alguns amigos na costa de Kaikoura, na Nova Zelândia, quando uma foca saltou das águas, numa batalha com um polvo, dando um valente encontrão no canonista.




"Não tenho certeza de quem ficou mais surpreendido, a foca, o polvo ou eu" , escreveu ele no Instagram, onde postou imagens do bofetão monumental.


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O vídeo foi publicado pela primeira vez pelo amigo de Mulinder, Taiyo Masuda , sendo ambos os criadores de conteúdo para a marca GoPro, e estavam precisamente num excursão de caiaque para testar as câmaras mais recentes da empresa.

Nas filmagens, ouvimos gritos de adrenalina logo após o encontrão, com Mulinder repetidamente gritando "Há um polvo no meu barco!"


Como se constata, o cefalópode agarrou-se ao caiaque após o encontro com o predador, que desistiu da refeição e provavelmente nadou até algumas águas mais calmas para retomar a caça.

Parece que na costa de Kaikoura tais batalhas entre focas e polvos são bastante comuns, já que no ano passado aconteceu um outro caso, capturado pelo guia de caiaque Conner Stapley.

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"Este polvo não tinha hipótese. As focas adoram comê-los e comem até 7 kg de polvo por dia, por aqui é uma parte importante de sua dieta", disse Stapley na ocasião, descrevendo como o animal foi rasgado,  chegando pedaços a em caiaques próximos.



Pelo menos desta vez, o cefalópode teve sorte.

Fonte //SienceAlert