domingo, 30 de setembro de 2018

Civilização maia revelada sob a espessa vegetação da selva da Guatemala

Mais de 61 mil estruturas maias antigas , desde grandes pirâmides a casas individuais , que  estavam ocultas na densa cobertura florestal na Guatemala, foram descobertas, revelando pistas sobre as práticas agrícolas, infraestrutura, política e economia da cultura antiga.




A selva guatemalteca é muito fechada e difícil de explorar, então os investigadores usaram um método conhecido como "Maya Lidar" que usa a  deteção de luz e alcance para mapear o terreno . As imagens da sonda foram captadas durante levantamentos aéreos da planície maia , numa região com mais de 2.100 quilómetros quadrados

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A pesquisa aérea abrangeu 12 áreas separadas em Petén, na Guatemala, e incluiu assentamentos maias rurais e urbanos. Depois de analisar as imagens, que incluíam casas isoladas, grandes palácios, centros cerimoniais e pirâmides, os investigadores determinaram viviam nas terras baixas maias cerca de 11 milhões de pessoas durante o período clássico, entre 650 e 800 dC . Este número coincide com cálculos anteriores  com o anteriores.

Teria sido necessário um enorme trabalho agrícola para sustentar uma população tão grande, disseram os investigadores. Assim, não foi surpresa quando a pesquisa da empresa revelou que grande parte das áreas húmidas da região foram modificadas para permitir a agricultura.

No total, os levantamentos revelaram cerca de 362 quilómetros quadrados de terraços e outras terras agrícolas, além de outros 958 quilómetros quadrados de terras agrícolas.


Além disso, a análise revelou 40 quilómetros quadrados de redes rodoviárias dentro e entre cidades e lugarejos distantes, alguns dos quais fortemente fortificados

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"Visto como um todo, os terraços e canais de irrigação, reservatórios, fortificações e caminhos revelam uma incrível modificação nos terrenos para os tornar habitáveis  e para agricultura numa escala inimaginável", disse Francisco Estrada-Belli, professor assistente de pesquisa de antropologia. na Universidade de Tulane e diretor do Projeto Arqueológico Holmul.



Fonte// LivesCiense

sábado, 29 de setembro de 2018

National Geographic 'drena os oceanos' para desvendar desaparecimentodo voo MH370

National Geographic emitiu um documentário, no âmbito do projeto “Drain the Oceans”, no qual sustenta que o voo MH370 caiu de forma vertiginosa até embater na água.

O documentário, emitido pelo canal televisivo National Geographic, centra-se nos últimos momentos do voo MH370, misteriosamente desaparecido no oceano Índico.



As causas do desaparecimento do Boeing 777, que fazia um voo entre Kuala Lumpur, na Malásia, e Pequim, na China, continuam a ser um dos mistérios primordiais da aviação que, quatro anos depois, continua a captar a atenção das pessoas. A aeronave, que tinha a bordo 227 passageiros e 12 tripulantes, desapareceu dos radares e, até hoje, não se sabe o que aconteceu.


Em julho deste ano, adianta a Visão, o relatório final concluiu que a “equipa não é capaz de determinar o verdadeiro motivo que levou ao desaparecimento do MH370. Não há informações suficientes que determinem se a aeronave se partiu no ar ou durante o impacto com o oceano“.
o entanto, apesar de o relatório não avançar com explicações, o novo documentário Drain The Oceans: Malaysia Airlines 370, do National Geographic, põe em causa esta teoria. No programa é referido que o avião estava completamente intacto antes de entrar numa vertiginosa descida em espiral e cair no oceano Índico.

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O avião estava em modo de piloto-automático quando o motor direito falhou devido a falta de combustível. Acredita-se, porém, que o piloto-automático terá corrigido a falha deste motor. No entanto, o da esquerda também parou, cerca de dois minutos depois, pelo que terá sido nessa altura que o avião guinou para a esquerda.

Acredita-se que o avião terá entrado então num mergulho em espiral, com a asa esquerda apontada quase na vertical para baixo, sendo que era impossível alguém sobreviver, ressalvam os engenheiros entrevistados para o documentário.

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Apesar de o relatório referir que a aeronave poderá ter voado cerca de 225 quilómetros sem combustível, no documentário diz-se que caiu no oceano Índico muito antes disso.

Apesar das buscas realizadas, financiadas pelos Governos de vários países, a aeronave nunca chegou a ser encontrada. Foram apenas encontrados alguns pedaços do avião nas ilhas Maurícias, costa da Tanzânia, Moçambique, África do Sul.



Fonte //SputnikNews

Sismo e tsunami fazem centenas de mortos na Indonésia

Um forte sismo seguido de tsunami que atingiu a ilha de Celebes, na Indonésia, fez 384 mortos e centenas de feridos, anunciou a agência de gestão de catástrofes num novo balanço.

A maioria das vítimas registou-se em Palu, cidade com cerca de 350.000 habitantes na costa oeste de Celebes, indicou Sutopo Purwo Nugroho, porta-voz da agência de catástrofes, que pediu “pessoal, voluntários e equipamento específico” para ajudar nas operações de socorro e limpeza.



Há também 540 feridos e 29 desaparecidos, segundo dados provisórios, acrescentou o porta-voz da agência, em conferência de imprensa em Jacarta. Os hospitais de Palu que mais mortes reportaram à agência situam-se em Bhayangkara (161) e em Undata Mamboro Palu (141).

A catástrofe deixou mais de mil edifícios destruídos ou danificados e a missão mais importante agora é restabelecer a luz e as comunicações. Técnicos de telecomunicações e transporte aéreo que chegaram esta manhã ao aeroporto de Palu já estão a trabalhar na reparação de algumas instalações elétricas danificadas.

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Segundo explicou Sutopo Purwo Nugroho, porta-voz da agência indonésia de prevenção das catástrofes. “Quando a ameaça do tsunami foi pressentida havia pessoas nas praias que não fugiram e acabaram por ser vítimas“.

O aeroporto de Palu, que opera voos nacionais, continua encerrado desde sexta-feira, após danos causados pelo sismo, que também afetou pontes, hospitais e portos. Estão a funcionar os aeroportos de Poso, Toli-Toli, Luwuk Bangai e Mamuju, todos na mesma região.

As autoridades confirmaram a formação do tsunami depois de vários vídeos locais mostrarem nas redes sociais como Palu, situada numa estreita baía, era atingida com força pelas ondas. A agência de geofísica emitiu um alerta de tsunami após o terramoto para advertir para ondas entre meio metro e um máximo de três metros na zona de Palu.

Segundo os vídeos gravados por particulares, a tromba de água que entrou na praia Talise de Paulu arrastou estruturas e veículos da costa e chegou a uma mesquita já afetada pelo terramoto, por entre os gritos dos residentes.

O terramoto de 7,5 na escala de Richter foi precedido, três horas antes, por outro de 6,1, que provocou a morte a uma pessoa e ferimentos em 10, além do desabamento de várias casas.

 
Anel de fogo

A Indonésia assenta sobre o chamado Anel de Fogo do Pacífico, uma zona de grande atividade sísmica e vulcânica onde em cada ano se registam cerca de 7.000 terramotos, a maioria moderados.

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O Anel de Fogo do Pacífico é um arco de linhas de falhas na Bacia do Pacífico com mais de 400 vulcões, dos quais pelo menos 129 continuam ativos. A região, com grande atividade sísmica e vulcânica, regista cerca de sete mil terramotos por ano – na sua grande maioria moderados.

Entre 29 de junho e 19 de agosto, pelo menos 557 pessoas morreram e quase 400.000 ficaram deslocadas devido a quatro terramotos de magnitudes compreendidas entre 6,3 e 6,9, que sacudiram a ilha indonésia de Lombok.



Fonte //Zap