sexta-feira, 5 de outubro de 2018

The Ocean Cleanup inicia projeto para remover o plástico dos oceanos

Um projeto para remover o plástico da Grande Mancha de Lixo do Pacífico recebeu luz verde e fez testes bem-sucedidos na Costa da California


A ONG ambiental The Ocean Cleanup informou que vai avançar com  este projeto. Os testes realizados com a ajuda de um rebocador offshore da Maersk Supply Service foram bem-sucedidos, cumprindo todos os requisitos para o sistema que consiste num flutuador em forma de serpente, que depois toma a forma de um U.  foi testada a  velocidade e sua capacidade de se reorientar quando a direção do vento e da ondulação  mudar, assim como  sua resistência ao desagaste do ambiente hostil do Oceano Pacífico.

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O sistema partiu a reboque para a Great Pacific Garbage Patch na manhã de quarta-feira, á velocidade de dois ou três nós. A viagem deverá demorar várias semanas. A campanha de deve durar até meados de novembro, segundo informação da Ocean Cleanup.

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O sistema de remoção de plástico da Ocean Cleanup e constituído por telas flutuantes de três metros de profundidade para recolher os detritos para reciclagem. As telas estão suspensas de um flutuador flexível de cerca de 600 metros de comprimento, disposto em forma de U para recolher os resíduos. O sistema foi projetado para recolher até uma tonelada de plástico por semana em condições ideais. A Ocean Cleanup afirma que, se fosse implantado em todo o mundo e combinado com o controle de resíduos em terra, o sistema poderia remover 90% da poluição mundial por plásticos oceânicos.

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São lançados ao mar em media entre  90.000 a 270.000 toneladas por semana, de acordo com uma estimativa publicada na Science em 2015. Investigadores do Centro Helmholtz de Pesquisa Ambiental acreditam que dez dos sistemas fluviais na Ásia e na África são responsáveis ​​por 95 por cento da poluição por plásticos oceânicos em todo o mundo, e a Ocean Cleanup estima que cerca de 85 por cento do total seja proveniente de centros populacionais asiáticos.



Fonte //MaritimeExecutive

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Google lança;Project Stream; mas apenas nos Estados Unidos

A Google anunciou na passada segunda-feira que está em fase de lançamento do “Project Stream”.

O “Project Stream” é uma ferramenta que permitirá aos utilizadores jogarem  os grandes lançamentos dos  jogos diretamente no seu navegador de internet, o Google Chrome.




No dia 5 de Outubro, o Google permitirá  o acesso a uma  quantidade limitada de utilizadores para  experimentar o serviço gratuitamente, jogando o  “Assassin’s Creed Odyssey”, que será lançado pela Ubisoft em todo o mundo nesse dia.

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Os videogames normalmente exigem que se faça o  download e a instalação ocupa muito  espaço no HD e exigem muito do hardware, mas o novo projeto do Google acaba com todas essas necessidades. É somente necessário uma conta Google e ligação á internet de pelo menos 25 megabits por segundo para aceder aos “Project Stream” É também exigido ter mais de 17 anos de idade e residir nos EUA.

Pode tentar fazer a sua inscrição no Project Stream (aqui.)



Veja em um vídeo do  jogo “Assassin’s Creed Odyssey”  via Project Stream no Google Chrome:





Fonte//Geekleague

Hackers norte-coreanos ganham milhões roubando bancos

Um novo relatório de uma empresa norte-americana de segurança com fins lucrativos afirma que hackers norte-coreanos têm roubado bancos por todo o mundo. Os relatórios indicam que centenas de milhões de dólares foram roubados pelos hackers.



A FireEye, com sede na Virgínia, afirmou num post no seu blog nesta quarta-feira, que um grupo apelidado de APT38 "é responsável por conduzir crimes financeiros em nome do regime norte-coreano, roubando milhões de dólares dos bancos em todo o mundo".

Nos últimos quatro anos, o grupo realizou operações contra alvos em 11 países e 16 organizações e tentou roubar mais de US $ 1,1 bilhão a instituições financeiras, diz o relatório. O grupo atua muito lentamente e pode estar dentro de uma rede alvo por longos períodos sem ser notado, de acordo com a FireEye, o APT38 permaneceu, em média, dentro de uma rede de vítimas aproximadamente 155 dias.

"Este é um grupo muito organizado, destruirá as redes e roubará milhões e milhões de dólares", disse um executivo sênior da empresa na quarta-feira.

Segundo a FireEye. o grupo é  motivado financeiramente, embora também se envolva em missões de recolha e reconhecimento de informações cibernéticas. Notavelmente, a FireEye acusou a APT38 de penetrar em servidores SWIFT como parte de um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro.

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A FireEye afirmou em Agosto que centenas de contas do Facebook e do Twitter com origem no Irão"  foram banidas pelas plataformas. Semanas depois, o Departamento de Estado dos EUA citou as contas banidas numa declaração sobre "A ameaça do Irão à segurança cibernética".

O desenvolvedor da Web, Chris Garaffa, disse que é preciso ser cauteloso antes de classificar as alegações de hackers como fatos consensuais. "Ao contrário da maioria dos meios de comunicação dos EUA e do Ocidente que publicam imediatamente as conclusões do relatório sem esperar as análises, os analistas de segurança levarm algum tempo para investigar o relatório da FireEye versus outras informações para chegar a uma conclusão",

Embora a FireEye seja uma organização bem-sucedida, é uma empresa privada baseada nos EUA que atende principalmente agências e empresas do governo norte-americano e sua liderança tem ligações com o Pentágono e as indústrias de defesa, o que não a torna necessariamente imparcial, e isso precisa ser levado em consideração.

A In-Q-Tel  da CIA e a FireEye assinaram um acordo de desenvolvimento estratégico de investimento e tecnologia em 2009, embora a FireEye tenha afirmado em 2014 que nunca ter sido uma empresa da CIA".

Garaffa também diz que há um elemento de "hipocrisia ocidental" em jogo, já que "o governo dos EUA e seus aliados lançam regularmente ataques cibernéticos a outros países ...

Quando os EUA declararam uma guerra cibernética contra o resto do mundo, faz todo o  sentido os seus alvos se defenderem e retaliarem. "



Fonte//SputnikNews