sábado, 15 de dezembro de 2018

Viagem no tempo é tecnicamente possível



Viajar no tempo sempre despertou a imaginação de físicos e leigos. Mas será realmente possível?
Se pudéssemos viajar á da velocidade da luz, ou na proximidade de um buraco negro, o tempo diminuiria, permitindo-nos viajar arbitrariamente para o futuro. A questão realmente interessante é se podemos viajar de volta ao passado.


Photo GettyImages



A teoria geral da relatividade de Einstein permite a possibilidade de distorcer o tempo de tal modo que ele se dobra sobre si mesmo, resultando em um loop temporal. Imaginemos viajar nesse ciclo. Isso significa que em algum momento, acabaríamos num momento do passado e começaríamos a viver momentos já vividos, tudo de novo, um pouco como o deja vu, exceto que iriamos perceber isso.

Tais constructos são frequentemente referidos como "curvas fechadas do tipo tempo" ou CTCs na literatura de pesquisa, e popularmente referidas como "máquinas do tempo". As máquinas do tempo são um subproduto de esquemas de viagem eficazes e mais rápidos do que a luz e entendê-las pode melhorar nossa compreensão sobre como o universo funciona.


Nas últimas décadas, físicos bem conhecidos como Kip Thorne e Stephen Hawking fizeram trabalhos seminais sobre modelos relacionados a máquinas do tempo.
A conclusão geral que emergiu de pesquisas anteriores, incluindo as de Thorne e Hawking, é que a natureza proíbe os ciclos de tempo.
Isso talvez esteja mais bem explicado na " Conjectura de Proteção Cronológica ", de Hawking , que essencialmente diz que a natureza não permite mudanças no seu passado, poupando-nos assim dos paradoxos que podem surgir se a viagem no tempo fosse possível.


Photo Pixabay


Talvez o mais conhecido entre esses paradoxos que emergem devido à viagem no tempo para o passado é o chamado "paradoxo do avô", em que um viajante volta ao passado e mata seu próprio avô.
Isso altera o curso da história de uma maneira que surge uma contradição: o viajante nunca nasceu e, portanto, não pode existir.
Tem havido muitos enredos de filmes e novelas baseados nos paradoxos que resultam da viagem no tempo, os mais populares talvez sejam, Back to the Future e o Dia da Marmota .






Dependendo dos detalhes, diferentes fenômenos físicos podem intervir para impedir que curvas fechadas de tempo se desenvolvam nos sistemas físicos. O mais comum é o requisito para um determinado tipo de matéria "exótica" que deve estar presente para que um ciclo de tempo exista.
Vagamente falando, matéria exótica é a matéria que tem massa negativa. O problema é que a massa negativa não é conhecida na natureza.
Caroline Mallary, uma estudante de doutorado na Universidade de Massachusetts Dartmouth publicou um novo modelo para uma máquina do tempo na revista Classical & Quantum Gravity .
Este novo modelo não requer nenhum material exótico de massa negativa e tem um design muito simples.


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O modelo de Mallary consiste em dois carros super compridos, construídos de material que não é exótico e tem massa positiva estacionados lado a lado. Um carro avança rapidamente, deixando o outro estacionado. Mallary consegui demonstrar que, em tal configuração, há um loop temporal no espaço entre os carros.
O modelo de Mallary exige que o centro de cada carro tenha densidade infinita. Isso significa que eles contêm objetos, chamados  singularidades, com densidade, temperatura e pressão infinitas.




Além disso, ao contrário das singularidades que estão presentes no interior dos buracos negros, o que as torna totalmente inacessíveis do exterior, as singularidades no modelo de Mallary são completamente visíveis ​​e, portanto, têm verdadeiros efeitos físicos.
Esses tais objetos peculiares não existem na natureza, então, infelizmente, essa máquina do tempo não estará disponível tão cedo.
No entanto, este trabalho mostra que os físicos podem ter que alterar suas teorias sobre o porquê de curvas fechadas semelhantes ao tempo serem impossíveis.


//Sciencealert







sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Volkswagem ID mantem-se igual ao apresentado em 2016


Apresentado no Salão de Paris de 2016, o novo elétrico da Volkswagen, o ID deverá ter o seu lançamento oficial no início de 2020, não devendo mudar praticamente nada em relação ao conceito apresentado.
Photo VW

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 Recentemente, o chefe de design da VW, Klaus Bischoff adiantou que as proporções, as sugestões de design e até o tamanho das rodas são os mesmos do protótipo., Só não vai manter os espelhos retrovisores com câmaras por razões legais, nem as maçanetas elétricas devido ao custo, de restou é tudo igual.
Photo VW







As dimensões originais também devem ser mantidas, sendo as do protótipo de 4,10 metros de comprimento (15,5 cm menos que o Golf), 1,53 m de altura e 1,80 m de largura, sendo de 2,75 m entre eixos. A plataforma será a MEB, exclusiva para modelos elétricos, e a motorização será a já apresentada, motor elétrico no eixo traseiro com 170 cv, para uma aceleração de 0 a 100 km/h em 8 segundos e autonomia a volta dos 600 km.
Photo VW


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Toda a produção será concentrada na Alemanha, na fábrica de Zwickau, região da Saxônia.
O nome do modelo provavelmente terá o nome de “Neo” e chegará ao mercado antes da dos modelos Kombi (ID Buzz) e Do SUV (ID Crozz). Os concessionários da Europa, Estados Unidos e China serão as primeiras a receber a nova gama.



//Autocar




Dois tecnicos morreram numa estaçao cientifica na Antartida


Dois técnicos de manutenção de equipamento de combate a incêndios, morreram devido a um incidente ocorrido na estação científica McMurdo da Antártida.
Segundo a National Science Foundation (NSF), no passado dia 12 de Dezembro, os dois técnicos faziam manutenção de rotina no sistema combate a incêndio do gerador que alimenta um transmissor de rádio perto da estação. 

Photo Gaelen Marsden / Wikimedia 

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Um problema aconteceu e os técnicos não voltaram no horário estipulado, o que fez o piloto do helicóptero que os aguardava ir procura-los. Foram prestados primeiros socorros, não evitando que um morresse no local, enquanto o outro foi transportado para uma clinica, tendo falecido depois de chegar.





A Estação McMurdo é a maior estação científica da Antártida e pode receber até 1.258 habitantes, estando localizada na ponta sul da ilha de Ross , uma parte da Antártida reivindicada pela Nova Zelândia Esta estação é uma pequena “cidade”, com três pistas de aterragem, um porto, um heliporto e mais de 100 edifícios.

Nela fazem-se estudos em muitas áreas de pesquisa que como a astrofísica, biologia, geologia e climatologia.
São vários os cientistas baseados nas instalações, a maioria dos habitantes é composta por pessoal de apoio, como engenheiros, pessoal de informática, trabalhadores de construção e manutenção.



Fonte//ScienceAlert