sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

A Ilha Graciosa alimentada a 100 % por energias renováveis.



Apesar de ser um teste, a Ilha Graciosa foi abastecida por energia verde a 100%,produzida pelos painéis fotovoltaicos e pelo parque eólico da Serra Branca.
Representando um investimento de 24 milhões de euros, o projeto Graciosa Energy System prevê que cerca de 65% da energia disponível na ilha seja proveniente de fontes renováveis.


Photo Dinheiro Vivo

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Trata-se do primeiro sistema mundial de energia híbrida, usando até 100% de energia proveniente de fontes renováveis, como o vento e o sol, que é armazenada em baterias, sistema este que poderá vir a ser implantado em outras ilhas em todo o mundo.
Tudo é comandado por inovador sistema de gestão de energia desenvolvido pela empresa alemã Younicos, tendo como objetivo a paragem da atual central térmica para produção de energia.






O projeto baseia-se na integração de produção eólica e solar com uma potência instalada de 4,5 MW e 1 MW, complementada por um conjunto de baterias de última que permitirão o armazenamento de energia com a potência de 3,2 MWh.



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Nomeado de 'Graciólica' é um projeto com projeção a nível europeu, que irá para colocar a ilha Graciosa como a primeira ilha 100% verde na produção e armazenamento de energia sendo uma pioneira nas Regiões Ultraperiféricas.



Fonte//MeoBeachcam






quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Russos vão criar parque da Era do Gelo no 'Parque Pleistoceno'


Cientistas russos querem fazer um "parque" cercado na Sibéria com grandes herbívoros o que poderia ajudar a transformar a paisagem num ecossistema de pastagem, como foi durante a última era glacial.
Há dezenas de milhares de anos atrás, as frias estepes da Sibéria eram ecossistemas campestres vibrantes, suportando diversas comunidades de herbívoros como mamutes, rinocerontes, alces, cavalos e bisontes. No final do Pleistoceno e Poch (entre 2,6 milhões e 11,7milhoes de anos) a maioria dessas espécies desapareceu, e os habitats das pastagens afundaram, tendo a grande parte das gramíneas desaparecido.

Photo LiveScience

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Agora, uma equipa de cientistas russos está trabalhando para recriar essa paisagem antiga. Numa uma área cercada no norte da Sibéria, chamada "Parque Pleistoceno", os cientistas pretendem restaurar um mundo desaparecido onde enormes herbívoros vagueavam. Ao fazê-lo, os cientistas esperam também abordar o problema global das mudanças climáticas.
No Ártico, a cobertura de gelo permanente (permafrost) é atualmente muito vulnerável ao derretimento, e esse derretimento liberta gases de efeito estufa até então aprisionados no gelo, Estima-se que 1.400 giga toneladas de carbono, (1 gigaton equivale a 1 bilião de toneladas) estejam congeladas no permafrost da Terra, de acordo com o Centro Nacional de Dados de Neve e Gelo (NSIDC).






Reintroduzir grandes herbívoros no parque siberiano e trazer pastos para as estepes pode ajudar a proteger o permafrost.
Ao contrário do fictício Jurassic Park, o Pleistocene Park não é um parque turístico com animais extintos clonados de fosseis. O parque tem uma área de 16 quilômetros quadrados e é o lar de renas, alces, bois almiscarados, bisontes e cavalos, todos reintroduzidos segundo o site to parque.
Os primeiros animais chegaram em 1988 e, nas décadas seguintes, o ecossistema modificou-se, ajustando-se à presença de grandes herbívoros. Já começaram a surgir mudanças na vegetação do parque, com mais grama, o que é uma resposta natural ao consumo por parte dos animais. Rebanhos de cavalos e bisontes percorrem a paisagem outrora habitada por mamutes extintos e rinocerontes peludos.


Mas a recriação de antigas pastagens trará de volta sistemas radiculares que lixiviam a humidade do solo, o que pode reduzir a produção de metano.
O aumento da queda de neve durante os últimos três invernos comprometeu ainda mais o permafrost , criando uma camada isolante que aquece a terra e impede o congelamento. Em muitos locais, os cientistas descobriram que as camadas de solo permaneciam descongeladas o ano todo.



Photo LiveSience

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Embora os mamutes e rinocerontes da Sibéria já tenham desaparecido há muito tempo, outros grandes herbívoros vivos hoje podem proteger o permafrost fazendo o que seus antecessores faziam quando percorriam a tundra, pisando as camadas superiores de neve permitindo que o solo congele e protegendo o permafrost no Ártico.



Fonte//LiveScience


WhatsApp lança nova função para utilizadores do Android


Ao baixar a versão mais recente do WhatsApp para Android, os utilizadores podem aproveitar os mesmos benefícios que os do iPhone, ou seja, assistir aos vídeos sem sair do aplicativo.



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O WhatsApp incorporou em sua última versão o recurso Picture in Picture (PiP) no Android, que possibilita reproduzir vídeo do YouTube, Facebook e Instagram sem precisar sair do chat







O utilizador pode mover a janela ou redimensioná-la, assim como reproduzir os vídeos na tela inteira no aplicativo. No entanto, para usar a nova função, é necessário enviar os vídeos através do botão "compartilhar". O recurso será indisponível se o link for copiado e colado. Os vídeos também serão fechados se uma conversa for iniciada com outro contato.

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Trata-se de uma novidade que apareceu em outubro numa versão "beta" do WhatsApp para o sistema operacional Android Oreo, e que agora foi oficialmente introduzida na versão estável 2.18.380, que pode ser baixada do Google Play. Os utilizadores do iPhone dispõem da mesma função desde o começo do ano.



Fonte//SputnikNews