quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Que irá acontecer-nos quando os polos magnéticos inverterem?


A inversão dos polos magnéticos da Terra pode está a causar apreensão por todo o mundo, mas será que nos devemos preocupar com esse fenómeno? A resposta é não, se bem que devemos dizer não com algum cuidado.
 Os polos magnéticos da Terra podem estar em vias de inverter. Segundo observações recentes, sabemos que o campo magnético está a enfraquecer. Este e outros fatores fazem com que os cientistas se debrucem sobre este tema, afirmando que a inversão é uma certeza, mais cedo ou mais tarde. De qualquer das formas, alegam que não há qualquer motivo para nos preocuparmos.


Photo Ilfscience

Mudança no campo magnético da Terra obriga a antecipar o Modelo Magnético Mundial




Ao analisarmos a história do nosso planeta, a inversão geomagnética ocorreu diversas vezes. E, mesmo assim, a vida evoluiu. Desta forma, os cientistas asseguram que não haverá nenhuma extinção em massa ou catástrofe global.
Registos fósseis mostram que os organismos vivos não tiveram problemas com a mudança dos polos ao longo do tempo. Além disso, também não há qualquer prova de que tenha havido um aumento do número de terramotos, erupções vulcânicas ou mudanças dramáticas no clima.
O ponto de interrogação de toda esta questão surge nos problemas que poderão ocorrer na vertente tecnológica. O campo magnético da Terra protege-nos contra as partículas com carga elétrica do vento solar e essa proteção é muito importante durante as tempestades solares, onde a Terra sofre uma exposição maior do que o normal a essas partículas energéticas.





Apesar de completamente inofensivas para os seres humanos, elas podem ser devastadoras para a tecnologia, adianta o IFL Science.
Segundo os cientistas, o problema, é a falta de acontecimentos anteriores que nos poderiam ajudar a antever as consequências da inversão dos polos. O melhor exemplo é o Evento de Carrington, uma poderosa tempestade magnética que aconteceu em 1859.

Esta tempestade foi um verdadeiro pesadelo para a tecnologia: os sistemas de telégrafo falharam e, em muitos casos, deram choques elétricos aos operadores que os tentavam arranjar. Se esta tempestade acontecesse em 2019, os danos seriam certamente muito mais significativos com custos estimados em muito milhares de milhões de dólares.

A inversão dos polos não significa que a Terra passará a ter dois campos magnéticos. Se tomarmos um exemplo prático e nos imaginarmos com uma bússola a apontar para Norte, significa que, quando ocorrer uma reversão magnética completa, a seta vermelha da nossa bússola passará a apontar o Sul.



Photo Jornal O Globo


Anomalia do Atlântico Sul pode estar a enfraquecer o campo magnético da Terra



Todavia, entre estes dois eventos, há um período caótico em que vários polos podem formar-se de uma vez só, confundindo a bússola e, os animais que usam o campo magnético para se orientarem. Apesar de caótico, este período pode durar centenas ou milhares de anos.
A última vez que houve uma inversão nos polos magnéticos da Terra foi há 781 mil anos. A razão pela qual este fenómeno acontece ainda não é clara. O campo magnético é gerado pela rotação do núcleo externo de ferro fundido da Terra. O núcleo, que arrefece à medida que o tempo passa, cria movimento no núcleo externo devido à convecção.

A explicação que reúne mais consenso tem a ver com a turbulência que o ferro fundido sofre quando se move. É muito provável que este caos desempenhe um papel, mas ainda não está claro de que forma é que isso acontece.




Fonte//Ilfscience





terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Camara da Estação Espacial Internacional filma estranhos objetos nas imediações


Objetos desconhecidos foram registados num vídeo  de uma câmara exterior da Estação Espacial Internacional (ISS), assim como dois astronautas tambem desconhecidos fazendo uma caminhada espacial do lado de fora da estação.

Photo El Hombre

Nova ferramenta online permite controlar vida alienígena



A transmissão ao vivo da ISS no início deste mês capturou o que parecia ser um par de objetos em movimento rápido em direção à Terra, mais uma vez levantando especulações sobre naves alienígenas e formas de vida extraterrestres.




Os dois objetos também emitiam flashes á medida se moviam, fazendo parecer que estavam refletindo a luz do sol, embora sua natureza exata não pudesse ser imediatamente confirmada.




Como o Daily Express observa, o que torna este avistamento especialmente interessante é o fato de que dois astronautas também foram vistos "trabalhando na nave espacial durante a transmissão ao vivo".

Comentando sobre este incidente, o técnico de ONVIS (Ufos) Scott C. Waring afirmou no seu blog “UFO Sightings Daily” que a nave alienígena "nas imediações da estação espacial é uma ocorrência diária", e que "a NASA sempre se recusa a falar sobre esses objetos e prefere ignorar qualquer dúvida sobre eles ".



“Super-Terra' vizinha de nosso planeta pode ter vida



Fonte//SputnikNews



Descoberto dispositivo flexível que converte WIFI em eletricidade



Os cabos elétricos além de inestéticos são incómodos. Agora, uma nova invenção pode acabar com esses cabos. Os engenheiros desenvolveram um dispositivo flexível que recolhe energia de sinais Wi-Fi. Alem disso pode, converter o wifi em eletricidade que pode ser usada para alimentar dispositivos sem fios e sem bateria.
O dispositivo é conhecido como uma retenna, uma junção de 'antena retificadora',que é um tipo de antena que converte energia eletromagnética em corrente contínua (DC).



Photo PcWorld

Qual o futuro das células de combustível



A nova retenna, de uma equipe liderada pelo MIT e pela Universidade Técnica de Madrid, usa uma antena de radiofrequência para capturar ondas eletromagnéticas (como as produzidas por Wi-Fi) como formas de onda de corrente alterna (CA).
Estes são enviados para um semicondutor bidimensional que as converte em DC, produzindo cerca de 40 microwatts. Não é muito, mas é suficiente para alimentar um LED ou para impulsionar chips de silício.
Como a retenna é flexível, ela pode ser colocada em grandes áreas, como o papel de parede, ou usada em dispositivos pequenos e portáteis, como smartphones flexíveis, área de equipamento que começa a dar os primeiros passos. A tecnologia pode até ser usada em implantes médicos e sensores engolidos.
"O ideal é não usar baterias para alimentar esses dispositivos, porque se se estragarem, o paciente pode vir a sofrer com isso, é muito melhor captar energia do ambiente para ligar esses pequenos laboratórios dentro do corpo e comunicar dados a computadores externos", disse o engenheiro Jesús Grajal, da Universidade Técnica de Madrid






Este não é o primeiro dispositivo que pode converter energia de Wi-Fi em eletricidade. A ideia já existe há algum tempo e os engenheiros continuam a desenvolve-la.
O que a equipe fez para melhorar isso é o uso de um material diferente para o retificador, que é a peça que converte AC em DC.
Nas versões anteriores, era feito de um material como o silício ou o arseneto de gálio, que não é apenas rígido, mas também caro para ser usado em grandes áreas.
Na retina flexível, a equipe usou dissulfeto de molibdênio (MoS2). Ele tem apenas três átomos de espessura e, quando exposto a certos produtos químicos, força uma transição de fase entre o material semicondutor e o material metálico.


A estrutura também é conhecida como díodo Schottky, imitando as propriedades da junção metal semicondutor usada em anteriormente produzindo uma régua de trabalho que minimiza a capacitância parasítica, resultando em maior velocidade.
Isso significa que ele pode capturar frequências mais altas do que outros retificadores flexíveis, que não conseguem capturar as frequências giga hertz nas quais o Wi-Fi opera.
"Esse design permitiu um dispositivo totalmente flexível que é rápido o suficiente para cobrir a maioria das bandas de frequência de rádio usadas pelos equipamentos eletrónicos, incluindo Wi-Fi, Bluetooth, smartphones e muitos outros", explicou o engenheiro Xu Zhang, do MIT.




Photo Htcmania


Bateria solar inovadora do MIT pode abastecer uma pequena cidade


 Como tem um custo relativamente baixo, poderia ser usado para aplicações muito maiores.
 "Criamos uma nova maneira de alimentar os sistemas eletrônicos do futuro, capturando a energia Wi-Fi de maneira que seja facilmente integrada em grandes áreas, para fazer funcionar os pequenos dispositivos que necessitamos.”
A equipe agora está trabalhando para construir sistemas maiores com eficiência superior.

Este artigo foi originalmente publicado na revista Nature .