sexta-feira, 24 de maio de 2019

Hidrogénio, vantagens e desvantagens


O hidrogénio é um elemento químico que está à temperatura ambiente se encontra no estado gasoso. É o elemento mais abundante do Universo e do principal constituinte das estrelas. O hidrogénio é o elemento leve e de elevado valor energético. Não é tóxico. Não é nocivo para o ambiente. 

Toyota Movido a Hidrogenio Photo Ciclovivo

Novo reator nuclear elimina resíduos radioativos


É o melhor combustível para motores de combustão sendo sem dúvida o combustível do futuro. Não se encontra na natureza, o que o torna dispendioso e vamos ver porquê. O hidrogénio é um gás mais leve do que o ar. Na sua forma natural está, sempre associado a outros elementos.
É uma alternativa dispendiosa mas, até pode ser uma escolha mais acertada.
Atualmente, o hidrogênio é muito usado como combustível na NASA.
As energias e as funções do hidrogênio são voltadas para as culminarmos nos benefícios do organismo, como dissemos, pode ser uma alternativa de futuro.
Principais vantagens e desvantagens do hidrogénio




Desvantagens do hidrogénio


Alternativa cara;
Requer uma utilização de metais nobres;
Implica custos de transporte e distribuição;
Não se encontram isolados na natureza;
Tem uma relação de dependência de hidrocarbonetos, petróleos e seus derivados;
Altamente reativo.
Vantagens do hidrogénio
Não é tóxico;
É o elemento mais abundante no Universo;
Grande potencial no setor dos transportes;
Grande densidade energética;
Baixo nível de emissão de gases para efeito estufa;
Redução da poluição sonora já que se trata de um processo silencioso;
De fácil armazenamento
Pode ser usado na produção de energia;
Alternativa ecológica que pode ajudar a economia dos países a permitir a criação de postos de trabalho e o desenvolvimento económico.



Photo Going Green

NASA esta desenvolvendo aviões elétricos com célula de hidrogenio


Futuro da energia nuclear, mais barato e mais seguro











Asteroide com lua passa perto da Terra fim-de-semana


Os astrônomos esperam que um asteroide conhecido como 1999 KW4 passe pela Terra por volta das 19h05 (horário de Brasília) no sábado, e o mais interessante é que esse asteroide tem a sua própria lua.


Photo European Space Agency

Pela segunda vez na história, uma nave espacial terrestre aterra num asteróide



"É um caso muito raro e na historia recente não há relato de algo semelhante", disse o cientista planetário Vishnu Reddy à NBC News . "Isso é o que o torna muito interessante."
O Asteroide 1999 KW4 tem 1,5 km de largura. Isso é cerca de três vezes o tamanho de sua lua, que tem uma largura de cerca de 0,5 km.






Mesmo passando próximo da Terra, os asteroides passarão a mais de 3 milhões de milhas de distância, pelo que não há nenhum risco de cocharem com o nosso planeta. Na verdade, passarão tão longe que não serão visíveis a olho nu.
Após esta passagem, só voltarão a passar por cá em 2036, por isso se pretende os ver, muna-se de um telescópio e veja-os no sábado á noite

Asteroide pode provocar 'inverno cósmico' na Terra


Asteróide Oumuamua pode ser nave espacial




Fonte//Futurism


quinta-feira, 23 de maio de 2019

A subida do nível do mar pode ser bem maior que o esperado


Os cientistas preveem que os níveis globais do mar podem subir muito mais do que o previsto, devido à aceleração do derretimento na Groenlândia e na Antártida.
Ate a data os cientistas previam que os oceanos subiriam em um máximo de pouco menos de um metro até 2100.
Este novo estudo, baseado em opiniões de especialistas, estima que o nível pode ser o dobro.
Isso levaria forçosamente ao deslocamento de centenas de milhões de pessoas, dizem os autores.




A questão do aumento do nível do mar foi uma das questões mais controversas levantadas pelo Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas (IPCC), quando publicou o seu quinto relatório de avaliação em 2013.
Foi salientado que o aquecimento continuado do planeta, sem grandes reduções nas emissões, aumentaria o nível das águas entre 52cm e 98cm até 2100.
" A vontade política está diminuindo enquanto a situação piora", disse António Guterre


Muitos especialistas acreditam que esta foi uma previsão muito conservadora.
Os cientistas também estão preocupados com o fato de que os modelos usados ​​atualmente para prever a influência de grandes camadas de gelo no nível do mar não abordam a realidade atual.
Para tentar obter uma perspetiva mais exata, alguns dos principais investigadores da área realizaram o, denominado, estudo estruturado de julgamento por especialistas, em que os cientistas fazem previsões baseadas no seu conhecimento e compreensão acerca do que está acontecendo na Groenlândia, Oeste e Leste da Antártida.






Na opinião destes investigadores, se as emissões continuarem ao ritmo atual, os oceanos de todo o mundo provavelmente subirão entre 62cm e 238cm até 2100. Isso aconteceria com o planeta tendo um aquecimento de por cerca de 5C, sendo este um dos piores casos cenários para o aquecimento global.
Um pequeno barco no Fiorde de Gelo Illulissat, no oeste da Groenlândia, superado por icebergs que pariram a maior geleira da Groenlândia, Jacobshavn Isbrae
O relatório do IPCC em 2013 considerou apenas o que é "provável" de acontecer, o que, em termos científicos, significa que eles analisaram 17-83% do leque de possibilidades.
Este novo estudo analisa uma gama mais ampla de resultados, analisando entre 5-95% das estimativas.



Photo Pixabay

A Terra está "no meio de uma extinção em massa"


Para a temperatura esperada subir até 2ºC, o manto de gelo da Groenlândia continua sendo o quem mais contribui para o aumento do nível do mar. No entanto, à medida que o aumento das temperaturas vai além dos 2ºC, as camadas de gelo da Antártida, muito maiores, começam a derreter.
"Quando se começa a olhar para esses valores, os especialistas acreditam que há uma probabilidade pequena, mas estatisticamente significativa, de que a Antártida Ocidental passe a um estado muito instável e partes da Antártida Oriental também o façam". disse o professor Bamber.
"Mas é nas probabilidades de aumento para 5ºC que teremos esse maior problema”
Segundo os autores, esse cenário teria enormes implicações para o planeta.






Eles calculam que a Terra perderia uma área de terra equivalente a 1,79 milhão de quilômetros quadrados, equivalente ao tamanho da Líbia.
Muitas das perdas de terra estariam em importantes áreas de cultivo de alimentos, como o delta do Nilo. No Bangladesh seria muito difícil as pessoas continuarem a viver. Grandes cidades, incluindo Londres, New York e Xangai, estariam ameaçadas.
"Para comparaçao, a crise de refugiados na Síria resultou em cerca de um milhão de refugiados chegando à Europa", disse o professor Bamber.
"Isso é cerca de 200 vezes menos do que o número de pessoas que seriam deslocadas com um aumento de 2 metros no nível do mar."



Photo Pixabay

Cientistas de Cambridge querem voltar a arrefecer os polos norte e sul


Os autores afirmam que ainda há tempo para evitar esse tipo de cenário. Basta tomarem medidas que resultem em grandes cortes nas emissões nas próximas décadas. Eles reconhecem que as probabilidades de atingir esse limite de 5ºC nesse intervalo de tempo são pequenas, a volta de 5%, mas não devem ser descoradas.
"Mesmo uma probabilidade de 1% significa que uma grande inundação é algo que poderia acontecer ao longo da sua vida. Eu achoque é uma probabilidade de 5%, é um risco sério."
Outros especialistas afirmaram que os resultados do grupo de especialistas foram muito significativos.
"Esse tipo de pesquisa de especialistas é importante, porque os modelos de computador não são perfeitos para prever o futuro", disse Tamsin Edwards, do King's College London.