terça-feira, 23 de outubro de 2018

China inaugurou a maior ponte marítima do mundo

O presidente da china, Xi Junping, acaba de inaugurar oficialmente a ponte mais comprida do mundo, com 55 km de comprimento. Ela tem um túnel que passa por baixo da água e une Hong Kong, Macau e Zhuhai.


A ponte custou US$20 biliões e começou a ser construída em 2009. Durante esses nove anos de trabalho, 18 trabalhadores morreram e dezenas ficaram feridos. As condições de segurança da obra foi muito criticada, assim como o custo total.


Foto Hypscience

Com 55 quilómetros de comprimento, a Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau faz parte de um plano para criar um centro global de ciência e tecnologia ligando os  dois territórios chineses, Hong Kong e Macau, para nove cidades próximas.

Com um custo de US $ 1,5 trilião, vai incluir também inclui a construção de um comboio-bala de US $ 11 biliões ,  que será inaugurado em Setembro.

Foto Hypscience

A ponte será aberta ao tráfego na quarta-feira, embora apenas veículos possam atravessar. Peões e ciclistas estão proibidos.

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Embora alguns tenham criticado a construção alegando um desperdício de dinheiro dos contribuintes, outros defendem-na argumentando sua capacidade de fazer movimentar até 70 milhões de pessoas na região.

A ponte de 20 biliões de dólares é 20 vezes maior que a ponte Golden Gate.



O título de maior ponte marítima do mundo pertencia anteriormente à Ponte da Baía de Jiaozhou, que se estende por 42 quilómetros.

A ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau foi projetada para durar mais de um século, com capacidade para resistir a grandes tempestades e terremotos.

A estrutura foi projetada para resistir a ventos de 339 quilómetros por hora segundo os testes laboratoriais. O verdadeiro teste foi em Setembro, quando o tufão Mangkhut varreu Hong Kong, destruindo telhados, quebrando janelas e derrubando árvores.

A ponte é feita de 420.000 toneladas de aço,o suficiente para construir 60 torres Eiffel.

As torres da ponte foram inspiradas em três elementos: nós chineses, o golfinho branco chinês e o mastro de um barco. As curvas da ponte foram projetadas para se assemelhar a uma cobra.

Foto Hypsience


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Um túnel submarino de 6,4 quilómetros liga duas ilhas artificiais, que ajudam a sustentar a estrutura. O túnel foi construído para permitir a passagem de navios. A Greater Bay Area é um dos lugares com mais movimento de navios do mundo, com cerca de 4.000 embarcações passando por dia.

A construção começou em 2009 e estava prevista para terminar em 2016, mas atrasou devido problemas de orçamento e segurança.

Os ambientalistas temem que a construção tenha ameaçado o sustento do golfinho branco chinês. A área onde o Rio das Pérolas se encontra com o Mar do Sul da China já foi um santuário para a espécie, mas a população diminuiu desde o início da construção.

Espera-se que cerca de 40.000 veículos utilizem a ponte todos os dia.

Fonte//Hypescience

Retorno do Ford Ranger, Os primeiros saem da produção na próxima semana

A Ford anunciou publicamente o lançamento do Ranger na última assembleia geral da administração em Michigan. Todos os acabamentos do novo Ranger incluindo as cores estavam em exibição para serem observados pela para a imprensa, pelos convidados e pelos trabalhadores da fábrica. Houve também uma demonstração do off-road que foi construído para mostrar as qualidades do FX4 opcional.

Foto AutoWeek


De acordo com o Detroit Free Press, a decisão de construir o novo Ranger e Bronco em Wayne veio depois de uma reunião secreta entre os executivos da Ford e o UAW em 2015.

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"Estávamos desenvolvendo a ideia de trazer o Ranger de volta, e o Bronco também", disse Joe Hinrichs, presidente de operações globais da Ford. "Achamos que fazia sentido construí-lo nos Estados Unidos numa fábrica com história."
Foto AutoWeek

Hinrichs reuniu-se com o então presidente do UAW, Dennis Williams, na primavera de 2015, em Detroit, para lançar a ideia de transferir a produção do Focus para o México e usar Wayne para o Ranger e Bronco.

Fonte//AutoWeek

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Cidade chinesa quer lançar uma 'lua artificial' para substituir ailuminação publica

As ruas de Chengdu, no oeste da China, poderão em breve ser iluminadas por uma lua artificial satélite durante a noite, em vez das convencionais luzes da rua.É um plano ambicioso de uma empresa aeroespacial privada e está a aguardar autorização.


Foto Olhares sapo

A ideia é economizar os elevados custos de eletricidade, de acordo com Wu Chunfeng, presidente do Instituto de Pesquisas Microeletrônicas do Sistema de Ciência e Tecnologia de Chengdu.

Em vez de usar energia elétrica aqui na Terra com altos custos, o satélite refletiria os raios do Sol do outro lado do planeta para Chengdu.

O satélite teria asas com painéis  com um revestimento espacial refletor que redirecionaria a luz solar. A luz chegada ao solo seria cerca de oito vezes mais forte do que numa linda noite de luar,diz Chunfeng .

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Numa conferência de empresários, Wu disse que o satélite permitirá que a luz seja cuidadosamente controlada e mantida numa área de 10 a 80 quilómetros de diâmetro. A luz não seria forte o suficiente para interferir com a vida selvagem noturna, e nunca será mais forte do que luzes de rua.

O "brilho crepuscular" que a falsa lua criaria também seria uma atração turística para a cidade, de acordo com os empresários.

Aparentemente, a tecnologia necessária já foi testada e o próprio satélite pode estar pronto para entrar em órbita já em 2020.

Baseado num relatório do People's Daily na China, a inspiração veio de um artista francês não identificado que queria colocar um colar feito de espelhos na orbita da Terra para refletir a luz do sol em Paris à noite.

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E a ideia na verdade tem alguma precedência, de certa forma: na cidade norueguesa de Rjukan, que fica situada num vale tão profundo que não recebe luz solar nos meses de inverno, então, três espelhos controlados por computador ficam em cima de uma montanha próxima para refletir os raios do sol para a cidade.

É claro que fazer o mesmo no espaço requer muito mais conhecimento técnico e muito mais dinheiro, e a menos que o plano se mostre economicamente rentável, é improvável que seja posto em prática.



As tentativas anteriores de aproveitar os raios solares do espaço e os refletir para a Terra foram inviabilizados por dificuldades mecânicas e de fabrico.

Temos agora que esperar e ver se em Chengdu conseguem ter uma lua artificial.

Fonte//SputnikNews