sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Rússia inicia desenvolvimento de novo bombardeiro estratégico.

A Rússia está a desenvolver um sistema inovador para a aviação de longo alcance (PAK DA, na sigla em russo), segundo informação da Corporação Unida de Construção Aeronáutica na sua página oficial no Facebook.


Devido à modernização dos bombardeiros estratégicos Tu-160M e Tu-95MS e ao retomar a produção das aeronaves Tu-160M, o componente aéreo das forças nucleares estratégicas aumentou significativamente. Em Julho, o vice-ministro da Defesa russo, Aleksei Krivoruchko, informou que o PAK DA será construído com o uso de tecnologias furtivas. Foi lançado um concurso para o fornecimento dos motores para a aeronave. Dentro dos requisitos estabelecidos, os sistemas electrónicos principais e secundários do motor devem garantir autonomia de voo do bombardeiro de até 30 horas.

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Os sistemas armazenamento de combustível e controle hidraulico-mecanico têm que operar com sobrecargas próximas de zero e negativas até 2,7 g, e com temperaturas entre —60°C e +50°C. A vida útil mínima será de 12 anos com a possibilidade de prolongamento até 21 anos. Uma outra exigência tema ver com o motor que deve continuar a funcionar mesmo depois de exposto a forte radiação nuclear. No início do ano, o então vice-primeiro-ministro Dmitry Rogozin expressou a esperança de que o novo avião seja testado entre 2023 e 2024. Segundo ele, ainda este ano, a Tupolev iniciará o projeto do PAK DA.


 Fonte//SputnikNews

Três asteróides gigantes passam perto da Terra

Três asteróides enormes vão passar próximo do nosso planeta no sábado 10 de Novembro, com apenas algumas horas entre eles.




De acordo com os dados da lista de Near Earth Objects (“Objetos Próximos da Terra”), da NASA, o primeiro asteróide, chamado 2018 VS1, vai passar por volta das 14h03 de sábado Mas não há nenhum problema para o planeta, todos passarão bem distante da órbita da Lua.
 Todos os dias há asteróides a passar pela Terra, sendo a maioria pequenos demais para serem detetáveis e perigos.

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A NASA segue atentamente os asteróides de grande dimensão como é este o caso. O primeiro asteróide, chamado 2018 VS, tem o tamanho aproximado de autocarro londrino de dois andares. A NASA estimou que o asteróide passará a 1,38 milhões de quilómetros da Terra, 3,6 vezes a distância do nosso planeta à Lua. O segundo, o VR1, passará no ponto mais próximo da Terra às 14h19, e tem o mesmo tamanho e velocidade que o VS1, mas passará a uma distância consideravelmente maior, a 5,03 milhões de quilómetros.

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O terceiro e também o mais pequeno dos três, chamado de VX1 tem cerca de 7,6 a 17 metros e é o que passará mais perto do planeta, a apenas 381.474 quilómetros, mais ou menos a distância da Terra à Lua, distancia muito pequena segundo a na escala das distâncias astronómicas. Near Earth Objects, são todos os asteróides e cometas com uma trajetória inferior a 194.47 milhões de quilómetros. Muitos destes objetos são classificados como “Objetos Potencialmente Perigosos” se se aproximarem a menos de 7,47 milhões de quilómetros do planeta Terra.


 Fonte//SienceAlert

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Boas noticias, buraco do ozono quase recuperado.

Os gazes que causaram o buraco na cama de ozono foram proibidas e reduziram nos últimos anos, depois do acordo internacional que eliminou gradualmente sua produção. Serão necessárias grandes mudanças na sociedade para combater o aquecimento global. O relatório da ONU diz que ainda falta fazer muito apesar do que já foi feito.




O relatório das Nações Unidas sobre o estado da camada de ozono é uma lufada de ar fresco para aqueles que pensam que o meio ambiente não tinha recuperação, mostrando que estamos no caminho certo para a camada de ozono regressar aos níveis de 1980 na segunda metade deste século.
 O Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Destroem a Camada de Ozono entrou em vigor em 1989, estabelecendo um marco na proteção ambiental ao eliminar gradualmente os produtos químicos responsáveis ​​pela degradação da camada atmosférica de ozono.

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O ozono tem a capacidade de absorver os comprimentos de onda mais prejudiciais da luz ultravioleta que, de outra forma, chegariam à superfície. Nos anos 80, os cientistas concluíram que várias substâncias químicas usadas nos processos industriais e domésticos, incluindo os clorofluorcarbonos, estavam diminuindo a densidade da camada de ozono. Embora essa redução seja um fenómeno global, as observações das flutuações sazonais na Antártica levaram à verificação de um "buraco" na camada que colocava os ecossistemas sensíveis em risco .

 O Protocolo de Montreal foi a resposta a esta ameaça, muito graças ao então secretário-geral da ONU, Kofi Annan, que conseguiu um dos acordos internacionais de maior sucesso. Várias décadas depois, a  avaliação científica de 2018 vem, quatro anos após o último relatório, indicar que estamos no caminho certo. As concentrações de cloro troposférico e bromo troposférico diminuíram desde a avaliação de 2014. Fora das regiões polares, o ozono  aumentou entre 1 e 3% por década desde o ano 2000.

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Isso significa que podemos esperar que a camada de ozono que cobre a latitude média do Hemisfério Norte retome os níveis de 1980 durante a década de 2030, e no Pólo Sul mais ou menos na década de 2060. Ao longo dos anos, o protocolo foi alterado à luz de novas descobertas científicas. Em 2016, os delegados reuniram-se na capital ruandesa de Kigali para, mais uma vez, ajustar suas exigências, desta vez levando em conta as propriedades de aquecimento global dos hidrocarbonetos. No próximo ano, a Emenda Kigali será ratificada, e os signatários serão obrigados a descobrir como reduzirão a produção e o uso de outro gás poluente.

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Por outro lado, um novo relatório do Painel Inter governamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) sugere que, se quisermos ter alguma esperança de reduzir o aquecimento global e ter um aumento de apenas 1,5 graus Celsius, teremos tomar medidas de grande impacto. Veja Tambem "Limitar o aquecimento a 1,5 C é possível dentro das leis da química e da física, mas isso exigiria mudanças sem precedentes", disse Jim Skea , co-presidente do Grupo de Trabalho II do IPCC. Fechar aquele buraco de ozono foi o primeiro passo. Muitos têm que ser dados , e o fracasso não é uma opção


 Fonte//SienceAlert