quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

China faz a primeira aterragem do mundo no lado "escuro" da Lua


A China anunciou nesta semana que conseguiu pousar uma nave espacial com um rover no lado oculto da Lua.
É a primeira vez que se tenta uma missão desse tipo, As outras missões na Lua pousaram no lado que fica virado para a Terra.

Photo ChinaDaily


Veja Tambem NASA autoriza produção em grande escala do Dream Chaser


A Lua tem um lado que nunca é visível do nosso planeta porque sua rotação está sincronizada com a da Terra. No entanto não é correto chamá-lo de lado "escuro", pois recebe luz do Sol durante a lua nova.
Nessa região oculta, qualquer ligação direta de comunicação é impossível. Portanto todas as informações e imagens mandadas pela missão chinesa estão sendo enviadas para um satélite e reencaminhadas para a Terra.


Um simulado processo de pouso da sonda lunar Chang'e-4 é visto através do monitor no Centro de Controle Aeroespacial de Pequim, em Pequim, capital da China, em 3 de janeiro de 2019. [Foto / Xinhua]


A Chang'e 4 foi colocada no espaço por um foguete de longo alcance 3B a 8 de Dezembro no Xichang Satellite Launch Center, na província de Sichuan, sudoeste da China.

Batizada em homenagem à deusa da lua das lendas chinesas, a primeira nave Chang'e foi lançada em outubro de 2007 para testar a tecnologia da sonda lunar da China, obter imagens lunares e realizar pesquisas científicas.








A Chang'e 2 foi lançada em outubro de 2010 para realizar imagens de alta definição da lua e investigar as condições para a aterragem para o Chang'e 3. O Chang'e 3, foi lançado em Dezembro de 2013, foi um marco na história da exploração espacial do país porque foi a primeira nave chinesa a pousar na Lua e também a primeira nave artificial a pousar na superfície lunar em quase quatro décadas. Chang'e 3 colocou o primeiro rover lunar chinês, Yutu, na lua. Yutu funcionou lá cerca de 1.000 dias.


Um simulado processo de pouso da sonda lunar Chang'e-4 é visto através do monitor no Centro de Controle Aeroespacial de Pequim, em Pequim, capital da China, em 3 de janeiro de 2019. [Foto / Xinhua]

Veja Tambem Elon Musk, CEO da SpaceX, pretende ir a Marte e estima preço de viagem em US $200.000


A nave Chang'e-4 já enviou as primeiras imagens do lado oculto da Lua.
O rover está estudando a geologia da região e fazendo experimentos biológicos.
Mas essa missão não é apenas um pousar na Lua, a China tem grandes ambições espaciais, e está investindo forte no programa de exploração lunar, e esta missão bem-sucedida mostra que o país está no topo da corrida especial mundial.
Futuramente deverão trazer para a terra amostras de rocha lunares para investigação, o que leva a crer que a China poderá ter em mente a mineração em território lunar.




Fonte//ChineDaily



quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Na Holanda, fogueira de fim de ano transforma-se em pesadelo

Os bombeiros de Scheveningen, um distrito costeiro de Haia, na Holanda, foram chamados na passagem de ano para combater um enorme incêndio, começado com uma tradicional fogueira da véspera de Ano Novo, que ficou descontrolada devido a fortes ventos.

Photo Fotobank.ru/getty images


As faíscas levadas pelos mini tornados fizeram deflagrar incêndios nos telhados da cidade. Felizmente, não houve feridos.



A governadora de Haia, Pauline Krikke, disse que as autoridades investigarão o incidente para determinar as suas causas e se deverão continuar com a tradicional fogueira.











Todos os incêndios foram extintos às 5 da manhã, mas a polícia local foi forçada a intervir para controlar a multidão e deixar os bombeiros fazer seu trabalho.


Veja Tambem Há suspeita de que o Facebook escuta os seus utilizadores usando o aplicativo



Fonte//SputnikNews





terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Os direitos e responsabilidades dos robots


O status legal dos androides com inteligência artificial capazes de se mover e falar tem sido um dos principais pontos de discórdia entre os criadores de robótica, acadêmicos, legisladores e especialistas em ética nos últimos anos.

Photo Youtube


Veja Tambem Primeiro robot sexual americano começa a ser entregue aos compradores



A Comissão de Assuntos Jurídicos do Parlamento da UE foi a primeira a propor a classificação de robôs autônomos sofisticados como "pessoas eletrônicas" em maio de 2016 que podem ter "direitos e obrigações específicas, incluindo a de reparar qualquer dano que possam causar e aplicar personalidade eletrônica a casos onde os robôs tomam decisões autônomas inteligentes ou interagem com terceiros independentemente ".
Desde a publicação do relatório preliminar, tem havido muita discussão sobre as questões relacionadas com a responsabilidade dos robôs.








Falando com o Daily Star Online, o Dr. Oliver Bendel, professor de sistemas de informação da Universidade de Ciências Aplicadas e Artes, disse que não há necessidade de conceder ás "pessoas eletrônicas", direitos morais ou qualquer status pessoal devido à falta de fundamentos filosóficos ou éticos.
 Esses direitos só fazem sentido quando se pode sentir ou sofrer, se houver uma consciência ou uma vontade de viver. Se um dia os robôs puderem sentir ou sofrer, se tiverem uma consciência ou vontade de viver, devem receber direitos. No momento atual não. Poderíamos, na melhor das hipóteses, desenvolver "ciborgues invertidos", isto é, deixar células cerebrais e nervosas crescerem nas estruturas técnicas de um robô. Tais ciborgues poderiam sentir algo.

Veja Tambem Robô humanoide da Boston Dynamics salta degraus enormes


Jordi Vallverdú, filósofo da computação e cientista, por sua vez, disse que não ser importante dar direitos humanos aos robôs por enquanto.
Há pouco mais de um ano, um robô da AI chamado Sophia tornou-se o primeiro cyborg do mundo a receber cidadania da Arábia Saudita.




Fonte// SputnikNews