terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Camara da Estação Espacial Internacional filma estranhos objetos nas imediações


Objetos desconhecidos foram registados num vídeo  de uma câmara exterior da Estação Espacial Internacional (ISS), assim como dois astronautas tambem desconhecidos fazendo uma caminhada espacial do lado de fora da estação.

Photo El Hombre

Nova ferramenta online permite controlar vida alienígena



A transmissão ao vivo da ISS no início deste mês capturou o que parecia ser um par de objetos em movimento rápido em direção à Terra, mais uma vez levantando especulações sobre naves alienígenas e formas de vida extraterrestres.




Os dois objetos também emitiam flashes á medida se moviam, fazendo parecer que estavam refletindo a luz do sol, embora sua natureza exata não pudesse ser imediatamente confirmada.




Como o Daily Express observa, o que torna este avistamento especialmente interessante é o fato de que dois astronautas também foram vistos "trabalhando na nave espacial durante a transmissão ao vivo".

Comentando sobre este incidente, o técnico de ONVIS (Ufos) Scott C. Waring afirmou no seu blog “UFO Sightings Daily” que a nave alienígena "nas imediações da estação espacial é uma ocorrência diária", e que "a NASA sempre se recusa a falar sobre esses objetos e prefere ignorar qualquer dúvida sobre eles ".



“Super-Terra' vizinha de nosso planeta pode ter vida



Fonte//SputnikNews



Descoberto dispositivo flexível que converte WIFI em eletricidade



Os cabos elétricos além de inestéticos são incómodos. Agora, uma nova invenção pode acabar com esses cabos. Os engenheiros desenvolveram um dispositivo flexível que recolhe energia de sinais Wi-Fi. Alem disso pode, converter o wifi em eletricidade que pode ser usada para alimentar dispositivos sem fios e sem bateria.
O dispositivo é conhecido como uma retenna, uma junção de 'antena retificadora',que é um tipo de antena que converte energia eletromagnética em corrente contínua (DC).



Photo PcWorld

Qual o futuro das células de combustível



A nova retenna, de uma equipe liderada pelo MIT e pela Universidade Técnica de Madrid, usa uma antena de radiofrequência para capturar ondas eletromagnéticas (como as produzidas por Wi-Fi) como formas de onda de corrente alterna (CA).
Estes são enviados para um semicondutor bidimensional que as converte em DC, produzindo cerca de 40 microwatts. Não é muito, mas é suficiente para alimentar um LED ou para impulsionar chips de silício.
Como a retenna é flexível, ela pode ser colocada em grandes áreas, como o papel de parede, ou usada em dispositivos pequenos e portáteis, como smartphones flexíveis, área de equipamento que começa a dar os primeiros passos. A tecnologia pode até ser usada em implantes médicos e sensores engolidos.
"O ideal é não usar baterias para alimentar esses dispositivos, porque se se estragarem, o paciente pode vir a sofrer com isso, é muito melhor captar energia do ambiente para ligar esses pequenos laboratórios dentro do corpo e comunicar dados a computadores externos", disse o engenheiro Jesús Grajal, da Universidade Técnica de Madrid






Este não é o primeiro dispositivo que pode converter energia de Wi-Fi em eletricidade. A ideia já existe há algum tempo e os engenheiros continuam a desenvolve-la.
O que a equipe fez para melhorar isso é o uso de um material diferente para o retificador, que é a peça que converte AC em DC.
Nas versões anteriores, era feito de um material como o silício ou o arseneto de gálio, que não é apenas rígido, mas também caro para ser usado em grandes áreas.
Na retina flexível, a equipe usou dissulfeto de molibdênio (MoS2). Ele tem apenas três átomos de espessura e, quando exposto a certos produtos químicos, força uma transição de fase entre o material semicondutor e o material metálico.


A estrutura também é conhecida como díodo Schottky, imitando as propriedades da junção metal semicondutor usada em anteriormente produzindo uma régua de trabalho que minimiza a capacitância parasítica, resultando em maior velocidade.
Isso significa que ele pode capturar frequências mais altas do que outros retificadores flexíveis, que não conseguem capturar as frequências giga hertz nas quais o Wi-Fi opera.
"Esse design permitiu um dispositivo totalmente flexível que é rápido o suficiente para cobrir a maioria das bandas de frequência de rádio usadas pelos equipamentos eletrónicos, incluindo Wi-Fi, Bluetooth, smartphones e muitos outros", explicou o engenheiro Xu Zhang, do MIT.




Photo Htcmania


Bateria solar inovadora do MIT pode abastecer uma pequena cidade


 Como tem um custo relativamente baixo, poderia ser usado para aplicações muito maiores.
 "Criamos uma nova maneira de alimentar os sistemas eletrônicos do futuro, capturando a energia Wi-Fi de maneira que seja facilmente integrada em grandes áreas, para fazer funcionar os pequenos dispositivos que necessitamos.”
A equipe agora está trabalhando para construir sistemas maiores com eficiência superior.

Este artigo foi originalmente publicado na revista Nature .



segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Paisagem ártica surge depois de 40.000 mil anos enterrada no gelo


Uma paisagem ártica canadense, coberta de gelo há mais de 40 mil anos, surgiu recentemente á luz do dia.
Segundo uma nova pesquisa da Universidade do Colorado em Boulder (EUA), este pode ser o período mais quente da região em 115 mil anos.
O estudo utilizou datação por radiocarbono para determinar as idades das plantas recolhidas nas bordas de 30 calotas de gelo na Ilha de Baffin, a oeste da Groenlândia. A ilha teve um aumento de temperatura significativo nas últimas décadas.

Photo Hypesience

As alterações climáticas estão impedindo as plantas de processar o CO2


O Ártico está aquecendo duas a três vezes mais rápido que o resto do globo, então, naturalmente, geleiras e glaciares vão derreter mais rápido”, disse Simon Pendleton, principal autor do estudo, ao portal Phys.org.
A ilha de Baffin é a quinta maior ilha do mundo, dominada por fiordes separados por planaltos a grande altitude e vales profundos. O gelo atua como uma espécie de congelador natural, preservando musgos e líquenes antigos no seu lugar de crescimento original ao longo de milénios.
“Nós percorremos as margens do gelo, coletamos amostras de plantas recém expostas preservadas nessas paisagens antigas e realizamos datação por radiocarbono para ter uma noção de quando foi a última vez que o gelo avançou sobre esse local. Como as plantas mortas são eficientemente
removidas da paisagem, a idade das plantas enraizadas define a última vez em que os verões foram tão quentes, em média, quanto os do século passado”, esclareceu Pendleton.






Os investigadores recolheram 48 amostras de plantas. Também analisaram o quartzo de cada local, a fim de estabelecer ainda melhor a idade e história da cobertura de gelo da paisagem.
Depois que as amostras foram processadas nos laboratórios da Universidade do Colorado e da Universidade da Califórnia em Irvine (EUA), os cientistas descobriram que as plantas antigas em todas as 30 calotas de gelo estiveram continuamente cobertas por gelo pelo menos nos últimos 40.000 anos.


Aumento na força das ondas colocam em risco áreas costeiras



Quando comparados com dados de temperatura reconstruídos a partir dos núcleos de gelo de Baffin e Groenlândia, as descobertas sugerem que as temperaturas modernas indicam o século mais quente na região em 115.000 anos, e que a ilha de Baffin pode ficar completamente sem gelo nos próximos séculos.
Ao contrário da biologia, que passou os últimos três mil milhões de anos desenvolvendo esquemas para evitar ser afetada pela mudança climática, as geleiras não têm estratégia de sobrevivência”, explicou Gifford Miller, outro autor da pesquisa. “Se os verões são mais quentes, elas imediatamente retrocedem, se são verões são mais frios, elas avançam terreno. Isso faz delas um dos mais confiáveis indicadores nas mudanças de temperatura do verão”.



Fonte//HypeScience