quinta-feira, 18 de julho de 2019

Garrafa com mensagem escrita há 50 anos deu à costa na Austrália.


Deu à costa numa praia do sul da Austrália uma garrafa contendo uma mensagem, escrita por um menino inglês há mais de 50 anos. O pescador que a encontrou, Paul Elliot estava numa praia do sul, na costa oeste da Península de Eyre, pescando com seu filho.



Photo Pixabay

Lula gigante filmada no Golfo do México

Elliot declarou numa entrevista á estação de televisão pública da Austrália, Australian Broadcasting Corporation, que o autor da mensagem descreveu-se como Paul Gilmore, como um miúdo inglês de 13 anos que viajava num navio de passageiros na costa sul da Austrália, quando ia de Fremantle, para Melbourne.



A mesma rede de televisão, informou um dia depois da descoberta da garrafa de ter sido tornada pública, que Annie Crossland, irmã de Paul Gilmore, “o tal rapaz de 13 anos”, havia dito que o irmão está a fazer um cruzeiro no Báltico, dizendo estar estupefacta com o fato, e afirmando ter memórias do irmão a escrever cartas e a colocá-las dentro de garrafas sempre que viajavam de barco com a família



Um outro dos irmãos de Paul Gilmore, disse à ABC ter tido acesso à mensagem e confirmado que se trata da caligrafia do seu irmão.
Segundo o oceanógrafo David Griffin, é pouco provável que a garrafa estivesse a flutuar durante 50 anos, visto o oceano estar sempre em movimento, afirmando que a garrafa deverá ter ficado enterrada numa praia durante vários anos, e na sequência de uma tempestade sido levada de volta para o mar.

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Fonte//Expresso










quarta-feira, 17 de julho de 2019

Carros elétricos da Ford usarão a plataforma MEB da Volkswagen


A aliança entre a VW e a Ford tem mais novidades. Além da confirmação das novas gerações das pick up Ranger e Amarok para 2022, a construtora americana anunciou que utilizará a plataforma MEB da Volkswagen para seus próximos carros elétricos. O desenvolvimento deste projeto está sob a responsabilidade do centro de pesquisas da Ford em Merkenich, na Alemanha, e deverá ser concluído em 2023.



Photo VW Divulgaçao

Lightyear One, o carro solar que todos vão desejar


Com a aliança VW-Ford, aparecerão 27 novidades até 2023, por meio de 4 marcas. O objetivo é vender 600 mil elétricos nos primeiros 6 anos de mercado
Segundo o CEO responsável pela aliança VW-Ford , Herbert Diess,  a arquitetura EV da Volkswagen trará benefícios para os  clientes e para o meio ambiente.
Além da novidade, já foi anunciado por ambas as construtoras que, entretanto, também vão desenvolver outro elétrico com a plataforma MEB , mas para a Europa e para os EUA, planeiam a pick up  elétrica F-150 EV e o futuro SUV inspirado no Mustang.







Outro ponto importante diz respeito à Argo AI, empresa responsável por desenvolver tecnologias de condução autônoma. Com foco nos novos carros elétricos, tanto a Ford quanto a VW possuem participação conjunta nas ações, que quando somadas, detém a porção maioritária. A Argo está avaliada em US$ 7 mil milhões e, após o acordo, receberá pelo menos US$ 1 mil milhões em investimentos.


Photo VW divulgaçao

Toyota com plano para veículos elétricos, híbridos e a hidrogênio



 O Grupo Volkswagen espera produzir 10 milhões de veículos na plataforma MEB logo na primeira fase. Por enquanto, há poucas informações sobre a plataforma, tal como o tamanho do carro, ou a distancia entre eixos. Outra grande expectativa são os detalhes dos modelos que receberão a nova plataforma, mas garantiu que, até 2023, 27 deles e 4 marcas diferentes (Ford, Volks e mais duas) usarão a MEB.




Photo VW Divulgaçao


Segundo a Volkswagen, os novos modelos também virão com baterias mais eficientes. Com carregadores rápidos, uma recarga de 80% vai demorar cerca de 30 minutos, algo que já existe em alguns elétricos atuais e, na maioria dos casos, garantirá uma autonomia entre 400, 500 e até 600 km. Já foram investidos o equivalente a R$ 5,3 mil milhões, para o desenvolvimento das novas tecnologias. Com isso, vai se tornar a maior plataforma de desenvolvimento de carros elétricos de toda a Europa

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Fonte//Carros










terça-feira, 16 de julho de 2019

Noruega inspeciona submarino soviético naufragado há 30 anos

Investigadores noruegueses completaram uma pesquisa sobre um submarino nuclear soviético que afundou há 30 anos. A equipa de pesquisa descobriu que o submarino está emitindo uma pequena quantidade de radiação dos seus reatores, não representando, no entanto, uma ameaça para o meio ambiente.




Photo Ægir 6000/Institute of Marine Research Norway

Submarino alemão da Primeira Guerra Mundial descoberto na costa francesa



O navio, conhecido como Komsomolets , era um submarino de ataque único. Seu casco era feito de titânio, permitindo que ele operasse em profundidades de mais de 3.000 pés,a muito mais profundidade do que os submarinos americanos poderiam alcançar na época. Foi alimentado por dois reatores e transportou armas nucleares e convencionais.
Em 7 de abril de 1989, rebentou uma linha de ar de alta pressão ligada aos principais tanques de lastro do submarino. O problema provocou um incêndio na popa que lentamente avançou por todo submarino. Dos 69 tripulantes, apenas 27 sobreviveram ao incidente, e o submarino afundou no mar da Noruega.




As autoridades norueguesas monitorizam as condições na zona do naufrágio anualmente, diz Hilde Elise Heldal , que liderou a última expedição do Instituto de Pesquisa Marinha em Bergen. "Mas este ano nós fizemos uma visita com um veículo operado por controlo remoto."
O mini-submarino robótico permitiu que retirassem amostras do próprio submarino. Quando os investigadores recolheram amostras de água de um tubo de ventilação que levava ao reator do submarino, mediram níveis elevados de césio-137. O césio radioativo está saindo de um dos núcleos nucleares, diz Heldal.



Submarino em St. Petersburg antes de afundar  Photo Getty Images

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O nível de radiação no tubo está muito acima do que existe na água do mar circundante, no entanto, Heldal diz que não ser particularmente preocupante.
"Eu não acho que isso represente qualquer ameaça para os peixes ou para os humanos", diz ela. O césio radioativo é rapidamente diluído. Medições a poucos metros acima da abertura não mostraram níveis elevados de radiação.


O naufragado submarino “Komsomolets” também tem dois torpedos nucleares a bordo. Heldal diz que o submersível robótico levou amostras perto do compartimento do torpedo para ver se o material nas armas havia contaminado o ambiente local, mas essa análise terá que ser feita em um laboratório nas próximas semanas.
A pesquisa acontece apenas uma semana depois do acidente com um outro submarino Russo, que vitimou 14 tripulantes. As autoridades russas afirmam que o fogo foi contido e que o reator do submersível não foi afetado. Até a última quinta-feira, autoridades da Autoridade Norueguesa de Radiação e Segurança Nuclear disseram que não havia nenhuma indicação de emissões radioativas deste incidente.