terça-feira, 30 de julho de 2019

Novo submarino autónomo, pode mudar a configuração


O Aquanaut é um novo robô autônomo e parece ter saído do filme dos Tranformers.
O robô pode mudar de forma entre uma forma humanoide tipo sereia e uma forma submarina, de acordo com o IEEE Spectrum.
Isso o torna mais adequado para reparações a grandes profundidades, outras tarefas que outros robôs podem realizar e que são muito perigosos para mergulhadores.




Photo Futurism

Noruega inspeciona submarino soviético naufragado há 30 anos


Evan Ackerman, do IEEE Spectrum , observou Aquanaut durante um teste numa gigantesca piscina que a NASA usa para simular microgravidade para astronautas em treino, tendo observado a forma como o submarino autônomo abriu o seu chassi externo para revelar dois braços semelhantes a garras.











Por enquanto, o robô está limitado a testes de piscina, segundo o IEEE Spectrum. Mas, depois disso, haverá experiencias no oceano e, em seguida, a implantação ativa, onde se espera que opere sem prolemas em águas profundas em trabalhos para plataformas de extração de petróleo e gás.
O acesso à piscina da NASA é cortesia das cerca de duas dúzias de ex-funcionários da NASA que atualmente trabalham na Houston Mechatronics, Inc, empresa que desenvolve o Aquanaut.
“A NASA ajuda a colocar robôs em locais remotos e fazer com que eles façam trabalho útil em ambientes difíceis e desempenhando bem o seu trabalho offshore.”, disse o co-fundador da HMI, Nic Radford, ao IEEE Spectrum.

A China está construindo drones submarinos para defender mar do Sul da China




Fonte//Futurism










Um asteróide aproximou-se da Terra e quase não o via-mos

Os investigadores do Royal Institution of Australia, uma organização científica australiana sem fins lucrativos, informaram que um asteróide com grande potencial destrutivo, passou muito perto da Terra quase despercebido.
Nomeado Asteróide 2019 OK, tem um diâmetro entre os 57 e os 130 metros e passou a uma distância de aproximadamente 73.000 quilómetros da Terra, menos de um quinto da distância até a lua.



Photo Pixabay

Asteroide pode provocar 'inverno cósmico' na Terra


Francamente, é muito preocupante. Não se trata de um filme de Hollywood. É um perigo real. Seria como uma explosão de uma bomba nuclear muito grande”, esclareceu Alan Duffy, principal investigador do instituto australiano.
É provavelmente o maior asteróide a passar tão perto da Terra em muitos anos”, complementou Michael Brown, astrónomo e professor da Universidade Monash, ao The Post.
O asteróide foi detetado na semana passada por duas equipes de astronomia diferentes, uma no Brasil e outra nos EUA.
Os astrónomos não identificaram o objeto, de um tipo conhecido como “assassino de cidades”,  até estar já muito perto da Terra, deslocando-se a cerca de 61 vezes a velocidade de um jato comercial.
Os dados sobre seu tamanho e órbita só foram compilados algumas horas antes de ele passar pelo planeta.





Comparativamente, o incidente com meteoro de 2013 em Chelyabinsk, na Rússia, tinha apenas 20 metros de diâmetro e explodiu com mais energia do que uma arma nuclear. Por que não o detetamos antes? Como deixamos um asteroide tão grande quase passar despercebido?
Justamente por causa do seu tamanho e órbita. Embora seja grande, o Asteróide 2019 OK não é do tamanho da asteróide que causou a extinção dos dinossauros. Objetos deste tipo são detetados 90% das vezes pelas instituições científicas.
Além disso, o asteróide tem uma órbita muito elíptica. Segundo Brown, ele passou bem além da órbita de Marte, quase na órbita de Vénus, de forma que ficou difícil deteta-lo.
Por fim, há a questão da velocidade. O asteróide viajava a 24 quilómetros por segundo. As rochas espaciais detetadas recentemente possuíam velocidades entre 4 e 19 quilómetros por segundo.



Photo Pixabay

Todos os dias 17 meteoros atingem a Terra


Segundo os astrónomos, essa deteção tardia serve para nos avisar da ameaça real que asteroides podem representar para a Terra. Se tivesse nos atingido, teria sem dúvida resultados devastadores.
Embora as hipóteses de um grande asteróide destruir uma cidade inteira sejam reduzidas, Brown afirma que vale a pena investir em recursos para a deteção e prevenção deste tipo de objetos. O Asteróide 2019 OK prova que existem outros por aí potencialmente perigosos dos quais não temos conhecimento, que podem se aproximar da Terra sem aviso prévio.
De acordo com o The Washington Post, os astrónomos estão desenvolvendo pelo menos duas abordagens para tentar desviar asteróides possivelmente perigosos para o planeta.
Duffy explicou que uma das estratégias envolve empurrar o asteróide lentamente para longe da Terra, e a outra, chamada de trator de gravidade, usa a gravidade de uma nave para desviar o objeto, mas tem que ser  detetado a tempo


O que acontecerá se um asteroide atingir a Terra





Fonte//Futurism TheWashingtonPost








segunda-feira, 29 de julho de 2019

Hoje esgotam-se os recursos naturais do planeta para 2019


No dia 29 de Julho, atingimos um limite alarmante. Esta data marca o Dia da Sobrevivência da Terra, o ponto a cada ano em que a humanidade começa a consumir os recursos naturais do mundo mais rapidamente do que eles podem ser repostos.
Levamos apenas 209 dias para consumir um ano inteiro de recursos, de alimentos e madeira a terra e carbono. Estamos usando a natureza 1,75 vezes mais rápido do que ela pode recuperar.


Photo Pixabay

O colapso da camada de gelo da Antártida pode ser evitado


Esses números mais recentes vêm da Global Footprint Network, uma organização internacional sem fins lucrativos que calcula nosso consumo ecológico anual e a data em que o excedemos. Depois de rompermos esse limite, começamos a devorar recursos a uma taxa insustentável.
"É um esquema de pirâmide", disse Mathis Wackernagel, CEO e fundador da Global Footprint Network. "Depende de usar mais e mais do futuro para pagar o presente".
É como estar em dívida financeira, e é muito difícil de recuperar. "Não há nada que impulsione a economia se usarmos demais nossos recursos", disse ele, "porque toda atividade econômica depende do capital natural e, sem isso, não vai funcionar".
O peso dessa dívida ecológica está ficando mais pesado. Começamos a consumir recursos excedentes nos anos 70 e, desde então, tem piorado progressivamente. Nos últimos 20 anos, o Earth Overshoot Day avançou mais de dois meses. E este ano, cai na data mais antiga ainda. Para consumirmos de forma sustentável, precisaríamos dos recursos de 1,75 Terras.





Derrubam-se as florestas num ritmo alarmante para fornecer madeira e terrenos limpos para a agricultura. A cada minuto desmata-se uma área equivalente a dois campos de futebol na floresta amazônica. Estamos super explorando os recursos hídricos para a indústria e a agricultura, e para fornecer água potável para cidades em constante expansão. E nosso vício em combustíveis fósseis significa que estamos produzindo emissões de carbono em níveis que nos levarão ainda mais longe nas perigosas subidas de temperatura.
Os incêndios florestais são cada vez mais frequentes e mais devastadores. Em todo o mundo grandes cidades lutam contra a falta de agua segundo um relatório sobre biodiversidade da ONU, publicado em maio, 1 milhão de espécies podem se extinguir graças a ações humanas.


Photo Pixabay

9000 km de algas no Atlântico ameaçam a vida marinha


Embora as consequências atinjam mais as nações mais pobres, são as populações de nações mais ricas, as que mais recursos consomem e as que vivem além de suas possibilidades, isto de acordo com a Global Footprint Network. Se todos vivessem como os habitantes dos Estados Unidos, por exemplo, precisaríamos de cinco Terras a fornecer esses recursos, e contrastando, se todos consumíssemos recursos como a Índia, precisaríamos apenas de sete décimos do nosso planeta para atender às nossas necessidades.
Precisamos investir num futuro onde a próxima geração, possa prosperar. Existem soluções possíveis, mas parece não querermos isso…..

“Apartheid Climático” é iminente. Apenas os ricos sobreviverão.


Fonte//Huffpost