quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Nokia lança telemóvel que custa 13 euros e a bateria aguenta 18 dias


A marca finlandesa Nokia lança agora o Nokia 105, o novo telemóvel da marca, e vai custar apenas 13 euros. Quando em standby, a bateria consegue aguentar 18 dias sem carregar.



Photo Dr Nokia

Google grava todas as suas chamadas de voz



A prestigiada marca de telemóveis, e outrora uma gigante no mercado, a Nokia tem vindo a perder proeminência com o passar dos anos. Marcas como a Apple e a Samsung ultrapassaram completamente a Nokia no que toca a tecnologia levando a que os consumidores deixassem de utilizar os telemóveis da marca finlandesa.





Mas, há sempre aqueles que não gostam dos smartphones, caros e sofisticados, e apenas querem um telemóvel, a empresa lançou agora um modelo que parece preencher essas expectativas. O novo Nokia 105 custa apenas 13 euros, cerca de cem vezes menos do que o mais recente iPhone X.
Obviamente que tem muito menos funcionalidades, no entanto, além de permitir fazer chamadas e enviar sms, este novo modelo tem rádio incluído, lanterna e os videojogos, clássico Snake, o Sky Gift, o Tetris, o Air Strike, o Nitro Racing, o Ninja Up !, e o Danger Dash.

O telemóvel é um dual SIM e a bateria tem capacidade para 18,3 dias em standby e aguenta 14.4 horas em chamada. Pesa 73 gramas e as suas dimensões são 110x50 milimetros.
O sistema operativo do novo Nokia 105 não permite instalar aplicações como o Facebook, Instagram e WhatsApp, mas tem 4 MB de RAM e 4 MB de armazenamento no dispositivo o que permite o armazenamento interno de 2.000 contactos e 500 mensagens.



Photo Dr Nokia

Huawei lançou o Mate X com ecrã dobravel



Juntamente com o Nokia 105, a Nokia lançou também o Nokia 220, com ligação 4G, e também com um preço muito baixo, 39 euros. A bateria aguanta 27 dias em standby, mas só aguenta 6,3 horas em chamada.
Também é leve e compacto com rádio FM, lanterna LED, armazenamento de 24MB embutido e 16MB de memória.
Mede 121,3 por 52,9 por 13,4 mm e pesa 86,5 gramas e possui um display de 2,4 polegadas. Também tem Bluetooth e possui um MP3 player
Os dois novos modelos da Nokia estarão disponíveis para venda já a partir do próximo mês de agosto.


Huawei lançou o Mate X com ecrã dobravel

Baterias de fluor com grande duração para breve


Há suspeita de que o Facebook escuta os seus utilizadores usando o aplicativo


Fonte//ZDnet









quarta-feira, 31 de julho de 2019

Super-Terra recém-descoberta pode ser habitável


Os astrónomos encontraram mais um exoplaneta , desta vez uma "Super-Terra" próxima, que pode ter vida tal  como a conhecemos. 
O planeta foi descoberto, no início deste ano, recorrendo ao Transition Exoplanet Survey Satellite (TESS) da NASA na constelação de Hydra, a cerca de 31 anos-luz da Terra, de acordo com um comunicado da NASA . (Um ano-luz é a distância que a luz percorre num ano, cerca de  10 triliões de quilómetros.)


Photo NASA

NASA abrirá Estação Espacial Internacional ao turismo espacial



Julga-se que o exoplaneta, chamado GJ 357 d, tenha cerca de duas vezes o tamanho da Terra e seis vezes a sua massa. Localizado na borda externa da "zona habitável" de sua estrela hospedeira, os cientistas acreditam que esta super-Terra possa ter água na superfície.
"Se o planeta tiver uma atmosfera densa, que levará estudos futuros para determinar, ele poderia reter calor suficiente para aquecer o planeta e permitir a entrada de água líquida na sua superfície", afirmou Diana Kossakowski, investigadora do Instituto Max Planck de Astronomia em Heidelberg. Alemanha, e coautora do estudo recente.





O planeta potencialmente habitável e mais dois vizinhos foram encontrados orbitando uma estrela anã, com cerca de um terço do tamanho e da massa do nosso próprio sol e 40% mais frio. A TESS notou que a luz que vem desta pequena estrela escurece levemente a cada 3,9 dias, uma pista de que um exoplaneta pode estar passando entre a estrela e a terra, na sua orbita.
 Esse planeta é GJ 357 b, uma "Terra quente" que orbita 11 vezes mais perto a sua estrela hospedeira do que Mercúrio orbita o  sol e provavelmente tem uma temperatura de superfície de cerca de 490 graus Fahrenheit (254 graus Celsius)
Mas o planeta vizinho possivelmente habitável de GJ 357 d, sacou-lhe o lugar. Outras observações mostraram que o GJ 357 d orbita sua estrela a cada 55,7 dias a uma distância de cerca de um quinto da distância da Terra em relação ao Sol, e poderia ter condições semelhantes à da Terra, de acordo com uma declaração da Universidade de Cornell.


Photo NASA


Sonda movida a vapor poderia explorar o espaço para sempre


"Nós construímos os primeiros modelos para perceber como poderia ser este novo mundo", disse Jack Madden, doutorando em Cornell e co-autor do estudo, num comunicado. " Saber que pode existir água líquida na superfície deste planeta motiva os cientistas a encontrar maneiras de detetar sinais de vida."
 O outro planeta no sistema, GJ 357 c, é tem pelo menos 3,4 vezes mais massa que a Terra e orbita a estrela a cada 9,1 dias. GJ 357 c provavelmente tem uma temperatura de superfície de cerca de 260 Fahrenheit (127 C), disseram os funcionários da NASA.
A equipa espera em breve poder procurar sinais de vida no exoplaneta com futuros telescópios.




Um asteróide aproximou-se da Terra e quase não o via-mos

Naves espaciais com motor de fusão podem estar para breve


O estudo foi publicado em 31 de julho na revista Astronomyand Astrophysic

Fonte//Space








terça-feira, 30 de julho de 2019

Novo submarino autónomo, pode mudar a configuração


O Aquanaut é um novo robô autônomo e parece ter saído do filme dos Tranformers.
O robô pode mudar de forma entre uma forma humanoide tipo sereia e uma forma submarina, de acordo com o IEEE Spectrum.
Isso o torna mais adequado para reparações a grandes profundidades, outras tarefas que outros robôs podem realizar e que são muito perigosos para mergulhadores.




Photo Futurism

Noruega inspeciona submarino soviético naufragado há 30 anos


Evan Ackerman, do IEEE Spectrum , observou Aquanaut durante um teste numa gigantesca piscina que a NASA usa para simular microgravidade para astronautas em treino, tendo observado a forma como o submarino autônomo abriu o seu chassi externo para revelar dois braços semelhantes a garras.











Por enquanto, o robô está limitado a testes de piscina, segundo o IEEE Spectrum. Mas, depois disso, haverá experiencias no oceano e, em seguida, a implantação ativa, onde se espera que opere sem prolemas em águas profundas em trabalhos para plataformas de extração de petróleo e gás.
O acesso à piscina da NASA é cortesia das cerca de duas dúzias de ex-funcionários da NASA que atualmente trabalham na Houston Mechatronics, Inc, empresa que desenvolve o Aquanaut.
“A NASA ajuda a colocar robôs em locais remotos e fazer com que eles façam trabalho útil em ambientes difíceis e desempenhando bem o seu trabalho offshore.”, disse o co-fundador da HMI, Nic Radford, ao IEEE Spectrum.

A China está construindo drones submarinos para defender mar do Sul da China




Fonte//Futurism