A terça-feira foi sangrenta para o mercado de criptoativos. No mercado internacional, o bitcoin voltou ao patamar dos US$ 6.400 e as outras criptomoedas tiveram quedas ainda mais expressivas.
Com essa queda, o preço voltou ao mesmo nível do início do mês de julho. O primeiro semestre do ano teve uma queda de 48%.
Desde a semana passada, entretanto, o volume negociado de bitcoin no mercado global recuperou-se ligeiramente para cerca de US$ 5 bilhões por dia, depois de cair abaixo da marca de US$ 3,5 bilhões. No Brasil, o mercado está bem devagar, principalmente após a Foxbit, uma das maiores exchanges do país, ter ficado uma semana inteira fora do ar.
Mar de sangue
Não teve para onde fugir, tudo está em forte queda. O Bitcoin, contudo, é uma das criptomoedas que mais está segurando firme, com apenas -2,39% nos últimos sete dias. Com isso, voltou a aumentar seu marketshare, que agora está em 43.2%, o maior dos últimos meses.
Criptomoedas como EOS, Litecoin, IOTA e algumas outras, sofreram um duro golpe e operam em quedas superiores a 10% nos últimos sete dias. As únicas que estão se salvando são a Ethereum Classic (ETC) e a Tezos, recém lançada.
Desde ontem, em consequência da desvalorização, o valor de mercado dos criptoativos caiu mais de US$ 23 bilhões.
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quarta-feira, 11 de julho de 2018
terça-feira, 10 de julho de 2018
O famoso site de torrents, The Pirate Bay, voltou a usar as CPUs dos usuários para minerar Monero (XMR) em seu site
Em 4 de julho, The Pirate Bay adicionou um aviso no final do seu site, que afirmou:
“Ao entrar no TPB você concorda que o XMR seja extraído usando sua CPU. Se você não concorda, por favor, saia agora ou instale um adBlocker”
Como a CCN informou , o The Pirate Bay conduziu um teste de um dia em setembro para testar a mineração do Monero usando as CPUs dos visitantes. O site utilizou uma ferramenta chamada Coinhive que permitia aos desenvolvedores incluir um script simples que usaria a CPU do usuário do site para executar a mineração, que utiliza uma parte significativa dos recursos do computador do usuário. Desde outubro, o The Pirate Bay começou a usar o recurso ao lado de anúncios em seu site.
Embora vários usuários tenham alegado que não se importam em minerar para apoiar o site e o consideraram uma alternativa saudável à publicidade obstrutiva, o The Pirate Bay foi criticado por usar recursos sem o consentimento do usuário e então suspendeu a mineração. A mineração por meio do navegador pode causar uma diminuição no desempenho e, subsequentemente, aquecer o computador. Isso também pode afetar a longevidade da CPU.
Embora existam sites que usam ferramentas como o Coinhive como uma alternativa legítima à publicidade, limitando a quantidade de recursos da CPU que utilizam, os malwares de mineração tornaram uma opção lucrativa para hackers. Sites do governo, a fabricante de automóveis Tesla e sites como o Politifact foram todos vítimas de tais ataques. Os usuários são aconselhados a instalar extensões como NoCoin e uBlock Origin para se proteger de tais scripts maliciosos.
Em um relatório no mês passado, a Kaspersky Lab, uma empresa russa de segurança cibernética, afirmou que houve uma mudança significativa de ataques relacionados ao ransomware para malware de mineração. O relatório afirma que houve um declínio de 30% no ransomware, enquanto os malwares relacionados à mineração por criptografia aumentaram em cerca de 44,5% em um único ano. Acredita-se que a razão para tal mudança maciça tenha sido o fato de que os roubos de criptomoedas eram mais discretos e lucrativo em comparação com o ransomware, que levou a um aumento maciço de malware de mineração direcionados a PCs e celulares.
Em uma pesquisa semelhante conduzida pela McAfee, uma empresa americana de segurança cibernética, foi revelado que os ataques relacionados à mineração aumentaram 600% somente no primeiro trimestre de 2018. Steve Grobman, CTOda McAfee, declarou: “Com o aumento do valor das criptomoedas, as forças de mercado estão levando os criminosos à ataques de mineração e ao roubo de criptomoedas”.
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“Ao entrar no TPB você concorda que o XMR seja extraído usando sua CPU. Se você não concorda, por favor, saia agora ou instale um adBlocker”
Como a CCN informou , o The Pirate Bay conduziu um teste de um dia em setembro para testar a mineração do Monero usando as CPUs dos visitantes. O site utilizou uma ferramenta chamada Coinhive que permitia aos desenvolvedores incluir um script simples que usaria a CPU do usuário do site para executar a mineração, que utiliza uma parte significativa dos recursos do computador do usuário. Desde outubro, o The Pirate Bay começou a usar o recurso ao lado de anúncios em seu site.
Embora vários usuários tenham alegado que não se importam em minerar para apoiar o site e o consideraram uma alternativa saudável à publicidade obstrutiva, o The Pirate Bay foi criticado por usar recursos sem o consentimento do usuário e então suspendeu a mineração. A mineração por meio do navegador pode causar uma diminuição no desempenho e, subsequentemente, aquecer o computador. Isso também pode afetar a longevidade da CPU.
Embora existam sites que usam ferramentas como o Coinhive como uma alternativa legítima à publicidade, limitando a quantidade de recursos da CPU que utilizam, os malwares de mineração tornaram uma opção lucrativa para hackers. Sites do governo, a fabricante de automóveis Tesla e sites como o Politifact foram todos vítimas de tais ataques. Os usuários são aconselhados a instalar extensões como NoCoin e uBlock Origin para se proteger de tais scripts maliciosos.
Em um relatório no mês passado, a Kaspersky Lab, uma empresa russa de segurança cibernética, afirmou que houve uma mudança significativa de ataques relacionados ao ransomware para malware de mineração. O relatório afirma que houve um declínio de 30% no ransomware, enquanto os malwares relacionados à mineração por criptografia aumentaram em cerca de 44,5% em um único ano. Acredita-se que a razão para tal mudança maciça tenha sido o fato de que os roubos de criptomoedas eram mais discretos e lucrativo em comparação com o ransomware, que levou a um aumento maciço de malware de mineração direcionados a PCs e celulares.
Em uma pesquisa semelhante conduzida pela McAfee, uma empresa americana de segurança cibernética, foi revelado que os ataques relacionados à mineração aumentaram 600% somente no primeiro trimestre de 2018. Steve Grobman, CTOda McAfee, declarou: “Com o aumento do valor das criptomoedas, as forças de mercado estão levando os criminosos à ataques de mineração e ao roubo de criptomoedas”.
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segunda-feira, 9 de julho de 2018
Bitcoin Chegará a US$ 2.000 Antes de Voltar a Subir
O mercado de criptomoedas está se recuperando aos poucos após ter chegado ao menor patamar de 2018. Alguns analistas e CEOs, porém, esperam que o Bitcoin ainda volte a cair antes de retornar aos máximos históricos.
Apesar desse movimento recente de recuperação do preço, com o Bitcoin aparentemente saindo de sua tendência de baixa, o CEO da ADVFN, um website do mercado financeiro que provê dados e serviços para investidores, espera que o Bitcoin continue em baixa. Clem Chambers falou ao Express U.K. elaborando sua opinião sobre a direção do mercado de criptomoedas.
Quando questionado se o bitcoin voltaria aos US$ 20.000, Chambers observou:
Ele provavelmente atingirá US$ 2.000 antes de atingir US$ 20.000.
Chambers acrescentou ainda ser muito provável que o Bitcoin um dia atinja o nível de preço de US$ 100.000.
Chambers mantém esse sentimento otimista em relação ao Bitcoin devido a sua crença de que as tecnologias blockchain e DLT se tornarão tecnologias que mudarão o mundo, da mesma forma que a internet revolucionou as últimas duas décadas. O CEO da ADVFN declarou:
“O blockchain será o caminho do futuro assim como a internet foi para a geração anterior. O Bitcoin provavelmente fará parte desse futuro a longo prazo.”
Chambers ampliou seu raciocínio e falou sobre uma escassez de moedas fiduciárias, acrescentando: ”Há uma escassez de dinheiro real no mundo”. E continuou:
“Eles não estão criando dinheiro suficiente para fazer o mundo girar. As criptomoedas estão preenchendo esse vácuo. Isso gerará um aumento econômico (para o Bitcoin)”.
Isso se tornou uma parte importante do sentimento no setor de criptomoedas, com muitos acreditando que as criptomoedas começarão a substituir as moedas emitidas por governos.
Cair para subir?
Além do CEO da ADVFN, Arthur Hayes, CEO da BitMEX, afirmou que podia ver o Bitcoin caindo até US$ 3.000 antes de atingir US$ 50.000 até o final do ano.
Em uma aparição em um programa da CNBC, Hayes declarou:
Bem, acho que algo que vai até US$ 20.000 em um ano pode ter uma correção para cerca de US$ 6.000. Acho que poderíamos definitivamente encontrar um fundo na faixa de US$ 3.000 a US $ 5.000, mas estamos tendo uma decisão regulatória positiva, talvez um ETF aprovado pela SEC e isso poderia levar o preço aos US$ 20.000 e até mesmo para US$ 50.000.
Fonte:
Apesar desse movimento recente de recuperação do preço, com o Bitcoin aparentemente saindo de sua tendência de baixa, o CEO da ADVFN, um website do mercado financeiro que provê dados e serviços para investidores, espera que o Bitcoin continue em baixa. Clem Chambers falou ao Express U.K. elaborando sua opinião sobre a direção do mercado de criptomoedas.
Quando questionado se o bitcoin voltaria aos US$ 20.000, Chambers observou:
Ele provavelmente atingirá US$ 2.000 antes de atingir US$ 20.000.
Chambers acrescentou ainda ser muito provável que o Bitcoin um dia atinja o nível de preço de US$ 100.000.
Chambers mantém esse sentimento otimista em relação ao Bitcoin devido a sua crença de que as tecnologias blockchain e DLT se tornarão tecnologias que mudarão o mundo, da mesma forma que a internet revolucionou as últimas duas décadas. O CEO da ADVFN declarou:
“O blockchain será o caminho do futuro assim como a internet foi para a geração anterior. O Bitcoin provavelmente fará parte desse futuro a longo prazo.”
Chambers ampliou seu raciocínio e falou sobre uma escassez de moedas fiduciárias, acrescentando: ”Há uma escassez de dinheiro real no mundo”. E continuou:
“Eles não estão criando dinheiro suficiente para fazer o mundo girar. As criptomoedas estão preenchendo esse vácuo. Isso gerará um aumento econômico (para o Bitcoin)”.
Isso se tornou uma parte importante do sentimento no setor de criptomoedas, com muitos acreditando que as criptomoedas começarão a substituir as moedas emitidas por governos.
Cair para subir?
Além do CEO da ADVFN, Arthur Hayes, CEO da BitMEX, afirmou que podia ver o Bitcoin caindo até US$ 3.000 antes de atingir US$ 50.000 até o final do ano.
Em uma aparição em um programa da CNBC, Hayes declarou:
Bem, acho que algo que vai até US$ 20.000 em um ano pode ter uma correção para cerca de US$ 6.000. Acho que poderíamos definitivamente encontrar um fundo na faixa de US$ 3.000 a US $ 5.000, mas estamos tendo uma decisão regulatória positiva, talvez um ETF aprovado pela SEC e isso poderia levar o preço aos US$ 20.000 e até mesmo para US$ 50.000.
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