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terça-feira, 14 de maio de 2019

Asteroide pode provocar 'inverno cósmico' na Terra


A NASA alertou para a possibilidade de um asteroide causar um “inverno cósmico” ao cair na Terra. O aviso da agência espacial norte-americana surge na sequência de um novo documentário científico sobre estas rochas espaciais.
Os asteroides são corpos rochosos que, por norma, se localizam no interior do Sistema Solar em orbita do Sol. São muitos milhões os asteroides que andam livremente no Espaço, e as suas colisões, conhecidas como eventos de impacto, foram importantes na formação de muitos planetas.



Photo Pixabay

Pela segunda vez na história, uma nave espacial terrestre aterra num asteróide


Um impacto destes na Terra, pode ter efeitos devastadores para a humanidade e para o planeta. Muitos são os cientistas que acreditam, por exemplo, que terá sido um asteroide a causa da extinção dos dinossauros, há cerca de 66 milhões de anos.
Este novo documentário da norte-americana Spacefiles aborda uma teoria que sustenta que, se a Terra seja atingida por um asteroide, pode repetir-se o cenário que terá ocorrido aquando a extinção dos dinossauros.
Existem uma enorme quantidade de asteroides com potencial para atingir o nosso planeta no cinturão de asteroides, e o responsável pelo “inverno cósmico” pode ser um que parta daí, de acordo com o documentário. Ocasionalmente, ocorrem colisões entre os asteroides no cinturão e, na sequência destas colisões, alguns fragmentos podem ser projetados para órbitas que, por sua vez, podem levar os fragmentos para perto de Marte.




Já próximos do Planeta Vermelho, os asteroides podem mudar a trajetória e entrar na órbita terrestre, e já muitos corpos rochosos, maiores ou menores, já colidiram com a Terra desta forma.
Há 60 milhões de anos, um asteroide terá atingido a Península de Yucatan, no México, dando origem a um inverno cósmico e uma extinção massiva.
O inverno cósmico, que o documentário argumenta que pode ocorrer na Terra, significa que o impacto de um asteroide poderia eliminar todas as formas de vida, fazendo o planeta mergulhar num ambiente de frio e escuridão, segundo notícia do Daily Express.
O documentário refere, que mesmo um asteroide de pequenas dimensões, poderia ter consequências desastrosas. Quando o céu ficar finalmente limpo, dois terços de todas as espécies terão desaparecido da Terra.


Photo Pixabay

Asteróide Oumuamua pode ser nave espacial


A NASA tem reunido esforços para traçar um plano de defesa planetária caso um asteroide venha a colidir com a Terra. A agência espacial, que no fim de abril levou a cabo mais uma série de exercícios e simulações, que estar bem preparada e saber o que fazer.
Gostaríamos de estar preparados. Enquanto a Terra está a salvo de todos os asteroides conhecidos, esta semana estamos a reunir os nossos parceiros para defenir o que teremos que fazer numa situação diferente”, afirmou a NASA.




O que acontecerá se um asteroide atingir a Terra






Fonte//SputnikNews





segunda-feira, 6 de maio de 2019

Humanidade pode ter vindo de outro Sistema Solar


A vida pode ter chegado à Terra vinda de outro Sistema Solar. Os humanos podem ter sido trazidos por um objeto semelhante ao Oumuamua
 O Oumuamua continua a ser um mistério para os cientistas, e há teorias de que pode haver um no interior da Terra ou que se trata de uma nave alienígena, mas há uma nova que pode explicar a existência objetos como este.


                                                                                Photo CC BY 2.0 / Stuart Rankin 


Todos os dias 17 meteoros atingem a Terra


Depois de cientistas sugerirem que o Oumuamua pode não ter sido o primeiro meteoro a passar pela Terra, abre-se agora a possibilidade de este fenómeno ter acontecido mais vezes do que pensávamos. A opinião é partilhada por Bill Bottke, que dirige o Departamento de Estudos Espaciais do Southwest Research Institute no Colarado.
 O cientista afirma que objetos como o Oumuamua podem ter sido responsáveis pela transferência de vida de um planeta para outro, uma ideia conhecida como panspermia. O tamanho do Oumuamua é desconhecido, mas segundo a Sputnik News, os cientistas pensam que tenha cerca de 800 metros comprimento.



O objeto causa intriga na comunidade científica, por ter uma aceleração “não-gravitacional” ao afastar-se do Sol. Pensa-se que seja um corpo gelado e os seus estranhos movimentos se devam a uma fuga de gás.
 Isso indica que o gelo pode sobreviver a estas distâncias interestelares”, afirmou a astrobióloga Karen Meech, do Instituto de Astronomia da Universidade do Havai. A especialista em astrobiologia acredita que um objeto como o Oumuamua pode ter viajado pelo espaço durante mais de 10 milhões de anos até chegar ao nosso sistema solar, sendo no entanto a sua origem um mistério para os astrónomos.

Se o Oumuamua conseguiria trazer a Vida com ele, é ainda difícil de provar. A Sputnik News explica que não é possível saber se quaisquer criaturas a bordo conseguiriam sobreviver ao impacto com a Terra, relembrando que o objeto passou por nós a 215.000 quilómetros por hora.
Quase 100 objetos semelhantes ao Oumuamua já atingiram o nosso planeta durante a sua existência, não se sabendo se algum deles transportava vida que deixou na Terra.


O que acontecerá se um asteroide atingir a Terra

Cientistas afirmam que a humanidade está ameaçada pelos meteoros

Asteroide pode atingir a Terra em Setembro



Fonte//SputnikNews




sexta-feira, 3 de maio de 2019

Todos os dias 17 meteoros atingem a Terra


Todos os anos, a Terra é atingida por cerca de 6100 meteoros o suficientemente grandes para atingir ao solo, ou cerca de 17 por dia, revelaram pesquisas.
A grande maioria passa despercebida, e ocorre em áreas desabitadas. Mas várias vezes por ano, atingem a Terra em lugares onde despertam mais atenção.
Há três meses atrás, por exemplo, um pequeno asteroide provavelmente do tamanho de um automóvel, atravessou o céu ao meio-dia e explodiu a oeste de Cuba, fazer cair pequenos fragmentos sobre a cidade de Viñales, com algumas a cair nos telhados.
Ninguém ficou ferido, mas foi um aviso que tal como não se deve estar de costas para o mar correndo o risco de ser apanhado por uma onda, também não podemos ignorar os riscos provenientes do espaço.



Photo Pixabay



O que acontecerá se um asteroide atingir a Terra


Para calcular com a frequência com que ocorrem as entradas de meteoros na atmosfera, Gonzalo Tancredi, um astrônomo da Universidade da República em Montevidéu, Uruguai, examinou um banco de dados de relatórios de quedas de meteoros e descobriu que, nos últimos 95 anos as pessoas observaram diretamente uma média de cerca de oito por ano.
Para descobrir quantos outros ocorrem sem ser observados, Tancredo observou que as pessoas ocupam apenas uma pequena fração da superfície da Terra, cerca de 0,44% de sua área terrestre, ou 0,13% de sua área total de superfície.

Isso significa que, para cada impacto que realmente é visto por alguém, outros 770 caem no mar ou num deserto, floresta ou outros locais tão remotos que ninguém vê.
Alguns lugares da Terra são densamente povoados”, diz Tancredi, “mas a maioria dos lugares é muito pouco povoada”.
Tancredi então questionou-se se tais impactos poderiam ocorrer em grupo e se há épocas mais propícias que outras.
Sabemos, que os meteoros mais pequenos, minúsculos demais para chegar ao solo, geralmente acontecem durante chuvas de meteoros, como as Perseidas, os Orionóides e os Gemonids, que encantam os observadores do céu várias vezes por ano.








Poderiam as rochas maiores, com tamanho suficiente para seus fragmentos chegarem á superfície terrestre, estarem também nessas chuvas de meteoros anuais acontecer mais aleatoriamente?
A resposta de Tancredi, relatada recentemente na Conferência de Defesa Planetária da Academia Internacional de Astronáutica ( IAAPDC ) em College Park, Maryland, EUA, é um definitivo não.
"As quedas são aleatórias ao longo do ano", diz ele. "Não há data específica do ano caírem meteoros de maior tamanho”.
Os cientistas afirmam ter mapeado as órbitas da grande maioria dos potenciais asteroides fatais na órbita próxima da Terra.
No entanto, Duncan Steel, um cientista espacial de Wellington, na Nova Zelândia, mas trabalhando para o Centro de Pesquisa NASA-Ames, na Califórnia, disse à IAAPDC que a afirmação era falsa.

"Em termos de meteoros fatais e perigosos só uma muito pequena fração passa perto da Terra”, disse ele, acrescentando que, “a razão é porque um número desconhecido de asteroides potencialmente perigosos não estão nas órbitas próximas da Terra. Em vez disso, eles estão em órbitas alongadas que se estendem até o sistema solar externo e então mergulham de volta na direção da Terra, podendo sim um dia atingir-nos.” “A maioria está nessas órbitas gigantes onde não os encontraremos num período de 20 ou 50 anos”, explica ele.
Dito isso, apenas 66 desses asteroides foram encontrados, e cada um tem apenas uma hipótese entre dois a três mil milhões de atingir o planeta em qualquer das passagens com duração de entre cinco a 20 anos.






Qual a grande ameaça que isso representa, depende do tamanho da população de asteróides”, acrescenta Steel.
Mais difícil calcular são os riscos de uma classe de cometas recém-descoberta conhecida como cometas Manx”, disse Yudish Ramanjooloo, um colega de pós-doutorado em objetos próximos à Terra da Universidade do Havaí, em Honolulu.


Photo Creative Commons


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Batizados de gatos Manx, estes são cometas tão inativos que não produzem caudas visíveis. De fato, diz Ramanjooloo, sua atividade é de cinco a seis ordens de grandeza inferior à dos cometas típicos.
Tal como os cometas normais, no entanto, mergulham profundamente no sistema solar interior muito além da órbita de Plutão e, possivelmente, perto do limite do espaço interestelar.
Isso significa que quando eles nos alcançam, têm muita com força e velocidade. A ausência da cauda visível também significa que eles são rochosos e densos, com enorme quantidade de energia.
A falta de cauda faz com que seja difícil de deteta-los e se estiverem em rota de colisão somente são detetados um mês antes do impacto.
Pensa-se que talvez tenha sido um desses Manx que explodiu em Viñales, e são os verdadeiros perigos mais imediatos do espaço sideral.

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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Outro grande meteoro cruza os céus da Rússia


Uma bola de fogo atravessou o céu da Rússia no último sábado explodindo no ar. Segundo informações do jornal Siberian Times, os moradores da região de Irtutsk, a leste de Krasnoyarsk, ouviram um barulho de alta intensidade pelos céus, como se fosse o de um avião de grande porte passando pela região.


Photo (Катаклизмы и катастрофы природы / YouTube)


Bola de fogo multicolor ilimina a noite do Texas



Segundo vídeos e imagens publicadas por moradores, o meteorito explodiu por volta das 19h locais e desintegrou-se, antes de atingir o solo.
 Ao contrário do grande meteoro que explodiu em dezembro de 2018 sobre o Mar de Bering, o meteorito que atravessou o céu da Rússia não apresentava nenhum perigo, adiantaram as autoridades locais.




Nos últimos anos, diversos meteoros explodiram naquela região. O meteorito que explodiu em Cheylabinsk, também na Rússia, em 2013, era de 440 kilotons. Em 2018, um meteoro com 173 kilotons, equivalente a 10 bombas atômicas, explodiu sobre o Mar de Bering. Ainda não há informações sobre a quantidade de energia libertada pelo meteoro desta vez.
Os especialistas dizem que ainda estão aguardando uma análise inicial sobre o meteoro que explodiu.

Abaixo, vídeo que regista o exato momento em que o meteoro explodiu no céu da Sibéria.





Descoberta mais uma cratera de impacto sob o gelo da Groenlândia

O dia em que um impacto pôs a Terra líquida

Poderão os homens colonizar um asteroide

Fonte//ScienceAlert



sábado, 1 de dezembro de 2018

Sodoma pode ter sido destruída por uma explosão cósmica.


Uma "explosão cósmica" comparável á de  Tunguska, na Russia, pode ter destruido uma antiga civilização do Oriente Médio.
Durante o Projeto de Escavação de Tall el-Hammam da Jordânia, os investigadores encontraram evidências de uma explosão que supostamente devastou cerca de 500 quilômetros quadrados, tendo destruído uma civilização que existiu durante milhares de anos.
 
Photo Thoth3126


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Como a equipe de pesquisadores não encontrou nenhuma cratera de impacto, deduzem que a destruição foi causada por uma explosão na atmosfera a baixa altitude a cerca de 1 km do solo. A explosão foi tão poderosa que o zircão, que faz parte da cerâmica dos artefactos, se transformou em gás, enquanto a própria cerâmica se transformou em vidro. Tal processo acontece com temperaturas de aproximadamente 7,230 graus Fahrenheit (4,000 graus Celsius).





A datação pelo método do carbono14, indicou que as paredes de tijolos de barro desapareceram de repente há cerca de 3.700 anos, deixando apenas fundações de pedra.

Ao contrário da explosão de 1908 em Tunguska, na Sibéria, os investigadores dizem que esta aconteceu numa área de grande densidade populacional e pode ter aniquilado entre 40.000 e 65.000 pessoas que habitavam Middle Ghor, a planície circular de 25 quilômetros de largura na Jordânia.
O solo fértil de Middle Ghor ficou completamente estéril devido ao calor e ao sal das águas altamente salinas do Mar Morto devido a um tsunami causado pela explosão. Demorou quase 600 anos para a área se recuperar, estimaram os investigadores.

PhotoTaringa

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Os cientistas afirmam que o desastre pode ser o descrito na Bíblia como a destruição da antiga cidade de Sodoma. O Alto el-Hammam ou a "Cidade do Pecado", foi destruída pela ira de Deus, segundo o Livro do Gênesis, mas ainda não há certezas disso.



Fonte //SputnikNews



terça-feira, 21 de agosto de 2018

Meteoro atravessa Alabama numa bola de fogo

Uma 'bola de fogo' 40 vezes mais brilhante que a lua foi vista nos céus de Alabama

Na passada  sexta-feira 17 de Agosto, um meteoro  cerca de 40 vezes mais brilhante que a lua cheia atravessou o céu sobre o Alabama.

O evento aconteceu às 12h19, horário local, de acordo com a NASA Meteor Watch, que capturou o vídeo do evento e compartilhou as imagens no Facebook , apelidando o meteoro de "Bola de fogo do Alabama".

 

Seis câmaras da NASA na região capturaram o objeto em chamas, um pequeno asteroide medindo aproximadamente 2 metros de diâmetro.. A bola de fogo era o suficiente grande e brilhante para ser vista a olho nu, mesmo através das nuvens, e acionou "todas as câmeras e sensores operados pelo Escritório de Meio Ambiente da Meteoroid na região.

O meteoro foi detetado  pela primeira vez a uma altitude de 93 quilômetros em Turkeytown, Alabama. Dirigindo-se para oeste  a uma velocidade estimada de 86.000km/h, vindo depois a desintegrar-se sobre Grove Oak no Alabama.

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O meteoro de sexta-feira explodiu sem causar danos, mas o estado de Alabama  é conhecido como o local da queda mais insolita de um meteorito. Em 30 de novembro de 1954, um pedaço de meteorito atravessou no telhado de uma casa em Sylacuaga e atingiu uma mulher chamada Ann Elizabeth Fowler Hodges, que estava sentada no sofá, causando danos consideráveis, segundo a Nasa

 

Fonte//LiveSience

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Um meteoro explodiu sobre a Groenlândia

Uma bola de fogo que cruzou o céu sobre a Base Aérea de Thule, na Groenlândia, em 25 de julho, foi notável não apenas pelos 2,1 quilotons de energia gerados, (foi a segunda explosão mais energética do tipo registrada neste ano), mas também pela agitação. isso causou nas redes sociais e as chamadas frenéticas que chegaram à Força Aérea dos EUA.

O meteoro , que viajava a cerca de 87.000 km / h, cerca de 74 vezes a velocidade do som , segundo The Aviationist,pode ter-se fragmentado em  meteoritos  que atingiram o chão.

Os primeiros relatos do meteoro que explodiu na   Groenlândia vieram de dois tweets de cientistas.

Em 31 de julho, Ron Baalke, do grupo Solar System Dynamics do Jet Propulsion Laboratory da NASA (ou "Rocket Ron" no Twitter), escreveu: "Uma bola de fogo foi detectada na Groenlândia em 25 de julho de 2018 por sensores do governo dos EUA a uma altitude de 43.3 km. A energia da explosão é estimada em 2.1 kilotons. " Seu tweet foi seguido por Hans Kristensen em 1º de agosto, diretor do Projeto de Informações Nucleares da Federação de Cientistas Americanos: "Meteoro explode com 2,1 quilotoneladas forçando 43 km acima do radar de alerta de mísseis da Base Aérea de Thule"

Aparentemente, os noticiários que surgiram desses tweets levaram a uma enxurrada de chamadas de repórteres para a base aérea e a NASA perguntando sobre possíveis danos à Base Aérea de Thule, de acordo com o Military Times .

Então, o que se passou com a bola de fogo?


Embora meteoros como este sejam grandes o suficiente para se incendiar ao entrar na atmosfera, eles não são o suficiente grandes para serem vistos antes de atravessarem a atmosfera da Terra.

"Esses objetos têm apenas alguns metros de diâmetro, sendo pequenos demais para serem detetados antes de atingir a Terra", disse Robert Lunsford, antigo observador de meteoros da American Meteor Society, à Live Science. "Portanto, não temos idéia de quando e onde tais eventos ocorrerão".

Quando este meteoro da Groenlândia atingiu a atmosfera no mês passado, a cerca de 1.200 quilômetros ao norte do Círculo Polar Ártico, alguns sensores da rede global controlada pela 21ª Ala Espacial da base  detetaram-no..

"Quando o meteoro entra na atmosfera, ele se desintegra e ou  se desintegra completamente ou há fragmentos caírem no chão", disse Lunsford. "A onda de choque gerada pela colisão com a atmosfera é a fonte da 'explosão' e da estimativa resultante da energia de impacto."

Esses objetos são pequenos demais para causar muito dano, a menos que alguém seja atingido por um fragmento da rocha ou se alguém estiver perto da explosão sonora, disse ele. Isso de fato ocorreu em 2013, quando um meteoro de 17 metros bateu em Chelyabinsk , na Rússia. A onda de choque do impacto destruiu janelas e danificou edifícios, e mais de 1.000 pessoas ficaram feridas.

Para comparação, esse meteoro gerou 300 quilotons de energia, ou 20 a 25 vezes mais energia do que as bombas atômicas lançadas durante a Segunda Guerra Mundial. Mesmo assim, o impacto de Chelyabinsk foi muito menos poderoso do que a explosão do meteoro de Tunguska na Sibéria, que libertou de 10 a 15 megatons (10.000 a 15.000 quilotons) de energia em 1908, relatou a Live Science .

 

Fonte//LiveSience