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domingo, 12 de maio de 2019

É tempo de acabar com a Facebook


Chris Hughes, cofundador do Facebook, disse, num artigo de opinião no New York Times, que está na hora deste acabar. Para Hughes, o seu colega Mark Zuckerberg está com um poder sem precedentes.
 O aviso vem do cofundador do Facebook, Chris Hughes e não de alguém sem conhecimento de causa. O empresário americano diz, no seu longo artigo de opinião para o jornal New York Times, que “é hora de acabar com o Facebook“.


Hughes foi colega de quarto de Zuckerberg, em Harvard, e ajudou-o quando teve a ideia de criar uma rede social chamada “The Facebook”. O cofundador já abandonou a empresa há mais de dez anos, mas deixou agora uma mensagem para o seu colega de faculdade.
Na sua opinião, a empresa tornou-se demasiado grande e dá demasiado poder a Zuckerberg. “Mark é uma pessoa boa e gentil”, escreveu Hughes. “Mas estou zangado porque o seu foco no crescimento levou-o a sacrificar a segurança e o civismo por cliques”.

Sem papas na língua, Hughes escreveu estar dececionado consigo mesmo e com a equipa inicial do Facebook por não pensar mais em como o algoritmo do feed de notícias poderia “mudar a nossa cultura, influenciar eleições e capacitar líderes nacionalistas“. Além disso, diz-se preocupado com o CEO, que “talvez esteja rodeado de uma equipa que reforça as suas crenças em vez de desafiá-las”.
E se não é a sua equipa a desafiá-lo, Hughes diz que a responsabilidade tem de ser da Federal Trade Comission (FTC), organismo que protege o consumidor e elimina e previne práticas comerciais anti competitivas.





Explica ainda que multas de cinco mil milhões de dólares não são suficientes para responsabilizar a empresa e pede medidas regulatórias mais pesadas, e até, se necessário, acabar com o Facebook.
“O maior erro da FTC foi permitir que o Facebook adquirisse o Instagram e o WhatsApp”, escreveu Hugues, citado pelo Ars Technica. Isto porque a aquisição destas duas empresas levou a que o Facebook criasse um monopólio no mercado.


Em comunicado, o Facebook já respondeu ao apelo de Chris Hughes. “O Facebook aceita que, com o sucesso, vem a responsabilidade. Porém, não se impõe a responsabilidade exigindo o fim de uma empresa americana bem sucedida”, lê-se no comunicado.
A responsabilidade das empresas de tecnologia só pode ser alcançada através da introdução meticulosa de novas regras para a Internet. Isso é exatamente o que Mark Zuckerberg pediu. De facto, ele está a reunir-se com líderes do Governo, esta semana, para promover esse esforço”, explicou Nick Clegg, vice-presidente para os assuntos globais e comunicações da empresa.

Fonte//NewYorkTimes



sexta-feira, 12 de abril de 2019

Desativar o Facebook é uma perda de tempo pois será sempre rastreado


O Facebook continua o rastreando mesmo depois de desativar a sua conta. Ficou chocado com as recentes alegações sobre a política de privacidade e proteção de dados dos utilizadores do Facebook ? Se colocou (like) em muitas outras pessoas por todo o mundo, pode ter desativado sua conta para se afastar, mas acontece que desativar o perfil do Facebook não impede que o Facebook continue a obter os seus dados.


Photo Pixabay

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Mesmo sem uma conta ativa, o Facebook continuará a rastrear os movimentos dos ex utilizadores na web, e recolher dados para o caso de decidir voltar. O Facebook diz que apenas remove todos os seus dados se excluir sua conta permanentemente.
A empresa diz que eles continuam a armazenar seus dados mesmo após a desativação, para que possam atendê-lo melhor quando voltar a reativar a conta. Descobrir exatamente o que o Facebook está rastreando e colecionando é difícil saber, mas, ainda mais difícil quando está tecnicamente desativado.
O site sugere a desativação como uma maneira de gerir a privacidade, mas não diz que continuará a “espia-lo” neste modo. A falta de transparência do Facebook é notória e enganosa, disse à CNET Kathleen McGee, ex-chefe da Secretaria de Internet do procurador-geral de Nova York, que acha que a maioria das pessoas presume que ao desativar a conta, não seria mais rastreado.




Esta não é a primeira vez que o Facebook tem sido pouco claro sobre o tratamento dos dados dos utilizadores. Em março de 2018, o Facebook foi submetido a uma pressão intensa quando foi revelado que uma empresa britânica de consultoria, a Cambridge Analytica , recolhia informações sobre pessoas na rede social por meio de vários testes de personalidade.
O escândalo resultante fez com que muitas pessoas apagassem ou desativassem as suas contas, e uma nova pesquisa do Centro de Pesquisas Pew descobriu que 42% dos americanos fizeram uma paragem temporária na rede social durante o ano passado.
O Facebook provavelmente está rastreando seus hábitos na Internet por meio de ferramentas como o Facebook Pixel e plugins como o botão Compartilhar nas páginas. O botão Facebook Share está em mais de 275 milhões de páginas da web. O botão despretensioso permite que os anunciantes vejam que tipo de conteúdo você está visualizando.


Photo Pixabay

O regresso do incomodo Clippy



É por isso que você vê muitos anúncios de hoteis se estiver vendo os feriados num outro separador. Mesmo que não seja o proprietário de conta, o Facebook pode monitorizar os seus hábitos por meio de seus navegadores e veicular anúncios segmentados para si por meio de sua Rede de Audiência do Facebook .
Então, a linha de fundo é assim: se é um usuário ativo do Facebook, desativou sua conta ou nem mesmo usa a plataforma desta rede social, o Facebook está o monitorizando.

Há suspeita de que o Facebook escuta os seus utilizadores usando o aplicativo

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sábado, 1 de dezembro de 2018

Há suspeita de que o Facebook escuta os seus utilizadores usando o aplicativo


O jornal Canadense National Post publicou uma história intrigante, contada por um cidadão, em que este conta um facto ocorrido há doís anos. O dito cidadão havia-se esquecido os óculos escuros dentro do carro quando entregou o carro a um manobrador para o estacionar.

Os óculos foram roubados e o cidadão reclamou no estacionamento e indignado contou á esposa. Estranhamente no dia seguinte começou a receber links no Facebok de sítios onde podia comprar óculos iguais aos que haviam sitos roubados. Chegou á conclusão que  o Facebook realmente conseguia  ouvir as conversas particulares.

Photo Time Magazine

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Christopher Wylie, da Cambridge Analytica afirma, num relatório, que o Facebook pode estar ouvindo as conversas dos seus utilizadores usando os microfones dos smartphones
O relatório ainda afirma que, no ano passado, foi colocado um vídeo no Youtube onde um homem alega que o Facebook lhe enviou anúncios de comida de gato devido a uma conversa com a sua namorada. Esse vídeo tornou-se viral. E há muitas mais reclamações de espionagem nas redes sociais.

Tem havido várias especulações sobre o fato de o Facebook poder ou não, através do aplicativo 
Facebook no smartphone, ouvir as conversas das pessoas e usar isso para enviar publicidade. Muitas pessoas dizem que não é possível e alegam que o sistema Facebook é que é tão bom que consegue “adivinhar” o interesse das pessoas.


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O Facebook negou, mas também informou que seu aplicativo só usa o microfone do smartphone se o utilizador o permitir, e também, apenas se estiver utilizando um recurso que tenha áudio, como por exemplo, gravando um vídeo.

Em outubro no ano passado (2017), o vice-presidente da gestão dos anúncios do Facebook Rob Goldman voltou a comentar esses rumores, através do twitter, afirmando que o Facebook não utiliza o microfone dos utilizadores para anúncios.



Fonte// National Post







sábado, 13 de outubro de 2018

Verifique se a sua conta do Facebook foi pirateada

A maior rede social do mundo, Facebbok, teve em Setembro, uma falha de segurança que permitiu a piratas informáticos terem acesso a contas de cerca de 29 milhões de utilizadores, sendo mesmo assim em número é inferior ao que se julgava.



Na sexta-feira, o Facebook comunicou que os piratas informáticos tiveram acesso ao nome e contactos de cerca de 15 milhões de utilizadores e aos dados de cerca de outros 14 milhões.

Quando a falha foi detetada foi anunciado que seriam cerca de 50 milhões de contas, constatando-se ser um número bastante inferior.

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As 15 milhões de contas pirateadas, cujas identidades ou origem não foram reveladas, os piratas tiveram acesso ao nome do utilizador, ao 'email' e ou ao número de telefone.

Ás outras 14 milhões, além do nome e dos contactos, os piratas informáticos acederam também ao sexo do utilizador, nível de escolaridade, data de nascimento, residência, emprego e páginas da internet e pessoas que segue.

Pode verificar se a sua conta foi afetada sem esperar qualquer notificação por parte do Facebook acedendo a pagina do comunicado da rede social, de se tiver a mensagem que se segue é porque a conta não foi afetada.











Ou esta que, indica que os piratas obtiveram o nome, o email e o número de telefone do utilizador, mas não as passwords ou números de cartões de crédito.