quinta-feira, 27 de setembro de 2018

O clima poderá fazer EUA perderem biliões de dólares.

Os EUA sofrerão mais do que todos com o aquecimento global, com o aumento do nível do mar e com outras consequências da mudança climática, que irão "devorar" anualmente uns 250 biliões de dólares da economia americana, concluíram cientistas em artigo publicado na revista Nature Climate Change.




"Nós descobrimos uma falsidade absoluta muito popular hoje em dia de que no Acordo de Paris os EUA se beneficiam menos do que a China e outros países. Centenas de diferentes cenários mostram que os EUA mais fortemente sentirão as consequências do aquecimento, mesmo que sejam comparados a outras grandes economias", declarou Kate Ricke da Universidade da Califórnia, EUA.

Para evitar esses cenários, os países assinaram em Dezembro de 2015 o primeiro Acordo de Paris para combater o aquecimento global, comprometendo-se a reduzir consideravelmente a emissão de gases nas próximas décadas.

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Hoje não há dúvidas de que o aquecimento global existe e que está mudando radicalmente a aparência do planeta.

Até a saída de Washington do acordo, muitos meteorologistas avaliaram as hipóteses do acordo ser cumprido. Isso por diferentes razões, como por exemplo, acordo de compromisso, no qual há muitas concessões aos países de terceiro mundo, ou obrigações impraticáveis nalguns países, como os EUA.




Ricke e seus colegas conferiram a verdade sobre a saída dos EUA do Acordo de Paris, utilizando como justificativa a economia, assim como ponto de vista climático, sobre o que declarou repetidamente o presidente Donald Trump. Para isso, os cientistas reuniram numa lista todas as possibilidades económicas e sociais, relacionadas com o aquecimento global, e mensuraram o "impacto" na economia de acordo com cada factor, mostrando como resultado, que o aquecimento global será absolutamente diferente em cada país.


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Os cientistas citam como exemplo que os países do Hemisfério Norte, como a Rússia, o Canadá e os da União Europeia, não serão atingidos, pelo contrário, a vida nesses lugares será melhor devido à temperatura.



Já muitos países do Hemisfério Sul serão atingidos fortemente, porém as nações que sofrerão as maiores consequências do aquecimento global serão os EUA e a Índia, com perda de 250 e 206 biliões de dólares, respectivamente, por ano. Além deles, no top cinco da lista, estão México, China e Brasil.



Fonte//SputnikNews

Primeiro carro voador do mundo à venda em Outubro

O veículo, chamado Transition e com capacidade para dois passageiros, necessita de pista de descolagem e aterragem, como os aviões convencionais, mas pode converter-se num automóvel terrestre em apenas um minuto

O período de pré-venda do primeiro carro voador do mundo, desenvolvido pela empresa Terrafugia, que foi adquirida pelo grupo chinês Geely, arranca em outubro, com a chegada ao mercado prevista para 2019




Numa fase inicial, o carro voador estará apenas disponível no mercado norte-americano. A agência não detalha o custo de produção ou preço de venda.

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Responsáveis da Geely revelaram que o objetivo é competir com o uso de aviões por parte de empresas, governos e firmas de transporte.


O conselheiro delegado da Terrafugia, Chris Jaran, anunciou já que apresentará, em outubro, o próximo projeto da empresa, o veículo voador TF-2, que será capaz de descolar e aterrar na vertical, algo a que o Transition não está apto.

Em 2015, a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos, tinha autorizado o início dos testes em espaço aéreo norte-americano do Terrafugia TF-X, o carro voador que agora é mesmo realidade.

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A Terrafugia foi fundada em 2006, por cinco antigos alunos do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT).



A empresa detém a marca automóvel sueca Volvo e emprega mais de 60.000 trabalhadores, a nível mundial. Em 2016, vendeu mais de 1,3 milhão de veículos.



Fonte//Observador

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Após 14 anos de inatividade Fonte termal de Yellowstone entra em erupção

A fonte termal,  Ear Spring, situada no Geiser Hill do Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos da América, entrou em erupção no sábado passado, após 14 anos de inatividade.

A atividade térmica no parque tem aumentado nos últimos tempos, mas especialistas afirmam que não há nada a temer.




No dia 15 de setembro, a fonte, parecida com uma orelha humana, despertou lançando jatos de vapor de água a uma altitude de seis e nove metros, e lançando água a 60 centímetros de altura. Trata-se da primeira erupção deste tamanho desde 1957.



O The Express UK diz que a nova atividade coloca os visitantes em risco, porque a pressão criada no geiser tem enviado detritos e rochas para o céu.

De acordo com funcionários do parque, trata-se da 4ª erupção da fonte nos últimos 60 anos e também da maior altura de jatos de água registada desde 1957, cita a agência AP.

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Esta erupção faz parte da recente atividade térmica registada no Geiser Hill, destacou a agência.

Qualquer atividade registada em Yellowstone tem de ser tida em consideração e analisada pois há receios de poder despertar um supervulcão, adormecido há 630 mil anos.

O supervulcão do Parque de Yellowstone, apesar da sua beleza observável a partir da órbita terrestre baixa, é um dos 20 supervulcões que pode destruir a vida na Terra.

A  cratera deste vulcão tem 72 quilómetros de comprimento e 55 de largura e os canais subjacentes contêm várias dezenas de milhares de quilómetros cúbicos de material magmático.

O segredo que alimenta Yellowstone foi desvendado e as conclusões aproximam-nos de uma maior e melhor compreensão do Yellowstone com características que poderiam tornar o planeta Terra num inferno vulcânico catastrófico.

Uma análise sísmica do núcleo do vulcão de Yellowstone mostrou que debaixo deste vulcão localiza-se uma poderosa pluma mantélica – um fluxo vertical de magma que sobe rapidamente das profundezas da Terra.

Segundo os resultados, debaixo do Yellowstone está localizado um “tubo” de magma estreito e direito que desce por 3 quilómetros até à profundeza terrestre.

Também localizado no Parque Yellowstone está o géiser Steamboat – capaz de disparar água a uma altura de cerca de 90 metros, que entrou em atividade por quatro vezes n ano de 2018.

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“Estas erupções irregulares de géiseres são, em grande escala, uma consequência das mudanças na superfície e no fluxo de água que ocorrem nas centenas de metros mais próximos da superfície”, explicou Michael Poland, diretor do Observatório Vulcanológico de Yellowstone (OVY).

As características do Parque de Yellowstone representam uma ameaça tão grande para o planeta Terra que a NASA já traçou um plano de salvamento baseado no arrefecimento do supervulcão de Yellowstone – um dos 20 supervulcões que pode destruir a vida na Terra.



Fonte//SputnikNews