sábado, 10 de novembro de 2018

Aviões eletricos próximos de se tornar realidade

A ideia de que carros elétricos vão dominar o mercado daqui a alguns anos é totalmente viável. Todos os dias aparecem notícias sobre novos lançamentos de energias alternativas e restrições aos combustíveis fósseis para veículos. Mas será que podemos dizer o mesmo sobre aviões elétricos? Os aviões são uns dos grandes poluidores que atualmente utilizam combustíveis fosseis e responsáveis por muitas emissões de CO2.



As grandes companhias de aviação começam a ter interesse pelos aviões elétricos que começaram agora a “levantar voo". A companhia aérea europeia” low coast” EasyJet, , prometeu  ter a totalidade da frota  elétrica até 2027.

 Uma startup chamada Zunum, baseada em Seattle, nos EUA, e apoiada por gigantes como Boeing e JetBlue, está apostando em voos híbridos e elétricos de passageiros já em 2022, e em voos totalmente elétricos um pouco mais tarde.

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A chave para entender o plano da Zunum é o fato de estar desenvolvendo aeronaves mais pequenas, com capacidades que variam entre 10 e 50 lugares, capazes de utilizar a rede de aeroportos regionais dos Estados Unidos para realizar viagens de cerca de 1,2 mil quilómetros ou menos. Isso reduz em metade o tempo de viagem e oferece preços mais competitivos.

 O modelo proposto, é capaz de fornecer uma diminuição de 80% das emissões em viagens aéreas regionais.
 A CNN informou que a Boeing comprou a Aurora Flight Sciences. Inicialmente, o grande entusiasmo em torno dessa aquisição específica concentrou-se na experiência da Aurora no desenvolvimento de copilotos robóticos e drones autónomos, sendo também especializada em sistemas de propulsão elétrica, incluindo uma aeronave elétrica de descolagem vertical.

 Existem vários projetos para a criação de aeronaves elétricas, para voos domesticos ou em voos de longo curso. O mais difícil é criar um avião elétrico, capaz de levantar voo e passar várias horas no ar sem necessitar de recarregar as baterias. Mas uma inovadora tecnologia de baterias poderá tornar o avião elétrico uma realidade mais depressa do que o esperado.

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Uma dupla de investigadores do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusets) descobriu uma forma distinta de alinhar as baterias, de modo a libertar a energia suficiente para ser usada por um motor elétrico de modo a permitir ao aparelho levantar voo.
Tem sido feita muita pesquisa na procura por novos materiais que tornem as baterias mais eficientes, mas Yet-Ming Chiang e Venkat Viswanathan alteraram o alinhamento dos componentes, de modo a criar correntes magnéticas mais fortes.

 Se este método funcionar em termos práticos, vai permitir aos operadores de voos regionais, abaixo das duas horas, utilizar baterias elétricas. Mesmo que os aviões não possam ser 100 por cento elétricos, poderão pelo menos operar em modo elétrico a levantar voo, a fase em que estes aparelhos consomem mais combustível e emitem mais gases poluentes, finalmente contribuindo para a redução da pegada ecológica da indústria da aviação.  


 Fonte // Motor24    Ecycle

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Rússia inicia desenvolvimento de novo bombardeiro estratégico.

A Rússia está a desenvolver um sistema inovador para a aviação de longo alcance (PAK DA, na sigla em russo), segundo informação da Corporação Unida de Construção Aeronáutica na sua página oficial no Facebook.


Devido à modernização dos bombardeiros estratégicos Tu-160M e Tu-95MS e ao retomar a produção das aeronaves Tu-160M, o componente aéreo das forças nucleares estratégicas aumentou significativamente. Em Julho, o vice-ministro da Defesa russo, Aleksei Krivoruchko, informou que o PAK DA será construído com o uso de tecnologias furtivas. Foi lançado um concurso para o fornecimento dos motores para a aeronave. Dentro dos requisitos estabelecidos, os sistemas electrónicos principais e secundários do motor devem garantir autonomia de voo do bombardeiro de até 30 horas.

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Os sistemas armazenamento de combustível e controle hidraulico-mecanico têm que operar com sobrecargas próximas de zero e negativas até 2,7 g, e com temperaturas entre —60°C e +50°C. A vida útil mínima será de 12 anos com a possibilidade de prolongamento até 21 anos. Uma outra exigência tema ver com o motor que deve continuar a funcionar mesmo depois de exposto a forte radiação nuclear. No início do ano, o então vice-primeiro-ministro Dmitry Rogozin expressou a esperança de que o novo avião seja testado entre 2023 e 2024. Segundo ele, ainda este ano, a Tupolev iniciará o projeto do PAK DA.


 Fonte//SputnikNews

Três asteróides gigantes passam perto da Terra

Três asteróides enormes vão passar próximo do nosso planeta no sábado 10 de Novembro, com apenas algumas horas entre eles.




De acordo com os dados da lista de Near Earth Objects (“Objetos Próximos da Terra”), da NASA, o primeiro asteróide, chamado 2018 VS1, vai passar por volta das 14h03 de sábado Mas não há nenhum problema para o planeta, todos passarão bem distante da órbita da Lua.
 Todos os dias há asteróides a passar pela Terra, sendo a maioria pequenos demais para serem detetáveis e perigos.

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A NASA segue atentamente os asteróides de grande dimensão como é este o caso. O primeiro asteróide, chamado 2018 VS, tem o tamanho aproximado de autocarro londrino de dois andares. A NASA estimou que o asteróide passará a 1,38 milhões de quilómetros da Terra, 3,6 vezes a distância do nosso planeta à Lua. O segundo, o VR1, passará no ponto mais próximo da Terra às 14h19, e tem o mesmo tamanho e velocidade que o VS1, mas passará a uma distância consideravelmente maior, a 5,03 milhões de quilómetros.

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O terceiro e também o mais pequeno dos três, chamado de VX1 tem cerca de 7,6 a 17 metros e é o que passará mais perto do planeta, a apenas 381.474 quilómetros, mais ou menos a distância da Terra à Lua, distancia muito pequena segundo a na escala das distâncias astronómicas. Near Earth Objects, são todos os asteróides e cometas com uma trajetória inferior a 194.47 milhões de quilómetros. Muitos destes objetos são classificados como “Objetos Potencialmente Perigosos” se se aproximarem a menos de 7,47 milhões de quilómetros do planeta Terra.


 Fonte//SienceAlert