segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Nova espécie de Dicnodonte descoberta na Polonia


Ao longo dos 4.5 mil milhões de anos de existência da Terra, aconteceram muitas mudanças geológicas. Há cerca de 250 milhoes de anos, os continentes atuais estavam unidos num único  super continente chamado de Pangea. Nesse período, Triásico, aparecerem os primeiros dinossauros, assim como os antepassados dos repteis e mamíferos.


De entre os últimos havia uma espécie recentemente descoberta, os Terapsídeos.
Os terapsídeos eram répteis, muito semelhantes aos mamíferos, e ancestrais dos mamíferos modernos onde se inclui o homem. Eram herbívoros e habitavam em grupos e eram denominados de dicinodontes. Como herbívoros que eram não necessitavam de dentes e tornaram-se a espécie de herbívoros dominante depois de sobreviverem á grande extinção em massa do Permiano, pensando-se que se extinguiram antes dos grandes dinossauros aparecerem.

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Foram agora descobertos fosseis de uma nova espécie de dicinodonte na aldeia polonesa de Lisowice por uma equipa de investigadores do programa de pesquisa Evolution and Development da Universidade de Uppsala, em colaboração com pesquisadores da Academia Polonesa de Ciências (Varsóvia).
Esta nova espécie foi batizada de Lisowicia bojani em homenagem a um cientista alemão chamado Ludwig Heinrich Bojanus que trabalhou em Vilnius e é conhecido por fazer várias descobertas anatômicas importantes.

O Lisowicia era aproximadamente do tamanho de um elefante atual, com cerca de 4,5 metros de comprimento, 2,6 metros de altura e um peso aproximado de 9 toneladas, o que é 40% maior do que os anteriores fosseis descoberto desta espécie.
Um análise aos ossos dos membros indicou que eles tinham um crescimento rápido, muito parecido com um mamífero ou um dinossauro.

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Os dicinodontes eram animais de sucesso no Triássico Médio e Superior. Os cientistas agora querem saber porque os dicinodontes se tornaram tão grandes.
 Em 2005, Robert Borzecki e Piotr Menducki fizeram as primeiras descobertas de fósseis de Lisowice na Polônia. Desde então, foram recolhidos mais de mil ossos e fragmentos ósseos na área, incluindo fósseis de Lisowicia. Acredita-se que a área tenha sido o leito de um rio durante o período triássico.
Estas descobertas na Polônia são as primeiras descobertas de dicinodontes do final do Triássico na Europa.


Fonte//ScienceDaily

domingo, 25 de novembro de 2018

Montanha ameaça desabar nos Alpes

O famoso pico Hochvogel, na fronteira entre a Alemanha e a Áustria, está em risco de desabar segundo dados da monotorização que está a ser efetuada. Há uma fenda gigante, com 40 metros de comprimento e 8 metros de profundidade, que ameaça colapsar, o que a acontecer provocará uma avalanche de pedras que desciam dos 2,6 mil metros de altura, devastando qualquer coisa que esteja no seu caminho.




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Os geólogos, que fazem a monotorização do pico na fronteira da Baviera com o Tirol, já registraram algumas quedas de rochas.
Se isso acontecer, cerca de 260.000 metros cúbicos de rocha cairão para o vale a partir do cume, que é 2592 metros no seu ponto mais alto. No entanto, é difícil avaliar se a montanha vai-se desmoronar gradualmente ou colapsar numa só vez.






A região está atualmente sendo vigiada por drones, enquanto as mudanças na paisagem são cuidadosamente medidas. Os resultados dos registos mostram que a fenda no cume tem atualmente mais de 40 metros de comprimento, 8 metros de profundidade e 3 metros de largura.

No entanto, as autoridades afirmam que não há perigo para as pessoas que habitam no vale. A aldeia mais próxima fica a mais de dois quilômetros de distância da montanha. Mesmo a casa mais próxima do pico, um refúgio de 140 anos do German Alpine Club, está longe demais para ser atingida pelo desabamento.


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No entanto se tal acontecer, os habitantes do vale ainda podem ter que suportar uma nuvem de poeira em Hinterhornbach, dependendo do vento, segundo a opinião do geólogo tirolês Thomas Figl


Fonte//SputnikNews



sábado, 24 de novembro de 2018

Encontrada maneira de transformar C02 em plastico


Um grupo de cientistas encontrou uma maneira altamente eficiente de transformar CO2 em plástico, tendo desenvolvido catalisadores que podem converter dióxido de carbono, a causa principal do aquecimento global, em plásticos, tecidos, resinas e outros produtos.
Os eletro-catalisadores são os primeiros materiais, além dos enzimas, que conseguem transformar o dióxido de carbono e água em blocos de construção contendo um, dois, três ou quatro átomos de carbono, com mais de 99% de eficiência.




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Dois dos produtos, o metilglioxal (C3) e o furandiol (C4), podem ser usados ​​como precursores para plásticos, adesivos e produtos farmacêuticos. O formaldeído tóxico pode ser substituído por metilglioxal, o que torna o processo mais seguro.
"Nosso avanço pode levar à conversão de dióxido de carbono em produtos valiosos e matérias-primas nas indústrias química e farmacêutica", são as declarações de Charles Dismukes, professor do departamento de química e biologia química e do departamento de bioquímica e microbiologia da Universidade Rutgers. Nova Brunswick.





Os cientistas já haviam demonstrado que o dióxido de carbono pode ser convertido eletro-quimicamente em metanol, etanol, metano e etileno, com rendimentos bastante alto mas essa produção é ineficiente e muito cara para ser comercialmente viável.
Com este novo processo, usando cinco catalisadores feitos de níquel e fósforo, que são baratos e existem no mercado, no entanto, podem converter de forma eletroquímica dióxido de carbono e água em uma ampla gama de produtos à base de carbono.



A escolha do catalisador e outras condições determinam quantos átomos de carbono podem ser unidos para formar moléculas ou até gerar polímeros maiores. Em geral, quanto mais longa a cadeia de carbono, mais valioso é o produto.
O próximo passo é aprender mais sobre a reação química subjacente, para que possa ser usado para produzir outros produtos valiosos, como dióis, que são amplamente utilizados na indústria de polímeros, ou hidrocarbonetos que podem ser usados ​​como combustíveis renováveis.


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Com base em seu trabalho, os cientistas conseguiram patentes para os eletro-catalisadores e formaram a empresa RenewCO₂, destinada a os comercializar.
A pesquisa foi publicada na revista  Energy & Environmental Science


Fonte//ScienceAlert