sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Cientistas descobrem buraco gigante na Antártida


Os cientistas descobriram um enorme buraco, com aproximadamente dois terços do tamanho de Manhattan sob uma geleira na Antártida. Os mesmos dizem que esta é uma "descoberta perturbadora" que mostra a velocidade "explosiva" em que o gelo está derretendo no continente mais ao sul do planeta.


Photo SputnikNews

Fauna e flora do Artico em perigo



"O tamanho de um buraco sob uma geleira desempenha um papel importante no derretimento", disse Pietro Milillo, do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, numa conferência de imprensa da organização. "Quanto mais quente estiver a água sob a geleira, mais rápido ela derrete".
A descoberta é importante porque ilustra que o gelo da Antártida não só derrete nas zonas onde encontra diretamente o oceano, mas também sob as camadas de gelo, observa a CBS News. O lençol de gelo da Antártida Ocidental, em geral, é considerado um dos mais instáveis ​​e vulneráveis, diz o relatório.





A cavidade está localizada no fundo do Glaciar Thwaites, na Antártica Ocidental. A geleira em si é tão grande quanto o estado da Flórida e, se derretesse completamente, poderia fazer subir o nível do mar em cerca de 2 metros em todo o mundo, dizem os cientistas.
"As descobertas destacam a necessidade de fazer observações detalhadas do lado de baixo das geleiras antárticas para calcular a velocidade com que o nível global do mar subirá devido às alterações climáticas", disse o Jet Propulsion Laboratory.

Segundo a NASA, o buraco continha 14 mil milhões de toneladas de gelo, a maioria supostamente derretida nos últimos três anos. Os cientistas calcularam que este fenómeno já contribuiu para cerca de 4% da subida do nível do mar.
Enquanto isso, à medida que o gelo polar derrete, os EUA sofreram baixas temperaturas anômalas devido a um vórtice polar, com a temperatura do ar em Chicago abaixo de -20 graus Fahrenheit.


Dados de satélite segredos sob a Antártida



Fonte//SputnikNews





quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Arqueólogos descobriram uma metrópole perdida na África do Sul


O que era tido como uma serie de pequenas cabanas dispersas antigas cabanas de pedra nos arredores de Joanesburgo, África do Sul, acabou por se revelar ser os restos de uma antiga cidade desaparecida por mais 200 anos.
Sob a vegetação densa, não há muito para ver a olho nu, mas após três décadas de cuidadosa pesquisa, arqueólogos na África do Sul encontraram as ruinas dessa cidade perdida, graças à tecnologia laser de ponta do LIDAR (Light Detection and Ranging).  Foi agora revelado uma verdadeira metrópole, composta por centenas de habitaçoes e redes comerciais.

Photo AfricaNews

Civilização maia revelada sob a espessa vegetação da selva da Guatemala




Esta cidade, chamada Kweneng, foi o lar de cerca 10.000 pessoas de um grupo étnico que viviam em cerca de 800 casas.
"Com esta descoberta fica preenchida uma enorme lacuna histórica, especialmente para a África Austral, porque sabemos que a história pré-colonial da África Austral não tem registo escrito", explica Fern Imbali Sixwanha, um arqueólogo da Universidade de Witwatersrand envolvido na pesquisa.
Foi com esta mesma tecnologia que os cientistas localizaram a antiga megalópole Maia no início do ano passado.
Estudos revelam que Kweneng, tinha uma área de cerca de 20 quilômetros quadrados, e estava em seu auge entre os séculos XV e XIX. E era provavelmente era uma cidade rica e próspera.




Vários pares de paredes de rocha paralelas sugerem que havia inúmeras passagens para a cidade, muitas das quais se parecem com passeios de gado. No centro de Kweneng estão de dois recintos maciços, que juntos ocupam um espaço aproximado de 10.000 metros quadrados, que os arqueólogos pensam ter sido kraals que abrigavam quase mil cabeças de gado.
Mas, assim como muitas outras cidades Tswana, acredita-se que esta também tenha caído em declínio.
"Uma das coisas mais esclarecedoras é que, estávamos revivendo o nosso passado, e isto nos dá uma ideia mais ampla das pessoas da África do Sul, como eram e que tipos de atividades faziam, " disse Sixwanha  ao Africa News .




Descoberto altar Maia com 1500 anos


Fonte//AfricaNews




quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

A evolução do alfabeto ao longo de 3.800 anos



O artista Matt Baker, do portal Useful Charts, cria guias visuais úteis que condensam centenas, às vezes milhares, de anos de história em fluxogramas otimizados por cores.
A foto abaixo é um de seus trabalhos, chamado “Evolution of the Alphabet” (em tradução literal, “Evolução do Alfabeto”).


O gráfico examina quase 3.800 anos de evolução das letras do alfabeto, dos hieróglifos egípcios (cerca de 1750 aC), passando pelo alfabeto fenício, grego antigo e latim até as formas atuais que usamos hoje.
Através do quadro, é possível ver, por exemplo, que algumas letras mudaram relativamente pouco ao longo de milênios, enquanto outras, como U, V e W, se desenvolveram mais recentemente na história, a partir de um único caractere.






O fluxograma foi criado em associação com o seu gráfico “Writing Systems of the World” (ou “Sistemas de Escrita do Mundo”), que analisa 51 sistemas de escrita diferentes de todo o globo.

No vídeo abaixo, Matt Baker explica em maior detalhe estes sistemas e suas evoluções, em inglês:





O clima poderá fazer EUA perderem biliões de dólares.


O ilustrador vende suas criações através de seu site ou pela plataforma Etsy. [ThisisColossal]



Fonte//Hypescience