Uma bola de fogo atravessou o céu da Rússia no último sábado
explodindo no ar. Segundo informações do jornal Siberian Times, os moradores da
região de Irtutsk, a leste de Krasnoyarsk, ouviram um barulho de alta
intensidade pelos céus, como se fosse o de um avião de grande porte passando
pela região.
Segundo vídeos e imagens publicadas por moradores, o
meteorito explodiu por volta das 19h locais e desintegrou-se, antes de
atingir o solo.
Ao contrário do grande meteoro que explodiu em dezembro de
2018 sobre o Mar de Bering, o meteorito que atravessou o céu da Rússia não
apresentava nenhum perigo, adiantaram as autoridades locais.
Nos últimos anos, diversos meteoros explodiram naquela
região. O meteorito que explodiu em Cheylabinsk, também na Rússia, em 2013, era
de 440 kilotons. Em 2018, um meteoro com 173 kilotons, equivalente a 10 bombas
atômicas, explodiu sobre o Mar de Bering. Ainda não há informações sobre a
quantidade de energia libertada pelo meteoro desta vez.
Os especialistas dizem que ainda estão aguardando uma
análise inicial sobre o meteoro que explodiu.
Abaixo, vídeo que regista o exato momento em que
o meteoro explodiu no céu da Sibéria.
A Coreia do Norte possui um grupo de elite de hackers,
conhecido como APT 38, que roubou mil milhões de dólares de bancos online e
trocas de criptomoedas no ano passado.
A equipe de hackers, que de acordo com a Wired criou criptomoedas fraudulentas e forjou trocas
de dinheiro digital, canaliza o dinheiro diretamente para as forças armadas do
país, e até mesmo ajudar a financiar armas nucleares.
Para evitar que a Coreia do Norte desenvolvesse armas
nucleares, várias nações impuseram sanções e restringiram as importações. Em
resposta, a Wired afirma, que o APT 38 está agindo e tem como alvo os bancos com
pouca segurança e fazendo fraudes criptográficas para obter mais dinheiro.
"Os analistas de segurança são unânimes em avaliar que
os fundos roubados pela APT 38, saõ uma percentagem significativa do PIB norte-coreano,
e são canalizados para os programas de desenvolvimento de mísseis e nucleares
da RPDC", disse um especialista em segurança anônimo à Wired .
O APT 38 da Coreia do Norte aumenta o risco do cibercrime, e
agora não é apenas uma questão de dólares perdidos, mas a possibilidade de novas
ameaças nucleares serem financiadas por meios ilícitos.
Um outro especialista em segurança, anônimo, disse
outro à Wired , "quando a Coreia do
Norte testar seu próximo míssil, é uma certeza que foi pago com bitcoin"
As consequências do clima em aquecimento no nosso planeta são
muito variáveis, desde eventos climáticos extremos, aumento dos níveis de
vegetação no Ártico e até mudanças nas estações.
Agora acabamos de receber uma nova métrica mostrando a
gravidade da situação.
Um grupo de cientistas reuniu-se para discutir o que podemos
aprender sobre o meio ambiente olhando para o passado.
Olhando para a última vez em que a atmosfera da Terra tinha
imenso dióxido de carbono a cena é bastante dramática. Havia árvores no Pólo
Sul, o nível do mar era de até 20 metros (mais alto, e as temperaturas globais
eram de 3, 4 ° C mais altas do que são hoje.
Isso mostra uma imagem preocupante de quanto CO2 temos em
nosso ar e como nosso mundo pode continuar mudando com o aumento da
temperatura.
Cientistas de todo o Reino Unido reuniram-se na Royal
Meteorological Society em 3 de abril para discutir as pesquisas mais recentes
sobre a mudança climática, e como o nosso passado distante pode em breve voltar
a se repetir.
Uma das pesquisadoras, Jane Francis, da British Antarctic
Survey, baseou sua análise num achado de fósseis de plantas e registros
sedimentares datados da época do Plioceno, entre 5,3 milhões e 2,6 milhões de
anos.
"Esta é uma descoberta incrível", disse ela ao The
Guardian . "Eles encontraram folhas fósseis de faia do sul, a que chamo as
últimas florestas da Antártida."
"Essas árvores cresciam a 400 ppm [partes por milhão]
de CO2, que é para para onde estamos voltando, com camadas de gelo derretendo,
o que pode permitir que as plantas colonizem novamente."
No ano passado, a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera
chegou a 410 ppm , considerado o nível mais alto nos últimos 800.000 anos.
Estamos continuando a queimar combustíveis fósseis e o dióxido de carbono
continua aumentando.
Até agora não temos o aumento do nível do mar e da
temperatura do Plioceno, e vegetação no Polo Sul, mas para lá caminhamos. Essas
novas descobertas são outro aviso sobre o nosso futuro.
As regiões polares são as mais sensíveis às mudanças
climáticas e mostram os efeitos primeiro, sendo como um sistema de alerta para
o nosso planeta.
Quando se trata da descoberta das florestas do Pólo Sul, as
indicações são de que, quando essas folhas fossilizadas eram floresta, não
havia camadas de gelo na Groenlândia e no oeste da Antártida.
As temperaturas de verão na Antártida teriam sido á volta de
5 graus Celsius (41 graus Fahrenheit), em comparação com os -15 a -20 graus
Celsius (5 a -4 graus Fahrenheit) de hoje.
Mantendo a taxa atual de emissões, os cientistas indicam que
poderíamos chegar a 1.000 ppm de CO2 na atmosfera. São necessários medidas
drásticas para impedir que isso aconteça, caso contrário, voltaremos à era do
Plioceno.
Embora nalguns aspetos, as mudanças climáticas sejam agora
inevitáveis, um estudo no início deste ano mostrou que ainda pode haver uma hipótese
de reduzir os aumentos de temperatura, embora seja cada vez mais difícil.
"Depois de estudar o Plioceno ao longo de 21 anos, está
tudo se repetindo e nas próximas décadas, teremos um clima que já que não
existia há mais de três milhões de anos" , disse ele .