domingo, 28 de abril de 2019

Pregador afirma que o Planeta X trará o apocalipse


O Planeta X, também conhecido como Nibiru, tem sido um ícone central para uma riqueza de teorias da conspiração, incluindo previsões divertidas de que o planeta misterioso que se aproxima causará um aumento maciço na gravidade da Terra e trará mais do que apenas anormalidades nas marés.
O chamado Planeta X, outro nome para o planeta do dia do juízo final de Nibiru, inverterá os polos magnéticos da Terra e mudará drasticamente o planeta, de acordo com o teórico da conspiração e pregador do juízo final Gordon James Gianninoto.


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Notoriamente acredita de que o mítico planeta Nibiru aparecerá de repente no nosso sistema solar antes de mudar os polos magnéticos da Terra e mudar tudo com a sua enorme gravidade. Ele prevê que devastadores terremotos, vulcões e tsunamis ocorrerão causando o apocalipse.

Falando em direto para a rádio Coast to Coast AM, Gianninoto afirmou que o Planeta X não se aproximará diretamente da Terra, ao mesmo tempo que alerta que o tamanho do planeta ainda não comprovado, mas é muito maior do que a Terra. Quando Nibiru chegar, o planeta levará uma hora para acabar com 90% da humanidade, concluiu o teórico da conspiração na sua previsão.




Tudo começará com terremotos, vulcões, tsunamis e gigantescas tempestades", disse o pregador, acrescentando: "nós vamos ter todos estes fenómenos e a um ritmo tão grande que noa vai haver maneira de socorrer quem quer que seja. Estaremos sozinhos a ver isso acontecer ”.

Teorias de conspiração acerca do misterioso Nibiru dizem que o mítico planeta atravessa nosso sistema solar numa órbita longa e elíptica a cada 3.600 anos. A NASA e a comunidade científica de todo o mundo rejeitaram todas as alegações relacionadas a Nibiru dizendo ser uma farsa. 




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Fonte//SputnikNews




A descoberta de vida extraterrestre parece iminente


No cosmos existem milhões de exo planetas aproximadamente do tamanho da Terra. Várias luas, cometas e planetas possuem reservas de água, moléculas orgânicas e aminoácidos como aqueles que compõem a vida na Terra.
Cathal O'Donnell, um investigador de bioprinting em 3D do St. Vincent's Hospital, em Melbourne, argumentou que a abundância de mundos potencialmente habitáveis ​​torna a descoberta da vida extraterrestre "inevitável e possivelmente iminente".



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O'Donnell afirma que na enorme vastidão de espaço a enormíssima quantidade de exo planetas que orbitam em zonas habitáveis, os pontos onde os planetas não estão muito próximos nem muito distantes de sua estrela, torna a descoberta de vida extraterrestre esmagadoramente provável, citando pesquisas que calcularam em milhares de milhões os tais planetas onde a vida pode existir.


E só porque um planeta não tem um clima temperado não significa que a vida não pode existir. O'Donnell argumenta que na Terra a vida pode ser encontrada desde a Antártida, com temperaturas gélidas às fontes hidrotermais do fundo do mar com pressões enormes e temperaturas altíssimas, além de outros ambientes aparentemente inóspitos.
O fato é que nós só encontramos a vida num só lugar, a Terra, mas ainda não investigamos o cosmos além do sistema solar. O'Donnell prevê que seremos capazes de investigar a vida no espaço profundo num futuro próximo.


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A antiga questão `estamos sozinhos?´, passou de uma reflexão filosófica para uma hipótese provável ”, escreve O'Donnell. “Temos que estar preparados para uma resposta."



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Fonte//Futurism



sábado, 27 de abril de 2019

Pode haver um pequeno "apagão" da internet em maio devido a falha nos routers


No próximo mês de maio, numa altura não determinada, a internet irá sofrer um pequeno “apagão” que impedirá o acesso de milhares de pessoas. 
O acontecimento, conhecido como Dia 768k, já é esperado há algum tempo pelos operadores, e deverá afetar os clientes cujos fornecedores de internet utilizam equipamentos mais antigos.


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O Dia 768k é uma espécie de “evolução” do que ficou conhecido como Dia 512k, quando a 12 de agosto de 2014 um “apagão” na internet, á escala mundial, causou milhares de milhões de prejuízos
Essa falha aconteceu quando os routers ficaram sem espaço para armazenar a tabela de roteamento BGP (protocolo de roteamento de dados utilizado pela maior parte dos routers).  Esta tabela contém os endereços IPv4 de todas as redes de internet conhecidas no mundo, e é utilizada pelos routers para ligar o utilizador ao site a que deseja aceder.
Em 2014, a maioria dos routers utilizava um sistema de alocação TCAM (ternary content-addressable memory), que permitia um limite máximo de 512 mil endereços alocados, o que originou o nome 512k.







Quando a 12 de agosto de 2014, a operadora Verizon adicionou 15 mil novas rotas BGP à tabela, os routers tiveram problemas relacionados com a memória, fazendo com que falhassem sempre que tentavam fazer a leitura ou aceder a qualquer tipo de arquivo, o que acabou por afetar praticamente todos os fornecedores de internet do mundo.
Na altura, a solução de emergência foi desenvolver patches para o firmware desses routers, que estabeleciam um limite maior de memória máxima para armazenamento das rotas BGP, aumentando esse número para 768 mil.

Atualmente, a melhor fonte para gerir o tamanho da tabela BGP é um bot do Twitter chamado BGP4-Table, criado para avisar os programadores sobre a aproximação do fatídico Dia 768k.
O perfil posta um tweet a cada seis horas com a quantidade atual de endereços atribuídos na tabela BGP e, de acordo com o tweet mais recente, existem atualmente 768132 prefixos IPv4. Apesar disso, o número real é ligeiramente menor, já que a ferramenta não filtra endereços duplicados.
É por isso que alguns analistas especializados neste setor, como Aaron A. Glenn, engenheiro de rede na AAGICo, e Jim Troutman, diretor da Northern New England Neutral Internet Exchange, estimam que o Dia 768k deve acontecer em maio, quando o número de endereços alocados ultrapassar os 768 mil endereços reais.

Apesar da preocupação, nenhum dos dois especialistas acredita que a chegada a esse marco cause tantos problemas quanto os ocorridos no Dia 512k. Isto porque, ao contrário de 2014, as operadoras já estão preparadas.
Como já estão à espera desse dia, as empresas já desenvolveram diversas formas de evitar que algo do género ocorra novamente. Os equipamentos utilizados pelas empresas já permitem que o espaço de alocação da tabela BGP vá muito além dos 768 mil conseguidos em 2014, o que garante que as empresas que atualizaram os equipamentos depois de 2014 não deverão ter problemas
Mas mesmo as que ainda têm equipamentos antigos, que sofreriam com o limite de 768 mil espaços de alocação, podem evitar facilmente o problema. De acordo com Troutman, esse limite só é um problema se o router dos servidores de uma fornecedora de internet estiver a considerar todas as rotas existentes.






Photo Pixabay


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Com efeito, esses equipamentos podem ser configurados para ignorar qualquer coisa vinda das rotas /24 (notação CIDR usada para definir endereços IP de redes locais de grande porte, como por exemplo a Ethernet da Microsoft) e direcionar pedidos desses endereços para o router de outra empresa.
 Isto faz com que o número de endereços existentes na tabela desses routers mais antigos caia para menos da metade, o que permite que operem sem problemas, deixando que qualquer pedido vindo de uma rede com este endesso seja tratado pelos equipamentos mais recentes das grandes operadoras, que já possuem espaço para um número de alocações maior do que 768 mil endereços.
 Por isso, ao contrário do que aconteceu em 2014, a chegada do Dia 768k não deverá ser uma ameaça para o funcionamento da internet mundial, e apenas algumas pequenas fornecedoras locais que não estão atualizadas deverão ficar com seus sistemas offline.

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Fonte//CanalTech