Segundo a NASA, a nave espacial Osiris-Rex, entrou
recentemente em órbita do asteroide Bennu, que se encontra a 110 milhões de
quilômetros da Terra, tendo capturada imagens deste asteroide com 500 metros de
largura usando a sua de alta tecnologia.
O asteroide de 1.600 pés foi referenciado como um
"asteróide apocalíptico" e está localizado entre a Terra e Marte. Pesa
87 milhões de toneladas e atualmente está em órbita do Sol.
Os cientistas acreditam que Bennu tem uma hipotese em 2.700
de atingir nosso planeta no próximo século, de acordo com o “Daily Star” .
Em dezembro do ano passado, a missão da NASA descobriu a
presença de água no asteroide Bennu.
Espera-se que a presença de água ou moléculas similares à
água forneçam pistas sobre como o sistema solar formou-se e a história de seus
planetas, de acordo com a NASA.
A OSIRIS-REx está atualmente em órbita de Bennu, avaliando
possíveis locais para pousar, devendo a nave recolher amostras e voltar à Terra
em 2023, de acordo com a divulgação da agência espacial dos EUA.
Cada vez mais conseguimos descobrir mais profundamente o
espaço. Já conseguimos analisar objetos a mais de 13 mil milhões de anos-luz.
Nós vimos a colisão de duas estrelas de nêutrons. Visualizamos explosões de
rádio rápidas, e estamos prestes a ver, pela primeira vez, os eventos de um
buraco negro. Mas há sempre algumas surpresas.
Photo
NASA, ESA e
L. Bedin / Observatório Astronômico de Pádua, Itália
O Telescópio Espacial Hubble acidentalmente capturou uma galaxia desconhecida. A galáxia recém-descoberta foi batizada de Bedin I, e é quase tão antiga quanto o Universo.
A missão era procurar as estrelas mais fracas na NGC 6752 ,
um aglomerado globular a 13.000 anos-luz de distância dentro da auréola da ViaLáctea, mas, a cerca de 30 milhões de anos-luz de distância, aproximadamente
2.300 vezes mais distantes do que a estrela que eles estavam pesquizando descobriram
o Bedin I.
"Nós relatamos a descoberta de Bedin I, uma galáxia
esferoidal anã muito fraca e muito próxima do núcleo da NGC 6752 para poder ter
sido detetada em pesquisas anteriores", escreveram os pesquisadores em sua
carta descrevendo a descoberta."Descobrimos este objeto por acaso com
imagens do Telescópio Espacial Hubble extraordinariamente profundas obtidas com
o propósito de investigar a sequência de arrefecimento da anã branca do
aglomerado globular NGC 6752."
Bedin I é minúsculo e isolado e antigo. Tem apenas 3.000
anos-luz de diâmetro, em comparação com os 100.000 anos-luz da Via Láctea, e é
aproximadamente 1.000 vezes mais fraca. Foi classificado como uma galáxia anã
esferoidal.
Geralmente, as galáxias anãs esferoidais estão proximas de
galáxias ou sistemas maiores, mas não de Bedin I. São 2 milhões de anos-luz a
distancia da galáxia mais próxima que poderia ser considerada uma galáxia
espiral hospedeira NGC 6744 .
Com base na luz que emite, a equipe foi capaz de determinar
que a galáxia é muito baixa em metais. Como os elementos mais pesados, como os
metais, foram criados em estrelas e propagados apenas pelo Universo após a
morte dessas estrelas, isso indica que Bedin I tem uma população muito antiga
de estrelas.
A equipe calculou que a galáxia tem 13 mil milhões de anos, soma
apenas 0,8 mil milhões de anos, e seria tão antiga quanto o próprio Universo. O
baixo teor de metal implica que Bedin I surgiu em uma explosão, e não teve
nenhuma nova formação de estrelas desde então.
Isso significa que é uma espécie de "fóssil vivo"
cósmico ou cápsula do tempo, preservando as condições do Universo primordial.
Dado que Bedin I está tão distante, tão fraco e obscurecido
por estrelas mais próximas, é surpreendente que tenha sido descoberto pelo
Telescópio Espacial Hubble, que está em operação há quase 30 anos. Esperamos
que continue por muitos mais.
Os cientistas descobriram um enorme buraco, com
aproximadamente dois terços do tamanho de Manhattan sob uma geleira na
Antártida. Os mesmos dizem que esta é uma "descoberta perturbadora"
que mostra a velocidade "explosiva" em que o gelo está derretendo no
continente mais ao sul do planeta.
"O tamanho de um buraco sob uma geleira desempenha um
papel importante no derretimento", disse Pietro Milillo, do Laboratório de
Propulsão a Jato da NASA, numa conferência de imprensa da organização.
"Quanto mais quente estiver a água sob a geleira, mais rápido ela derrete".
A descoberta é importante porque ilustra que o gelo da Antártida
não só derrete nas zonas onde encontra diretamente o oceano, mas também sob as
camadas de gelo, observa a CBS News. O lençol de gelo da Antártida Ocidental,
em geral, é considerado um dos mais instáveis e vulneráveis, diz o relatório.
A cavidade está localizada no fundo do Glaciar Thwaites, na
Antártica Ocidental. A geleira em si é tão grande quanto o estado da Flórida e,
se derretesse completamente, poderia fazer subir o nível do mar em cerca de 2
metros em todo o mundo, dizem os cientistas.
"As descobertas destacam a necessidade de fazer observações
detalhadas do lado de baixo das geleiras antárticas para calcular a velocidade
com que o nível global do mar subirá devido às alterações climáticas",
disse o Jet Propulsion Laboratory.
Segundo a NASA, o buraco continha 14 mil milhões de
toneladas de gelo, a maioria supostamente derretida nos últimos três anos. Os
cientistas calcularam que este fenómeno já contribuiu para cerca de 4% da
subida do nível do mar.
Enquanto isso, à medida que o gelo polar derrete, os EUA
sofreram baixas temperaturas anômalas devido a um vórtice polar, com a
temperatura do ar em Chicago abaixo de -20 graus Fahrenheit.