segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Volkswagen desenvolve novo biocombustível, o R33 Blue Diesel


O gasóleo não está para acabar e nem existe essa intenção. Existem empresas, na Europa, que estão a desenvolver novos combustíveis como menos imissões de dióxido de carbono e estejam em conformidade com as regulamentações, tornando-os amigos do ambiente. Uma dessas empresas que estão a desenvolver um biocombustível, é a Volkswagen.


Photo PortalEnergia


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 De acordo com um comunicado da empresa, a Volkswagen desenvolveu o combustível R33 Blue Diesel nas suas instalações em Wolfsburg, Alemanha. Este combustível foi desenvolvido em parceria com a Universidade de Coburg (Alemanha) e outros parceiros, estando disponível a partir de janeiro de 2018 pela Shell Global Solutions em cooperação com a Neste e a Tecosol.
Desta forma, a empresa alemã assegura combustíveis certificados de acordo com os padrões europeus. O R33 Blue Diesel está em conformidade com a norma DIN EN 590 diesel e com todos os critérios para ser utilizado como um combustível convencional.
Não há necessidade de proceder a alterações nos motores.





Segundo o gestor do projeto no Departamento de Desenvolvimento da Volkswagen, Thomas Garbe “a resposta ao R33 Blue Diesel é muito encorajadora para a Volkswagen e para os seus parceiros de projeto. O R33 Blue Diesel é especialmente adequado para empresas que dependem de veículos a gasóleo tendo grandes consumos de combustível permitindo assim alcançar as metas ambientais”.
A utilização deste novo tipo combustível permite uma redução das emissões de dióxido de carbono de, no mínimo, 20% comparativamente com o gasóleo normal. Afinal, o R33 Blue Diesel inclui conteúdo biológico em que cerca de 33% é exclusivamente em resíduos e materiais residuais.

Para assegurar a performance deste combustível, os funcionários da Volkswagen testaram o R33 Blue Diesel durante 9 meses na fábrica da Salzgitter, atestando os veículos da empresa alemã. Atualmente, o combustível está a ser utilizado permanentemente nas estações de serviços da empresa alemã em Wolfsburg.


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Thomas Garbe disse que a Volkswagen está a preparar-se para um aumento significativo dos combustíveis líquidos a partir de materiais residuais e para biocombustíveis a médio prazo. Esperando que os postos de abastecimento públicos também disponham do o R33 como “Green Premium” num futuro próximo.






domingo, 3 de fevereiro de 2019

Preocupante. Os oceanos estão a aquecer 40% mais rápido que era previsto


Os oceanos estão aquecendo mais rápido do que se pensava anteriormente. De acordo com um relatório publicado quinta-feira na revista Science por autores nos Estados Unidos e na China, isso estabeleceu um novo recorde de temperatura em 2018.

Photo Domtotal


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Durante anos, os cientistas alertaram para o aumento das temperaturas globais e do derretimento das camadas de gelo.
No entanto, na quinta-feira, os cientistas anunciaram que está acontecendo mais rápido do que o previsto, dizendo que o ano de 2018 foi o ano com temperaturas mais altas registadas nos oceanos.
O relatório afirma que os oceanos estão aquecendo até 40% mais rápido do que o painel das Nações Unidas determinou em 2014.




Tal aquecimento dos mares está prejudicando os recifes de coral e a vida marinha, e forçando os peixes a encontrarem águas mais profundas e mais frias. E isso está destruindo o ecossistema subaquático.
Por exemplo, as capturas de lagosta entraram em colapso em Connecticut e Rhode Islands nos Estados Unidos, e agora os pescadores do Maine apanham-nas, quando os crustáceos se deslocam para o norte.

Os gases de efeito de estufa aquecem o ar e, segundo os cientistas, o calor é absorvido pelos oceanos. E não há sinais de abrandar.
Na verdade, esses cientistas afirmam que os registos do aquecimento dos oceanos mostram que aumentaram, quebrando ao esperado anualmente a partir do ano 2000.



As alterações climáticas estão impedindo as plantas de processar o CO2



Fonte//AfricaNews



sábado, 2 de fevereiro de 2019

A sonda Osiris-Rex da NASA faz um vídeo do asteroide Bennu

Segundo a NASA, a nave espacial Osiris-Rex, entrou recentemente em órbita do asteroide Bennu, que se encontra a 110 milhões de quilômetros da Terra, tendo capturada imagens deste asteroide com 500 metros de largura usando a sua de alta tecnologia.


Photo SputnikNews

O asteroide de 1.600 pés foi referenciado como um "asteróide apocalíptico" e está localizado entre a Terra e Marte. Pesa 87 milhões de toneladas e atualmente está em órbita do Sol.
Os cientistas acreditam que Bennu tem uma hipotese em 2.700 de atingir nosso planeta no próximo século, de acordo com o “Daily Star” .



Em dezembro do ano passado, a missão da NASA descobriu a presença de água no asteroide Bennu.
Espera-se que a presença de água ou moléculas similares à água forneçam pistas sobre como o sistema solar formou-se e a história de seus planetas, de acordo com a NASA.




A OSIRIS-REx está atualmente em órbita de Bennu, avaliando possíveis locais para pousar, devendo a nave recolher amostras e voltar à Terra em 2023, de acordo com a divulgação da agência espacial dos EUA.


Camara da Estação Espacial Internacional filma estranhos objetos nas imediações




Fonte//SputnikNews