sexta-feira, 27 de setembro de 2019

BMW apresenta o i Hydrogen NEXT movido a hidrogénio


A BMW apresentou o BMW i Hydrogen NEXT no IAA Motor Show 2019 em Frankfurt, demonstrando assim a sua capacidade de, alem dos de veículos elétrico, implantar a tecnologia das células de combustível de hidrogénio.
Sendo um dos pioneiros no campo da mobilidade elétrica, o grupo BMW está a preparar-se para o futuro, como foi evidenciado pelo BMW i Hydrogen NEXT.


O grupo BMW baseia-se na ideia de que, futuramente existirão, vários sistemas de propulsão, não havendo uma única solução que cubra todo o espectro de necessidades de mobilidade em todo o mundo.
Os veículos a hidrogénio são desde já, uma alternativa importante e complementam os sistemas de propulsão elétrica por bateria. Essa rica diversidade de tecnologias de propulsão eletrifica, onde se inclui os híbridos plug-in, destaca o compromisso do Grupo BMW em obter mobilidade com emissão zero, como parte de uma estratégia.
Em 2022, o Grupo BMW planeia apresentar a próxima geração de sistemas de propulsão elétrica a células a combustível de hidrogénio, num veículo baseado no atual BMW X5.


O grupo BMW prevê começar a disponibilizar aos seus clientes veículos com células de combustível em 2025, mas o cronograma depende amplamente dos requisitos do mercado e das condições gerais.
Os veículos elétricos com células a combustível de hidrogénio são capazes de oferecer mobilidade com zero emissões e sem restrições, com características de uso semelhantes às dos veículos convencionais:
Tempos de reabastecimento inferiores a quatro minutos;
Grande autonomia, sem comprometer o conforto;
Possibilidade de reboque;





Toyota com plano para veículos elétricos, híbridos e a hidrogênio


Muito pouca dependência das condições climáticas, o que significa que os clientes desfrutam de ampla autonomia no verão e no inverno.
Para que tudo isso seja possível, é necessário que sejam criadas infraestruturas para abastecimento, o que na maioria dos países, essas infraestruturas ainda estão nos estágios iniciais de desenvolvimento.

Pneus furados vão pertencer ao passado




Fonte//PortalEnergia





Será que o Planeta 9 é um buraco negro primordial


Há muito que se especula que existe um planeta, “planeta 9", numa órbita muito distante do Sol, o que poderia explicar por que outros corpos no nosso sistema solar têm órbitas estranhas e difíceis de explicar. Agora, alguns astrofísicos apareceram com uma ideia que poderá revolucionar essa teoria do planeta 9. A teoria é que um buraco negro, ou mesmo alguns, poderia estar orbitando nosso Sol, muito além de Neptuno.

 

Photo Enigmas do Universo


O Planeta X está mais perto da Terra do que pensávamos

Primordial


Nesta semana, um par de investigadores da Universidade de Durham e da Universidade de Illinois em Chicago publicaram um artigo descrevendo sua teoria no servidor de pré-impressão arXiv. Nele, eles sugerem que o Sol pode ter apanhado um "buraco negro primordial" flutuante, que esse buraco negro ou um grupo deles poderão estar a orbitar o nosso Sol.
A captura de um planeta de flutuação livre é uma das principais explicações para a origem do Planeta 9 e mostramos que a probabilidade de capturar um buraco negro primordial é comparável”, escreveram eles.

 Sinais De Aniquilação

Mas isso claro que é apenas uma teoria, ainda não comprovada.
Mas os cientistas podem conseguir comprovar essa teoria. Os buracos negros são cercados por halos de matéria escura que emitem " sinais de aniquilação ", e os autores do artigo sugerem que, se algum desses sinais aparecer, isso pode indicar que o indescritível "planeta 9" é na verdade um buraco negro.

Astrónomo afirma conhecer “muito bem” a órbita do mítico Planeta X


Pregador afirma que o Planeta X trará o apocalipse





Fonte//arXiv





quinta-feira, 26 de setembro de 2019

O nível do mar já sobe 3,6 mm por ano e tende a aumentar

O Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas divulgou um relatório em que mostra como as mudanças climáticas estão afetando os oceanos e o gelo que existe no nosso planeta, acelerando o nível do mar e aumentando a temperatura dos oceanos.
 As Nações Unidas divulgaram um novo, abrangente e muito preocupante relatório sobre o estado dos oceanos e do gelo do mundo. Os oceanos estão aquecendo a um ritmo acelerado, paralelamente ao derreter do gelo, causado um aumento do nível do mar a uma velocidade nunca imaginada, aumentando 3,6 milímetros por ano, o dobro do que no último século. Com isso, é provável que o nível do mar aumente mais de um metro até 2100. Em consequência, ocorrerão fenómenos extremos com as marés mais altas e tempestades fortes.




Photo Radio Vox


Há uma opção segura de geoengenharia para reduzir o CO2



Há indicadores de que, os fenómenos atmosféricos extremos, que ocorriam em média, uma vez em cada cem anos, ocorram anualmente, aumentando o risco para muitas cidades costeiras abaixo do nível do mar e regiões insulares, alerta o relatório.
Este é um cenário deveras preocupante. Por um lado, os oceanos estão mudando muito mais rapidamente do que era habitual. Deste 1970 as temperaturas dos oceanos têm vindo a subir, mas desde a década de 90 a o ritmo com duplicou, devido ao facto dos oceanos absorverem cerca do 90% do calor extra da atmosfera gerado pelos gases de efeito estufa.
Geleiras e mantos de gelo também estão derretendo cada vez mais rápido à medida que o planeta aquece, causando diretamente o aumento do nível do mar e pondo em causa a qualidade da água potável.


Toda a vida na Terra sofre as consequências da irresponsabilidade humana. À medida que os seres humanos libertam gases de efeito estufa na atmosfera, os oceanos absorvem-nos e estão ficando mais ácidos. Isso adicionado ao aumento da temperatura influi grandemente na vida marinha pondo em causa a sobrevivência das espécies. Por exemplo, as ondas de calor repetidas na costa americana danificaram os estoques de salmão e caranguejo.
O IPCC também aponta o fato do gelo permanente do subsolo estar a derreter, sendo previsível  que o degelo ocorra no nosso seculo, mesmo se o aquecimento global a ficar abaixo de 2 ºC, cerca de um quarto desta camada irá diminuir entre 3 e 4 metros de profundidade até 2100.
Os oceanos e as partes congeladas do planeta, têm papel importante na vida terrestre. São cerca de 670 milhões as pessoas que habitam nas regiões montanhosas e outros 680 milhões nas áreas costeiras e que dependem diretamente destes sistemas. Quatro milhões de pessoas vivem permanentemente no Ártico e outros 65 milhões habitam em países insulares



O relatório de hoje e a importância desse conhecimento à medida que os países se adaptam ao aquecimento do oceano, porque a eliminação imediata das emissões de gases de efeito estufa ajudaria a diminuir os impactos nos oceanos a longo prazo, não há saída a curto prazo. Os oceanos ficarão cada vez mais quentes e mais altos, e exigirá mudanças dramáticas, às vezes dolorosas, na maneira como as pessoas vivem nas costas do mundo.
O relatório tem mais de 100 autores de 36 países que analisaram os mais recentes dados científicos relacionados com os oceanos e a criosfera, referenciando cerca de 7.000 publicações científicas. Este relatório será uma peça chave para discutir pelos líderes mundiais na próxima Convenção Quadro sobre Mudança Climática da ONU (COP25) que ocorrerá em Dezembro, no Chile.


O IPCC é o órgão das Nações Unidas que inclui 195 Países-membros e analisa dados relativos às mudanças climáticas. Foi estabelecido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP) e a Organização Meteorológica Mundial em 1988 para fornecer dados e análises científicas regulares relativas às mudanças do clima, aos legisladores dos diversos países envolvidos.

Fonte/Relatorio//IPCC