quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Robot humanoide vai ser produzido na Russia


Um novo robô humanoide, fabricado na Rússia, da empresa Promobot com sede em Perm, chamado de Robo-C, foi aprovado para produção em série.


Photo promo-bot

Robots dançarinos animam noites de boate francesa


O Robo-C pode responder às perguntas das pessoas nos shopping centers e museus, ser um administrador ou funcionário de um escritório, receber os visitantes e comunicar com eles, isto de acordo com a página oficial da Promobot . O androide pode falar, graças aos mais de 100.000 módulos de fala no sistema AI e reproduz mais de 600 expressões faciais, de acordo com o site. No entanto, ele não pode fazer isso por muito tempo, pois a bateria tem apenas duração para oito horas
Este é o primeiro androide humanoide no mundo que não imita apenas a aparência humana, mas também é capaz de se integrar aos processos de negócios. Já criamos um protótipo e agora lançaremos uma série ”, disse a repórteres o cofundador e diretor de desenvolvimento da empresa de fabricação de robôs, Oleg Kivokurtsev.

Robots sexuais podem vir a atacar humanos


A startup planeia fabricar 10 "robôs complementares" por mês.
O protótipo Robo-C chamado Alex apareceu na TV russa no início deste ano, com a cabeça modelada no rosto do co-fundador da empresa, Alexei Yuzhakov. Segundo a BBC, o Alex custou mais de um milhão de rublos (US $ 15.600). e não é conhecido ainda o custo de um Robo-C personalizado, semelhante ao humano.

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Fonte//SputnikNews

Novo tipo de bateria reduzirá a pegada ecológica


Desde os smartphones aos carros elétricos, continuaremos necessitando das baterias nos próximos anos. Novas pesquisas mostram como um novo tipo de bateria de alumínio poderia oferecer várias vantagens sobre as tradicionais de íons de lítio em uso atualmente.


Photo Pixabay


Baterias de fluor com grande duração para breve



A bateria de alumínio tem baixos custos de produção e não tem a mesma pegada ambiental das baterias usadas atualmente, em parte porque usa materiais abundantes e de fácil mineração, reduzindo o problema da devastação que causamos ao planeta para a construção de baterias.
Este novo conceito de bateria é especialmente adequado para sistemas de energia em grande escala, sendo sobretudo ideais para locais onde é necessário armazenar a energia proveniente das fontes renováveis ate ser necessária.
O lítio, usado nas baterias atuais, não só é escasso, mas também usam cobalto, o é um minério complicado e muito perigoso de minerar. A mudança para o alumínio, se funcionar como os cientistas esperam, traria vários benefícios, principalmente ao reduzir nossa dependência de combustíveis fósseis para produção e reciclagem de baterias.


"Os custos dos materiais e os impactos ambientais que projetamos de nosso novo conceito são muito mais baixos do que o que temos atualmente, tornando-os viáveis ​​para uso em grande escala, como parques de células solares ou armazenamento de energia eólica", diz o físico Patrik Johansson , da Universidade de Tecnologia de Chalmers, na Suécia. “Além disso, nosso novo conceito de bateria tem o dobro da capacidade de energia em comparação com as baterias de alumínio que já existem”.
 As baterias de alumínio não são nenhuma novidade, mas, neste caso, os cientistas substituíram o cátodo de grafite, por uma molécula de carbono antraquinona (o cátodo absorve os elétrons à medida que a bateria é usada).
Isso permite alcançar uma capacidade energética mais alta, tornando as baterias de alumínio muito mais práticas, sustentáveis ​​e comercialmente viáveis ​​do que eram antes, embora ainda haja muito espaço para melhorias na mistura química interna, principalmente no eletrólito.



Photo Yen Strandqvist/Chalmers University of Technology


Baterias de fluor com grande duração para breve



Este novo tipo de baterias, por enquanto, está apenas em laboratório, e será necessário ainda trabalhar mais antes de as colocar no mercado.
Os cientistas sugerem que as baterias de alumínio em breve poderão funcionar com baterias de íon de lítio em certos cenários, com sistemas capazes de alternar entre os dois, dependendo das necessidades.
 "Como o novo material catódico possibilita o uso de um carregador de carga mais apropriado, as baterias podem aproveitar melhor o potencial do alumínio", esclarece o físico Niklas Lindahl, da Chalmers University of Technology.


Qual o futuro das células de combustível








quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Cientistas alertam para possíveis sondas alienígenas observando a Terra

Embora a probabilidade de haver qualquer tipo tecnologia alienígena orbitando a Terra, seja improvável, nada impede de procurar esses objetos espiões e, pois é possível encontrar algo de interessante, disse um investigador.


Photo Pixabay quimono

Os alienígenas podem ter estado na Terra no passado, afirma novo estudo



Segundo ele, os chamados co-orbitais da Terra, ou objetos espaciais que orbitam o sol á mesma distância que o nosso planeta, podem ter equipamentos avançados de vigilância alienígena, colocados lá milhões de anos para monitorizar a vida no nosso planeta, relata a Live Science.

Se a hipótese postulada pelo físico e investigador independente do SETI James Benford estiver correta, esses objetos espaciais podem ser uma maneira de detetar atividades alienígenas que ocorreram antes da evolução da nossa espécie, antes mesmo de concentrarem a sua atenção nas estrelas.
"Eles estão basicamente circundando o Sol na mesma proporção que a Terra e estão muito próximos", disse Benford.


Por que não estabelecemos contato com civilizações alienígenas?



O cientista também salientou que, embora a lua possa parecer uma escolha melhor para um posto de observação alienígena, qualquer ponto na sua superfície fica completamente ás escuras duas semanas por mês, o que exigiria á sonda uma grande capacidade de armazenar energia até que o sol voltasse e carregasse as baterias.

Comentando essa teoria, Paul Davies, físico e astro biólogo da Universidade Estadual do Arizona, também observou que, embora a probabilidade desses asteróides terem tecnologia de espionagem alienígena ser extremamente improvável, não faria mal investigá-las.

Devemos estudar esses objetos


Agora, Benford defende o uso de telescópios óticos e de rádio para estudar esses objetos co-orbitais, e fazer o ping deles com um radar planetário, acrescentando que enviar uma nave para um desses objetos pode ser relativamente barato e fácil.
"Se nada encontrarmos, isso significa que a Terra não esta a ser observada o que seria uma grande surpresa”,observou ele.

Por que não estabelecemos contato com civilizações alienígenas?




Fonte//LiveScience