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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Japoneses receiam uma catástrofe natural


Há uma lenda japonesa que diz que sempre que o peixe a remo, conhecido em japonês como "mensageiros do palácio do deus do mar", sobe à superfície ocorre um terremoto um tsunami.
A descoberta, na baía de Toyama, dos últimos dez dias de três peixes que vivem em águas profundas, deixou os japoneses apreensivos e temem a ocorrência de um desastre natural, pois a presença destes peixes na costa é um prenúncio de terremotos e tsunamis.

Dois peixes apareceram nas mesmas margens, enquanto um outro animal de cerca de quatro metros de comprimento ficou enredado numa rede de pesca no porto de Imizu.
A espécie, caracterizada por longos corpos prateados e barbatanas vermelhas, raramente é vista na superfície, embora a lenda diga que o peixe a remo, conhecido em japonês como " mensageiro do palácio do deus do mar ", sobe à superfície e encalha antes de um terremoto.


Não é a primeira vez que estas espécies aparecem nas costas japonesas.
Antes do grande terremoto que abalou o nordeste do Japão em 2011, cerca de 20 peixes foram encontrados nas praias da região.
Enquanto alguns cientistas alertam que não há uma ligação definitiva entre os encalhes dos peixes e terremotos, outros admitem que é possível que essas espécies sintam desastres naturais.




Por exemplo, o sismólogo japonês Kiyoshi Wadatsumi afirma que os peixes de águas profundas são criaturas "muito sensíveis a movimentos irregulares" do fundo do mar. É provavelmente por essa razão que, na crença popular, o aparecimento deste tipo de espécimes nas praias está associado à iminência de uma catástrofe natural.






Não só os japoneses consideram o avistamento de peixes de alto mar presságios de desastres naturais.
Em maio passado, uma enorme criatura sem vida de cerca de 6 metros de comprimento, aparentemente coberta de pelo, apareceu em uma praia nas Filipinas, levando alguns moradores locais a rezar por medo da chegada do Apocalipse.


Aumento na força das ondas colocam em risco áreas costeira




Fonte//RussiaToday





segunda-feira, 2 de julho de 2018

Sabia que o salmão que come não vem do mar e sua carne é tingida com pigmento artificial?

A carne de salmão é uma das carnes de peixe mais saborosas. A cor dá-lhe um aparência apetitosa, mas o salmão é um peixe de carne branca como todos os outros, devendo-se a coloração se deve a um pigmento chamado astaxantina, um carotenoide sintetizado por algas e organismos unicelulares.

É importante  saber  que o camarão e outros crustáceos fazem parte da comida  dos salmões selvagens ficando a astaxantina do camarão  acumulada nos músculos do salmão, portanto, a coloração rosada deve-se á comida.

A quase totalidade do salmão que se vende é  criado em viveiros onde são alimentados com comida para peixe, mas, devido ao alto custo, sem camarão. Sem camarão na alimentação, o salmão de viveiro possui carne branca como qualquer outro peixe, não sendo muito comercial pois , o consumidor final não quer  salmão branco, mesmo  tendo o mesmo sabor.

Para o tornar mais vendável, os criadores de salmão adicionam na dieta o pigmento astaxantina sintético, que possui um custo baixo ou é extraído da farinha de camarão. Resumindo, o salmão que se come nos restaurantes tem a carne tingida  por pigmento sintético.